Radar Unimed Diário | 26 de novembro de 2012 | edição 155
 

Unimed na Imprensa

Cooperativas não podem recusar participantes
As cooperativas de saúde não podem realizar processos seletivos ou recusar profissionais baseadas em critérios como tempo de residência em uma determinada cidade ou a baixa procura...(Jornal Valor Econômico, Legislação & Tributos/SP – 26/11/2012)

Unimed Porto Alegre é assistência médica do Poa Day Run
A Unimed Porto Alegre será a prestadora exclusiva de serviço médico do Circuito Poa Day Run, cuja terceira etapa ocorre neste domingo, dia 25 de novembro. A Cooperativa Médica terá uma estrutura...(Portal Incorporativas Pautas/SP – 23/11/2012)

Fluminense Unimed e Hemorio fazem campanha de doação de sangue nesta 2ª
O Fluminense e a Unimed promoverão mais uma iniciativa de doação de sangue para ajudar o Hemorio. A campanha “Sangue de Guerreiro” retorna ao clube e a torcida tricolor, que apoiou o time das Laranjeiras...(Portal Fluminense.com/RJ – 25/11/2012)

AÇÃO SOCIAL: Unimed realizou Projeto Visão 2012
Valorizar e promover o trabalho social faz parte das diretrizes da Unimed São Roque, com isso, pelo terceiro ano consecutivo, a cooperativa executou a ação social “Projeto da Visão”...(Portal São Roque Notícias/SP – 25/11/2012)

Hospital Unimed recebe duas exposições com trabalhos
O Hospital Unimed recebe a partir de segunda-feira, 26, duas exposições organizadas pelo CEDHU (Centro Nacional do Humor Gráfico de Piracicaba) com materiais de um dos maiores salões...(Portal A Província/SP – 25/11/2012)

Santa Casa e Unimed buscam um novo modelo, e mais justo, de atendimento aos usuários
As diretorias da Santa Casa de Misericórdia de Olímpia e do convênio médico Unimed, de Rio Preto, estiveram reunidos para a busca de soluções que viabilizem o retorno ao atendimento...(Portal Blog Leonardo Concon/SP – 25/11/2012)

Unimed promove palestra sobre responsabilidade do médico
O auditório do Hospital César Leite recebeu médicos da Unimed Vertente do Caparaó, na noite desta quinta-feira, 22, para palestra sobre a responsabilidade jurídica do médico. O advogado... (Portal Caparaó/MG – 23/11/2012)

Piracicaba, XV estuda ampliar parceria com a Unimed
Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira, 23, o XV de Piracicaba anunciou que pretende ampliar a parceria com a cooperativa médica Unimed...(Portal Piracicaba em Festa/SP – 25/11/2012)

Jogadoras e técnica da Unimed são campeãs sul-americanas
A seleção brasileira sub-15 de basquete feminino conquistou de forma invicta o título do 19º Campeonato Sul-Americano, disputado na semana passada, entre os dias 19 e 23, em Caracas, na Venezuela...(Portal O Jogo/SP – 25/11/2012)

Planos de saúde investem na nova classe média do país
Em 10 anos, entre 2002 e 2012, a classe média brasileira passou de 70 para 100 milhões de pessoas, o que já representa mais da metade da população. Essa fatia investiu em serviços de saúde...(Jornal Folha do Estado, Economia/MT – 26/11/2012)

Saúde para todos os públicos
Engana-se quem pensa que o Barro Preto é conhecido apenas por ser um polo da moda e da Justiça. Lá também estão instalados hospitais, centros de saúde, clínicas e uma maternidade alguns...(Revista Encontro, Saúde/MG – Novembro. 12 – pg 194 a 197)

 

Notícias de Interesse

Investigação da PF faz prestígio de titular da AGU despencar no Planalto
A demissão do advogado-geral-adjunto da União José Weber Holanda Alves por ordem da presidente Dilma Rousseff, no sábado, tornou praticamente nulas as possibilidades de o ministro Luís Inácio Adams...(Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

Investigação da PF faz prestígio de titular da AGU despencar no Planalto
A demissão do advogado-geral-adjunto da União José Weber Holanda Alves por ordem da presidente Dilma Rousseff, no sábado, tornou praticamente nulas as possibilidades de o ministro Luís Inácio Adams...(Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

Esquema fez 1,1 mil ligações para PR
A Polícia Federal identificou 1.169 telefonemas de um dos redutos da organização criminosa que fraudava pareces técnicos para um telefone do Partido da República (PR), no período entre 15 de junho...(Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

País tem pior crescimento desde Collor
A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor...(Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 26/11/2012)

Expansão acima de 4% não é sustentável, admite governo
O limite de crescimento brasileiro atualmente está por volta de 4% ao ano, reconhece um destacado membro da equipe econômica do governo. "De forma sustentável, acima de 4% é difícil hoje. Um ano...(Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 26/11/2012)

Pílulas da beleza
Depois dos cremes e cosméticos de uso tópico, agora se multiplicam nas prateleiras das farmácias as opções de nutri cosméticos ou nutracêuticos. São suplementos orais compostos...(Revista Encontro/MG – Novembro. 12 – pg 150 a 152)

Doutor Coração
Primeiro médico a realizar um transplante de coração em Minas, há 26 anos, o peruano Carlos Camilo Smith Figueroa se estabeleceu em Belo Horizonte e construiu sua carreira no Hospital...(Revista Encontro, Bairros/MG – Novembro. 12 – pg 194 a 197)

A fila dos remédios
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) demora, em média, 640 dias para autorizar a comercialização de medicamentos, segundo números de outubro do levantamento feito pela Associação...(Jornal O Estado de S. Paulo, Opinião/SP – 26/11/2012)

Problemas financeiros afligem 25% das operadoras
Cerca de 25% das operadoras de planos de saúde em atividade - o que equivale a 339 convênios médicos - apresentam algum tipo de problema financeiro, segundo dados da Agência Nacional de Saúde...(Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 26/11/2012)

Avanço da medicina genômica provoca preocupações éticas entre especialistas
A aplicabilidade da medicina genômica personalizada - assim como as preocupações médicas e bioéticas que a acompanham - está cada vez mais precoce. Novas tecnologias já permitem sequenciar... (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

No embrião, só falta o genoma completo
O único estágio do desenvolvimento humano que ainda não foi conquistado completamente pela genômica é o do embrião. Mas falta pouco. Há muitos anos já é possível fazer análises genéticas...(Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

EUA investirão US$ 25 milhões para estudar implicações éticas e científicas
Atentos ao avanço superprecoce das técnicas de sequenciamento genético e ansiosos para saber quais serão as consequências disso para a medicina, os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos...(Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

Possível aumento no número de abortos preocupa
Uma das principais preocupações éticas relacionadas ao sequenciamento do genoma de fetos nos Estados Unidos é que isso conduza a um aumento do número de abortos ou, no sentido contrário...(Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

Tratamento ganha eficácia com diagnóstico precoce
Em muitos casos de doença genética, mesmo quando a doença é incurável, o diagnóstico precoce é importante para melhorar a eficácia do tratamento, podendo até fazer a diferença entre a vida...(Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

Obesos no rehab
Comer pode ser "viciante", dar "barato" e ainda dificultar a interação em situações cotidianas. É levando esse aspecto em conta e tratando obesos como dependentes em álcool ou outras... (Jornal Folha de S. Paulo, Saúde + Ciência/SP – 25/11/2012)

Lei determina que SUS trate câncer em 60 dias
O paciente com câncer atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deverá começar a receber tratamento em até 60 dias após o diagnóstico. Na prática, a média de espera por alguns procedimentos... (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 24/11/2012)

ANS faz pesquisa telefônica para avaliar planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer saber qual é a opinião dos beneficiários sobre os planos de saúde. A pesquisa de satisfação, realizada com clientes de operadoras de saúde...(Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 24/11/2012)

Atendimento "express", como no SUS
O crescimento da economia do país, nos últimos anos, sem dúvida melhorou a vida de muitos brasileiros, que passaram a consumir mais e ter acesso a serviços antes inatingíveis...(Jornal Folha de S. Paulo, Opinião/SP – 24/11/2012)

Eventuais insuficiências são localizadas
O setor de saúde suplementar é acusado de aumentar o número de beneficiários sem ampliar a sua rede de atendimento. Recentes reportagens tentam fazer crer que a consequência...(Jornal Folha de S. Paulo, Opinião/SP – 24/11/2012)

 

Concorrentes

Golden Cross negocia venda para o KKR
A Golden Cross, operadora carioca de planos de saúde, está em conversações com o fundo americano KKR para sua venda, segundo o Valor apurou. Procurada, a Golden Cross confirmou... (Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 26/11/2012)

Relator da CPI do MT Saúde defende volta e extenção do plano aos municípios
O relator da CPI do MT Saúde, na Assembleia Legislativa, Emanuel Pinheiro (PR) defende o resgate e a credibilidade do plano de saúde dos atuais 35 mil servidores públicos e seus dependentes...(Portal Olhar Direto/MT – 25/11/2012)

Em 13 dias,
projeto Samb virou maior negócio do setor de saúde Durante dois meses, mais de 120 integrantes dos grupos sob codinome Utah e Atlanta, nos EUA e no Brasil, negociaram... (Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

Conversas diretas destravaram impasse
A compra da Amil carimba a entrada no Brasil da United, uma gigante com 78 milhões de clientes em 17 países e faturamento de mais de US$ 100 bilhões por ano. Para que o "projeto Samba"...(Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

Estratégia envolve planos para baixa renda, expansão regional e tecnologia
Para atingir sua previsão de dobrar a carteira de clientes em cinco anos, a nova Amil pretende investir em novas tecnologias, em planos para a baixa renda, na expansão para Estados...(Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

Transmissão ao vivo do Fórum da Longevidade Bradesco Seguros
Realizado pelo sétimo ano consecutivo pelo Grupo Bradesco Seguros, o Fórum da Longevidade terá, pela primeira vez, transmissão ao vivo pela Internet (bradescoseguros.com.br), permitindo que todos...(Portal Segs/SP – 25/11/2012)

Malhação na hora do batente
Má postura, lesões por movimentos repetitivos, horas e horas sentado à frente do computador, sedentarismo, estresse. Para evitar esses problemas e dar mais qualidade de vida aos empregados...(Portal Jornal O Dia/RJ – 25/11/2012)

 

Agência de Notícias

Unimed Missões é novamente a 3ª Melhor Empresa do Rio Grande do Sul

Primeiro lugar no Prêmio Impar para a Unimed Cascavel

Unimed Londrina e Agência JWT vencem Prêmio GRPCOM de Criação em Londrina

Campanha em ônibus lembra Dia Mundial do Diabetes em Santa Cruz do Sul

Uma Noite Italiana celebra Dia do Médico

Confraternização de encerramento do curso de MBA em Gestão de Empresa de Saúde de Chapecó e Joinville

Escola para Pais aborda influência dos avós na educação dos netos

Ceus promoverá Curso de Educação Continuada em Anestesiologia

Curso de redação empresarial moderna no RJ

Unimed Goiânia promove Baile de Máscaras e Curso de Gestão Cooperativista

Corrida de rua é a nova mania de quem cultiva a vida

Projeto Esporte Comunitário da Unimed Chapecó forma cidadãos e futuros atletas do handebol

Unimed Ceará quer arrecadar meia tonelada de alimentos para o Lar Santa Mônica

6a Corrida Rústica: um desafio pela saúde na Unimed Chapecó

Unimed Porto Alegre e Rádio Gaúcha realizam Talk Show no Parcão amanhã

Unimed Poços participa das comemorações do Dia Mundial do Diabetes

Unimed Nordeste-RS recebe três troféus de sustentabilidade do Instituto do Desenvolvimento do Fornecedor (IDF)

Seguros Unimed lança "Encontre seu Seguro"

Coral da Unimed Natal celebra aniversário do Parque das Dunas

Unimed de Passos doa maca hospitalar à Apae

Unimed Erechim recebe selo Projeto Referência Estadual no prêmio Cooperativa do Ano

Circuito das Competências movimenta colaboradores da Unimed Caruaru

Equipe da Unimed de Botucatu é campeã em Torneio de Basquete do Centro Oeste Paulista

 
 
 

 

Cooperativas não podem recusar participantes

As cooperativas de saúde não podem realizar processos seletivos ou recusar profissionais baseadas em critérios como tempo de residência em uma determinada cidade ou a baixa procura por determinadas especialidades. Esse entendimento tem sido adotado na maior parte das discussões sobre o tema que foram levadas à Justiça. Um caso recente julgado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) envolveu a Unimed São Gonçalo-Niterói (atualmente Unimed Leste Fluminense) e um oftalmologista que teve seu ingresso negado na cooperativa. O argumento foi de que já existiriam muitos profissionais de sua especialidade na Unimed. O médico foi à Justiça e ganhou na primeira instância e no TJ do Rio o direito de ingressar na cooperativa. Ao analisar o caso, o desembargador Pedro Saraiva Lemos julgou que não deve existir limite de vagas em cooperativas. A Corte seguiu entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outras decisões relacionadas ao tema que proíbem diversas unidades da Unimed de realizar processos seletivos ou recusar profissionais por outros tipos de critérios. Entendimento semelhante foi aplicado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O processo, envolvendo um cardiologista e a Unimed de Campinas, foi analisado pela 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial. O profissional defendeu ser ilegal a obrigação de participar de um processo seletivo e realizar um curso sobre cooperativismo para ser aceito pela Unimed. De acordo com o advogado do médico na ação, Paulo Augusto de Moura, do escritório Hamilton de Oliveira, o processo selecionaria 60 médicos, em um universo de mais de 200. "Em Campinas as principais empresas trabalham com a Unimed. É muito prejudicial ao médico não conseguir entrar na organização", diz. Os desembargadores entenderam que apesar de não ter participado do processo seletivo, o cardiologista deveria ser integrado à Unimed. O julgamento se baseou no artigo nº 4 da Lei nº 5.764, de 1971, que rege as cooperativas. A norma estipula que as organizações são regidas pela "adesão voluntária, com número ilimitado de associados, salvo impossibilidade técnica de prestação de serviços". Por meio de nota, a Unimed Campinas informou que "a existência de um processo seletivo para que o médico seja incluído como prestador em plano de saúde suplementar mostra-se absolutamente necessário para se obter a melhor prestação de serviço ao consumidor final". Para o coordenador da câmara técnica de cooperativismo médico do Conselho Federal de Medicina, José Hiran Gallo, as cooperativas têm apenas o direito de analisar pontos ligados à qualidade do atendimento ao paciente. "O médico deve comprovar que é especialista em uma área para entrar, mas eu não consigo compreender a restrição ao número de cooperados, porque quanto mais gente mais forte será a cooperativa", diz. Já o assessor jurídico da Unimed do Brasil, José Cláudio Oliveira, os processos seletivos muitas vezes garantem a viabilidade das cooperativas. Ele defende que mecanismos como esses são legais, pois se encaixam na "impossibilidade técnica" à qual se refere a lei. "Uma cooperativa só se viabiliza a partir da equação de número de usuários e quantidade de médicos. Se a organização tem muitos cooperados e poucos usuários, não consegue ser viável", diz. Oliveira afirma que a Unimed possui decisões favoráveis em processos relacionados à possibilidade de realizar processos seletivos. Um exemplo é o julgamento proferido em maio pela 7ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP. O processo discutia o caso de um acupunturista não integrado à Unimed Leste Paulista. A organização havia negado a entrada dele, sob o argumento de que não havia demanda pela especialidade. A posição do STJ em relação ao tema é pela impossibilidade de seleção de médicos. A Corte analisou, em 2009, uma ação ajuizada por um médico contra a Unimed Fortaleza. Por meio de nota, a cooperativa afirmou que anteriormente estava envolvida em processos relacionados à seleção de médicos, mas de lá para cá realizou algumas reformas estatutárias. O advogado Paulo Augusto de Moura afirma que já atuou em cerca de 60 ações sobre o assunto e nenhuma teria transitado em julgado em desfavor dos médicos. Ele afirma que muitas cooperativas atuam, na prática, como empresas, mas usam os benefícios tributários garantidos a essas organizações. (Jornal Valor Econômico, Legislação & Tributos/SP – 26/11/2012)

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Unimed Porto Alegre é assistência médica do Poa Day Run

A Unimed Porto Alegre será a prestadora exclusiva de serviço médico do Circuito Poa Day Run, cuja terceira etapa ocorre neste domingo, dia 25 de novembro. A Cooperativa Médica terá uma estrutura de atendimento para garantir o bem-estar dos atletas e do público, além de uma equipe à disposição dos competidores. O Circuito Poa Day Run foi criado e pensado para os atletas que gostam de desafios, superação e obtenção de metas. Dividido em três provas, o objetivo principal é incentivar que cada um consiga aumentar sua marca pessoal e progrida sua distância entre cada etapa. A última delas acontece neste domingo (25/11), com saída às 8h, no Barra Shopping Sul. Os percursos são de 5km, 10km e 21km. Para mais informações, acesse a página do evento (www.poadayrun.com.br). Sobre a Unimed Porto Alegre Fundada em 1971, a Unimed Porto Alegre é uma cooperativa de médicos líder no mercado de assistência à saúde na Capital, Região Metropolitana, Centro-Sul e Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Possui mais de 640 mil beneficiários e cerca de 400 pontos de atendimento entre serviços credenciados e próprios, o que se constitui na maior estrutura em prestação de serviços à saúde dentro de sua área de atuação. A Cooperativa conta com 6,2 mil médicos em 49 especialidades e 39 áreas de atuação e tem estrutura própria para atendimento ao cliente, que inclui Hospital, Laboratório, Centros de Diagnóstico por Imagem, Centro de Oncologia, Prontos-Atendimentos, unidades de atendimento Odonto Unimed e o SOS Emergências Médicas. (Portal Incorporativas Pautas/SP – 23/11/2012)

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Fluminense Unimed e Hemorio fazem campanha de doação de sangue nesta 2ª

O Fluminense e a Unimed promoverão mais uma iniciativa de doação de sangue para ajudar o Hemorio. A campanha “Sangue de Guerreiro” retorna ao clube e a torcida tricolor, que apoiou o time das Laranjeiras na conquista do tetra, mais uma vez está convocada, dessa vez para participar da doação de sangue. Um posto móvel do Hemorio receberá os doadores no estacionamento do Departamento de Futebol, na próxima segunda-feira, dia 26, das 8h ao meio-dia. É indispensável estar vestindo a camisa do Fluminense. Os 100 primeiros doadores receberão brindes. Na última edição da campanha, realizada no dia 9 de abril, a torcida tricolor foi solidária, movimentou o clube e ajudou o Instituto Estadual de Hematologia a manter o estoque de bolsas da rede pública de saúde. Além da sede do Fluminense, os tricolores também podem colaborar diretamente no Hemorio, que receberá os doadores na segunda e na terça-feira, dias 26 e 27, das 7h às 18h. O instituto fica localizado na Rua Frei Caneca, nº 8 – Centro. Para participar o doador deve apresentar documento original com foto (RG, carteira de trabalho ou de habilitação, ter entre 16 e 67 anos (jovens entre 16 e 17 anos podem doar mediante autorização formal do responsável), pesar mais de 50kg e estar bem de saúde. Não é necessário estar em jejum, mas sim evitar a ingestão de alimentos gordurosos nas quatro horas antes da doação e de álcool, nas últimas 12 horas. (Portal Fluminense.com/RJ – 25/11/2012)

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AÇÃO SOCIAL: Unimed realizou Projeto Visão 2012

Valorizar e promover o trabalho social faz parte das diretrizes da Unimed São Roque, com isso, pelo terceiro ano consecutivo, a cooperativa executou a ação social “Projeto da Visão” desenvolvido pelo Comitê de Responsabilidade Social em parceria com a Ótica Unimed. O projeto tem como objetivo promover uma campanha de diagnóstico e correção visual às crianças de baixa renda do ensino fundamental, oferecendo um primeiro atendimento aos alunos que não têm acesso a programas de saúde visual. Neste ano, a escola municipal que participou do Projeto da Visão foi a EMEF Sarah Mazzeo Alves do Bairro Dona Catarina, indicada pelo Departamento de Educação da Prefeitura de Mairinque. Os resultados desta ação foram: 364 alunos participaram do teste de acuidade visual (triagem), 63 alunos foram encaminhados para uma consulta oftalmológica e 26 alunos precisaram de correção visual. O projeto da Visão é dividido em três fases, sendo que na primeira, os alunos passam por uma triagem (teste de acuidade visual) na escola, este teste é realizado pelos membros do Comitê de Responsabilidade Social, pela Ótica Unimed e por voluntários da Cooperativa. Por meio deste processo os alunos que são detectados com alguma dificuldade visual são encaminhados para uma consulta oftalmológica onde passam por avaliação do especialista (segunda fase). Logo após a consulta, tiram-se as medidas nos alunos que realmente necessitarem de lentes corretivas para a montagem dos óculos. A terceira fase do projeto consiste na finalização da campanha e a entrega dos óculos. Unimed São Roque realizou um evento de encerramento, recentemente na sua Sede Administrativa. Reuniu os representantes e os alunos da EMEF Sarah Mazzeo Alves, o Departamento da Educação da Prefeitura de Mairinque, os parceiros, os organizadores e os voluntários do Projeto da Visão 2012 e também o Diretor Presidente da Unimed São Roque, Dr. Francisco José Almada Rangel, que fez abertura do evento e os agradecimentos. O Projeto da Visão 2012 contou com grandes parceiros, como: o laboratório Mult Block que fez a doação das lentes, o representante Edilon Cristiano que fez a doação das armações e os oftalmologistas e cooperados da Unimed São Roque, Dr. Dalton Wada, que fez o diagnóstico visual nos alunos disponibilizando horários em seu consultório para participar da ação, e também do Dr. Frederico Wada, que realizou exames específicos nos estudantes. A Unimed São Roque agradece a dedicação e a colaboração dos parceiros e voluntários em acreditar e apoiar o Projeto da Visão e assim, contribuir para um mundo mais justo e solidário. (Portal São Roque Notícias/SP – 25/11/2012)

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Hospital Unimed recebe duas exposições com trabalhos

O Hospital Unimed recebe a partir de segunda-feira, 26, duas exposições organizadas pelo CEDHU (Centro Nacional do Humor Gráfico de Piracicaba) com materiais de um dos maiores salões de artes gráficas do mundo. “Caricaturas do Acervo do Salão Internacional de Humor de Piracicaba” estará disponível para visitação pública na recepção. Já “Cartuns do Acervo do Salão Internacional de Humor de Piracicaba” ficará exposta no refeitório do hospital, com visitação restrita aos funcionários. Com 72 obras no total (sendo 42 caricaturas e 30 cartuns), as mostras, segundo o diretor do CEDHU, Eduardo Grosso, seguem um objetivo de expansão do salão. “Há algum tempo estamos buscando divulgar o Salão Internacional de Humor de Piracicaba ao maior número possível de pessoas, levando trabalhos do acervo para diferentes locais, especialmente aqueles que contam com grande fluxo de pessoas”, afirma. Os cartuns e caricaturas foram produzidos por artistas de diferentes nacionalidades e compuseram diferentes edições do salão. De acordo com Grosso, as mostras levarão uma leveza ao espaço. “Um hospital é sempre um local carregado, pesado, pelo fato de atender pessoas com problemas de saúde, algumas acidentadas, outras com problemas mais sérios. Com os trabalhos do salão, há pelo menos alguns motivos de alegria e risadas, o que é bastante positivo”, afirma Eduardo. SERVIÇO Exposições “Caricaturas do Acervo do Salão Internacional de Humor de Piracicaba” e “Cartuns do Acervo do Salão Internacional de Humor de Piracicaba”. De 26/11 a 13/12 no Hospital Unimed (avenida Antonia Pazzinato Sturion, 1.221, Jardim Petrópolis). (Portal A Província/SP – 25/11/2012)

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Santa Casa e Unimed buscam um novo modelo, e mais justo, de atendimento aos usuários

As diretorias da Santa Casa de Misericórdia de Olímpia e do convênio médico Unimed, de Rio Preto, estiveram reunidos para a busca de soluções que viabilizem o retorno ao atendimento do Pronto-Socorro do hospital com este convênio, fechado desde o dia 22 de outubro. A crise, enfim, serviu para que o modelo de atendimento do convênio seja alterado e, segundo disse o provedor Mário Montini ao Diário, “essa reabertura, que deverá ocorrer em breve, mudará os conceitos de atendimento de planos de saúde em Olímpia”, mas não quis revelar detalhes. No início desta semana, uma nova reunião entre o hospital e a Unimed ocorrerá para melhores definições. O provedor disse que “uma comissão está cuidando dos valores do serviços hospitalares, ou seja, faremos um novo contrato com a Unimed para o atendimento hospitalar, dentro de padrões justos, cuja comissão também estará reunida nos próximos dias”. Segundo ele, “a expectativa é que as nossas reclamações sejam levadas a bom termo junto à Unimed a fim de que os usuários tenham o melhor serviço”. (Portal Blog Leonardo Concon/SP – 25/11/2012)

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Unimed promove palestra sobre responsabilidade do médico

O auditório do Hospital César Leite recebeu médicos da Unimed Vertente do Caparaó, na noite desta quinta-feira, 22, para palestra sobre a responsabilidade jurídica do médico. O advogado Dr. Fernando Mitraud, especialista em Responsabilidade Médica, foi o palestrante convidado pela cooperativa. Segundo o Dr. Fernando Mitraud, atualmente o número de processos jurídicos contra médicos vem aumentando a cada dia e, na maioria das vezes, não por erro médico, mas sim por pequenas falhas, questões do dia a dia, como mau gerenciamento de prontuário, documentação médica e, algumas vezes, falta de informação ao paciente. "O objetivo da palestra foi alertar aos médicos quanto algumas questões do cotidiano, que geralmente são deixadas de lado, mas podem implicar em consequências sérias e acarretar sérios processos judiciais". Dr. Fernando Mitraud destacou que, por mais que o profissional atue com proficiência, cada organismo responde de forma diferente aos tratamentos medicamentoso e cirúrgico. Ele ressaltou os aspectos jurídicos da relação médico e paciente; principais queixas que levam a um processo e detalhou o andamento processual. A palestra teve a participação de vários médicos de Manhuaçu e foi aberta pelo Presidente da Associação Médica, Dr. Marcelo Ker Werner. Ele ressaltou a importância da iniciativa para a informação e atualização dos profissionais da medicina. (Portal Caparaó/MG – 23/11/2012)

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Piracicaba, XV estuda ampliar parceria com a Unimed

Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira, 23, o XV de Piracicaba anunciou que pretende ampliar a parceria com a cooperativa médica Unimed. A notícia foi confirmada pelo presidente do Alvinegro, Celso Christofoletti, e também pelo mandatário da empresa, Carlos Alberto Youssef, que compareceram à sala de imprensa Ary de Camargo Pedroso e falaram sobre o tema. “XV e Unimed estão há muitos anos juntos e essa parceria sempre foi muito importante nas conquistas do clube. Estamos aqui hoje para reforçar essa união e dizer que, nas próximas semanas, estaremos conversando sobre uma possível ampliação dos benefícios envolvidos nessa sociedade”, disse Christofoletti. Youssef lembrou de seu tempo como torcedor e disse que é uma honra, para a Unimed, ser parceira do XV de Piracicaba. “Recordo-me de quando saia de Rio das Pedras para vir assistir aos jogos do XV. Hoje tenho orgulho de ser o presidente da Unimed e estar aqui reforçando esse compromisso com o clube. Estamos a disposição para conversar e aumentar a nossa ajuda”, comentou. Hoje, a Unimed disponibiliza toda a assistência médica para o departamento profissional do XV de Piracicaba, além de fornecer sua unidade móvel em dias de jogos no estádio Barão da Serra Negra. “O médico do clube, Dr. José Roberto Alleoni, também presta todo o atendimento e acompanhamento de todos os atletas. Ele é um excelente profissional e o XV está em muito bem amparado neste ponto”, completou Youssef. Para finalizar, Christofoletti agradeceu e informou os presentes que, quando a nova parceria estiver sacramentada, ele passará os detalhes. “Agora vamos estudar as necessidades do clube e conversar com o pessoal da Unimed. Espero que o acordo seja positivo para as duas instituições. Afinal, essa parceria só tende a crescer”, comentou. Tardelli Aguilera Coelho O diretor de futebol, Renato Bonfiglio, anunciou que o XV assinou um pré-contrato com o atacante Tardelli Aguilera Coelho. Conhecido como Tardelli, o profissional é natural de Cuiabá-MT, tem 23 anos, 1,80m e 80Kg. Um vídeo mostrado pela assessoria mostrou alguns gols do atleta, que foi artilheiro do Campeonato Sul-mato-grossense , com 12 gols, e vice-artilheiro do Mogi Mirim na campanha do acesso da Campeonato Brasileiro da série D. “É uma aposta da diretoria. Um jogador com muita habilidade e tem tudo para dar certo no XV”, afirmou Bonfiglio. Tardelli teve passagens por Vila Aurora-MT , Vilhena-RO, Ituiutaba-MG, Nacional-PR, Operário-PR, Guarani-CE, Mundo Novo-MS, Sete de Dourados-MS e Mogi Mirim-SP. O profissional será apresentado à imprensa na semana que vem, juntamente com mais três reforços. “Eles devem chegar no início da semana e começarão os trabalhos físicos. (Portal Piracicaba em Festa/SP – 25/11/2012)

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Jogadoras e técnica da Unimed são campeãs sul-americanas

A seleção brasileira sub-15 de basquete feminino conquistou de forma invicta o título do 19º Campeonato Sul-Americano, disputado na semana passada, entre os dias 19 e 23, em Caracas, na Venezuela. Três jogadoras da Unimed/Americana fizeram parte do grupo campeão: a ala Wytalla Taynara Eugênio Mota, 15 anos; a ala/pivô Aline Cristina Cezário de Mota, 15; e a armadora Izabela Nicoletti Leite, 13. Além delas, a técnica Anne de Freitas Sabatini também participou da campanha vitoriosa como assistente do técnico Júlio Patrício. Wytalla Mota e Aline Moura foram titulares da seleção brasileira e Izabela Nicoletti, a mais nova do grupo, transformou-se na sexta jogadora durante o Sul-Americano. No jogo que garantiu o título (vitória sobre a Venezuela por 94 a 51), Wytalla Mota foi a cestinha com 22 pontos, enquanto Izabela Nicoletti marcou duplo-duplo com 14 pontos e 11 rebotes. Além da medalha de ouro, Wytalla Mota trouxe três troféus para Americana: melhor lance livre, cestinha e MVP (jogadora mais valiosa). A delegação brasileira retornou ao país na madrugada deste domingo (25). Com o título do Sul-Americano, o Brasil garantiu vaga na Copa América Sub-16 de 2013. SEMIFINAL – A equipe sub-17 da Unimed/Americana, comandada pela técnica Adriana Santos Lopez, enfrenta Barretos nesta segunda-feira (26), às 18 horas, em Barretos, no primeiro jogo do playoff semifinal do Campeonato Paulista. A segunda partida está marcada para sábado (1º), às 15 horas, no ginásio do Centro Cívico, em Americana. Havendo necessidade, o terceiro jogo também será em Americana no domingo (2), às 11 horas. O vencedor da série decide o título contra o ganhador de Ourinhos e Osasco. SUB-19 – Na quarta-feira (28), a equipe sub-19 da Unimed/Americana joga contra Osasco na disputa do terceiro lugar do Campeonato Paulista. A partida está marcada para as 18h30, no ginásio do Centro Cívico. SELETIVA – A Unimed/Americana realiza seletiva para as categorias de base nos dias 3 e 4 de dezembro, a partir das 14 horas, no ginásio do Centro Cívico. A atividade é voltada a meninas nascidas em 1996, 97, 98, 99 e 2000. As interessadas devem se apresentar no local com documento de identidade (RG) e roupa adequada à prática esportiva. (Portal O Jogo/SP – 25/11/2012)

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Planos de saúde investem na nova classe média do país

Em 10 anos, entre 2002 e 2012, a classe média brasileira passou de 70 para 100 milhões de pessoas, o que já representa mais da metade da população. Essa fatia investiu em serviços de saúde cerca de R$ 30 bilhões no ano passado, segundo dados do Data Popular. O estudo também aponta que aproximadamente 50% são usuários de planos de saúde. “A assistência nessa área se tornou uma das prioridades da classe C, que aumentou seu poder aquisitivo”, afirma a comentarista da Globonews, Cristiana Lôbo, âncora do programa Fatos e Versões. Para ela, a falta de um atendimento adequado no sistema público de saúde, somada ao aumento do poder de consumo da classe média, contribui para que as operadoras de saúde invistam nesse mercado. “Quanto mais emprego, mais a população busca qualidade de vida e o plano de saúde está incluso no pacote”. A análise foi feita durante a palestra “Cenários e perspectivas econômicas da saúde suplementar no Brasil”, realizada na quinta-feira (22), no Cenarium Rural (Famato), com a participação de cooperados e colaboradores da Unimed Cuiabá. Para garantir um investimento promissor, a jornalista mostrou o vínculo entre a economia e a política e como a intersecção deles influencia nas decisões futuras, inclusive no que diz respeito à saúde suplementar. Em função da prospecção política de investimentos na classe média, com previsão de crescimento nos próximos anos, a mudança na pirâmide socioeconômica brasileira deve ser considerada. Na capital mato-grossense, a Unimed Cuiabá identificou nessa parcela da sociedade um nicho de mercado, considerado estratégico. O plano de saúde para as classes C e D, chamado Unimed Fácil, já atende 20 mil clientes. A intenção é triplicar esse número em cinco anos, mesmo período previsto para o payback. Os investimentos para atender a carteira desse plano diferenciado são evidentes. Um ambulatório especial foi inaugurado em abril e, em seguida, no mesmo prédio, a Cooperativa inaugurou o Centro de Tratamento de Feridas e o Centro de Infusão de Medicamentos. As novas instalações são responsáveis pela geração de 100 empregos diretos, com a realização de mais de 5 mil atendimentos por mês. (Jornal Folha do Estado, Economia/MT – 26/11/2012)

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Saúde para todos os públicos

Engana-se quem pensa que o Barro Preto é conhecido apenas por ser um polo da moda e da Justiça. Lá também estão instalados hospitais, centros de saúde, clínicas e uma maternidade alguns considerados referência no atendimento médico de Minas Gerais. A concentração de serviços desse tipo é tão grande que só perde para a região hospitalar do bairro Santa Efigênia, na região Leste de Belo Horizonte. Entre os mais conhecidos estão os hospitais Felício Rocho, Socor, Vera Cruz e a Maternidade Odete Valadares. Um outro nome de peso, o Hospital Mater Dei, também pretende migrar para o bairro até 2014. A região hospitalar como é conhecida começou a ser desenhada em abril de 1949, com a inauguração do Hospital Vera Cruz, na avenida Barbacena. Na Contorno, o primeiro a chegar foi o Hospital Felício Rocho, em 1952, seguido pela Maternidade Odete Valadares, em 1955; pelo Socor, em 1968; e pelo Hospital São José, em 1999, na rua Aimarés. A região abriga também dois serviços ambulatoriais da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), que são os centros de Especialidade Odontológica, na rua Paracatu, e o Oswaldo Cruz, na rua Uberaba. A Unimed BH também tem um Centro de Promoção da Saúde na rua Paracatu. Desses serviços, a maternidade, ligada à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Phemíg), e os dois centros da PBH atendem exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Já o Felício Rocho e o São José, filantrópicos, atendem pacientes encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde para internações e procedimentos cirúrgicos. Socar, Vera Cruz e Unimed integram a rede particular. A prova de que tão cedo o Barro Preto não vai deixar de ser o segundo polo de saúde da capital são os investimentos previstos para a região até 2014 apenas quatro hospitais concentram apartes de mais de meio bilhão de reais e devem oferecer cerca de 700 novos leitos. Quem saiu na frente foi o Hospital Felício Rocho, que concluiu um plano de expansão este ano totalizando R$ 40 milhões em obras e aquisição de novos equipamentos. Um prédio de três andares está em construção para abrigar setores administrativos e 30 novos leitos serão lançados em outra área. Até 2014 devem ser criados o Instituto da Mulher e um centro de quimioterapia. Outros R$ 80 milhões serão investidos para acrescentar mais 80 leitos. O projeto do Felício Rocho terá grande impacto no atendimento médico, mas sem dúvida o plano mais expressivo é do médico José Salvador Silva, fundador do Hospital Mater Dei, que atualmente possui uma unidade no bairro Santo Agostinho. José Salvador pretende gastar R$ 400 milhões para erguer, na avenida do Contorno, um dos complexos mais modernos do país. "Estou fazendo um hospital para durar mais de 100 anos", adianta. Quando estiver em funcionamento, provavelmente até 2014, o hospital terá 350 leitos e um pronto-socorro com capacidade para 2 mil atendimento por dia. Quem também tem planos de expansão para os próximos anos é o Vera Cruz. Estão previstos 154 novos leitos em uma área de mais de 12 mil m-, estimada em R$ 65 milhões. Com orçamento mais tímido, de R$ 8 milhões, a Maternidade Odete Valadares vai reformar suas dependências. O médico Denilson Santos Custódio conhece bem a rotina do segundo polo de saúde de Belo Horizonte. Há oito anos trabalha no Felício Rocho e atende também em seu consultório, na rua Timbiras. "Consigo conciliar sem precisar deslocar-me para outros bairros", diz. No Felício Rocho ele realiza cirurgias de emergências urológicas, transplantes de rins e responde pela coordenação do serviço de transplante. Para ele, esse é o setor que oferece mais realizações. "É gratificante. Para quem precisa de um novo coração, por exemplo, o transplante é única esperança para ter a expectativa de vida de volta." Mas nem todo mundo vê apenas vantagens na concentração dos serviços de saúde no Barro Preto e no bairro Santa Efigênia. De acordo com César Vieira, consultor técnico do Instituto Brasileiro para Estudo e Desenvolvimento do Setor de Saúde (IBEDESS), o que acontece em Belo Horizonte vai na contramão da tendência dos países de primeiro mundo, onde há pulverização dos serviços, levando em conta, entre outros fatores, população e deslocamento. O consultor trabalhou por quase 30 anos com planejamento e política de saúde na Organização Pan-americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde. "O recomendável é levar em conta onde estão sendo aplicados os investimentos e como será a locomoção até os estabelecimentos de saúde, prevendo o menor deslocamento dos usuários", explica. Se assim fosse, o bairro Sagrada Família, com 34-395 habitantes teria mais hospitais que o Barro Preto, que tem 6.143. Tão ou talvez mais relevantes quanto os números relacionados até agora são algumas histórias de gente que encontrou ajuda na região. A auxiliar de serviços gerais Marly Luiza Magalhães, de 62 anos, trabalhou durante 13 anos na limpeza da Maternidade Odete Valadares, até que descobriu que tinha insuficiência renal. O diagnóstico apareceu em dezembro de 2008 e ela teve de se submeter a várias sessões de hemodiálise no Hospital da Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), no bairro Santa Efigênia. Em agosto deste ano uma notícia trouxe mais ânimo à vida de Marly. "Ligaram do Ipsemg falando que havia surgido um rim para o transplante", conta. Depois de quase quatro anos de espera, Marly recebeu um novo órgão e nova vida em uma das salas do Felício Rocha. Quem também teve a vida renovada no mesmo hospital, referência em transplantes no país, foi o taxista Reinaldo Siqueira, de 40 anos. Em 3 de abril deste ano ele conseguiu colocar fim a 10 anos de sofrimento causado por um problema de rins policísticos. Histórias como estas acontecem todos os dias nos hospitais e centros de saúde do Barro Preto. Muitas vezes são histórias que começam de forma triste, mas que, graças ao esforço de quem dedica sua vida à saúde do próximo, terminam com um final feliz. (Revista Encontro, Saúde/MG – Novembro. 12 – pg 194 a 197)

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Investigação da PF faz prestígio de titular da AGU despencar no Planalto

A demissão do advogado-geral-adjunto da União José Weber Holanda Alves por ordem da presidente Dilma Rousseff, no sábado, tornou praticamente nulas as possibilidades de o ministro Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, ser escolhido chefe da Casa Civil - em caso da saída da titular Gleisi Hoffmann - ou ocupar uma cadeira do Supremo Tribunal Federal. A posição política de Adams diante da presidente enfraqueceu muito porque Weber Holanda, seu braço direito na AGU, é apontado pela Polícia Federal como suspeito de participar de um esquema de venda de pareceres técnicos, desvendado pela Operação Porto Seguro, deflagrada sexta-feira. Como Adams sempre foi um defensor do ex-adjunto - e fez de tudo para levá-lo para a AGU -, seu prestígio despencou. Todos se recordam de que o advogado-geral bancou a ida do adjunto para o cargo, mesmo após a Casa Civil vetar o nome dele, por causa de supostas irregularidades cometidas em cargos anteriores. Servidores da AGU já organizam protesto por moralidade no órgão, marcado para a quinta-feira. Dilma tenta tratar o caso como encerrado para o Planalto, reiterando apenas que a PF tem liberdade para agir e que as investigações atingirão quem tiver de atingir. Mas não esconde preocupações sobre o que mais poderá vir à tona, além de temer que a oposição consiga criar uma CPI para investigar o caso. Outra consequência das denúncias afeta o pacote de medidas para os portos, que está em fase final de elaboração. Com as denúncias de que, em escutas, o ex-senador Gilberto Miranda estava buscando a flexibilização de regras para uso de portos privados, a presidente Dilma passou a exigir um olhar de lupa no projeto. Ela insiste, no entanto, que pretende lançá-lo antes de sua viagem à Rússia, em 10 de dezembro. Suspeitas. Weber foi procurador-geral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ascendeu a chefe da Procuradoria-Geral Federal, mas, em 2003, foi exonerado após suspeitas de irregularidades em sua passagem pelo instituto. Depois disso, com o apoio de Adams, conseguiu galgar posições na estrutura da AGU, enquanto recursos interpostos por ele na Justiça travavam investigações sobre sua gestão. Em 2003, o subchefe de Coordenação de Ação Governamental da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos, encaminhou à AGU cópia de auditorias do INSS, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Secretaria Federal de Controle para a apuração de falhas em contrato firmado pelo instituto sem licitação, supostamente sem justificativa, com o Centro Educacional de Tecnologia em Administração (Cetead), da Bahia. O tribunal responsabilizou Weber e outros servidores pelas irregularidades em 2006, encaminhando o caso ao Ministério Público, por suspeita de crime. Após correição, a Corregedoria da AGU determinou a abertura de processo disciplinar em 2008. Mas, no ano seguinte, o adjunto conseguiu travar a apuração no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob o argumento que o prazo para investigações estava prescrito. Em agosto do ano passado, a Justiça Federal aceitou o argumento da prescrição e parou outro processo para apurar a participação de Weber em irregularidades em contrato do INSS com a empresa CTIS. Quando procurador, ele aprovara as notas técnicas da parceria. Adams queria a nomeação de Weber para adjunto em 2009, mas a Casa Civil, na época chefiada por Dilma, barrou a indicação, por conta do histórico de denúncias. Diante disso, o advogado-geral deu a ele um cargo de assessor, que não precisa de permissão. Coma saída de Dilma do cargo para disputar eleições, Adams conseguiu, enfim, emplacá-lo, com aval da ex-ministra Erenice Guerra. Weber é o único subordinado com sala contígua à do advogado-geral. Na AGU, interlocutores de Adams sustentam que os elementos do inquérito da PF já divulgados não são contundentes. (Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

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Investigação da PF faz prestígio de titular da AGU despencar no Planalto

A demissão do advogado-geral-adjunto da União José Weber Holanda Alves por ordem da presidente Dilma Rousseff, no sábado, tornou praticamente nulas as possibilidades de o ministro Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, ser escolhido chefe da Casa Civil - em caso da saída da titular Gleisi Hoffmann - ou ocupar uma cadeira do Supremo Tribunal Federal. A posição política de Adams diante da presidente enfraqueceu muito porque Weber Holanda, seu braço direito na AGU, é apontado pela Polícia Federal como suspeito de participar de um esquema de venda de pareceres técnicos, desvendado pela Operação Porto Seguro, deflagrada sexta-feira. Como Adams sempre foi um defensor do ex-adjunto - e fez de tudo para levá-lo para a AGU -, seu prestígio despencou. Todos se recordam de que o advogado-geral bancou a ida do adjunto para o cargo, mesmo após a Casa Civil vetar o nome dele, por causa de supostas irregularidades cometidas em cargos anteriores. Servidores da AGU já organizam protesto por moralidade no órgão, marcado para a quinta-feira. Dilma tenta tratar o caso como encerrado para o Planalto, reiterando apenas que a PF tem liberdade para agir e que as investigações atingirão quem tiver de atingir. Mas não esconde preocupações sobre o que mais poderá vir à tona, além de temer que a oposição consiga criar uma CPI para investigar o caso. Outra consequência das denúncias afeta o pacote de medidas para os portos, que está em fase final de elaboração. Com as denúncias de que, em escutas, o ex-senador Gilberto Miranda estava buscando a flexibilização de regras para uso de portos privados, a presidente Dilma passou a exigir um olhar de lupa no projeto. Ela insiste, no entanto, que pretende lançá-lo antes de sua viagem à Rússia, em 10 de dezembro. Suspeitas. Weber foi procurador-geral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ascendeu a chefe da Procuradoria-Geral Federal, mas, em 2003, foi exonerado após suspeitas de irregularidades em sua passagem pelo instituto. Depois disso, com o apoio de Adams, conseguiu galgar posições na estrutura da AGU, enquanto recursos interpostos por ele na Justiça travavam investigações sobre sua gestão. Em 2003, o subchefe de Coordenação de Ação Governamental da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos, encaminhou à AGU cópia de auditorias do INSS, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Secretaria Federal de Controle para a apuração de falhas em contrato firmado pelo instituto sem licitação, supostamente sem justificativa, com o Centro Educacional de Tecnologia em Administração (Cetead), da Bahia. O tribunal responsabilizou Weber e outros servidores pelas irregularidades em 2006, encaminhando o caso ao Ministério Público, por suspeita de crime. Após correição, a Corregedoria da AGU determinou a abertura de processo disciplinar em 2008. Mas, no ano seguinte, o adjunto conseguiu travar a apuração no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob o argumento que o prazo para investigações estava prescrito. Em agosto do ano passado, a Justiça Federal aceitou o argumento da prescrição e parou outro processo para apurar a participação de Weber em irregularidades em contrato do INSS com a empresa CTIS. Quando procurador, ele aprovara as notas técnicas da parceria. Adams queria a nomeação de Weber para adjunto em 2009, mas a Casa Civil, na época chefiada por Dilma, barrou a indicação, por conta do histórico de denúncias. Diante disso, o advogado-geral deu a ele um cargo de assessor, que não precisa de permissão. Coma saída de Dilma do cargo para disputar eleições, Adams conseguiu, enfim, emplacá-lo, com aval da ex-ministra Erenice Guerra. Weber é o único subordinado com sala contígua à do advogado-geral. Na AGU, interlocutores de Adams sustentam que os elementos do inquérito da PF já divulgados não são contundentes. (Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

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Esquema fez 1,1 mil ligações para PR

A Polícia Federal identificou 1.169 telefonemas de um dos redutos da organização criminosa que fraudava pareces técnicos para um telefone do Partido da República (PR), no período entre 15 de junho de 2010 e 4 de abril de 2011. A PF também interceptou contatos diretos entre o diretor de Hidrologia da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira - apontado como chefe da quadrilha - e o deputado Valdemar da Costa Neto, secretário-geral do PR, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva no julgamento do mensalão. Os telefonemas partiram de um número cadastrado em nome de um restaurante da Alameda Joaquim Eugênio de Lima, em São Paulo, que tem como sócio o empresário Marcelo Rodrigues Vieira, irmão de Paulo. Os dois e um terceiro irmão, Rubens, diretor de Infraestrutura da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), são alvos da Operação Porto Seguro. Em um organograma sobre os grampos a PF cita o Nippon Japanese Restaurantes-Yatai e o PR. O restaurante seria usado como base do grupo para corromper servidores públicos em troca de laudos forjados que atendiam interesses empresariais. A PF apurou que numa mesa do Yatai o auditor do TCU Cyonil da Cunha Borges de Farias Junior recebeu R$ 100 mil para fazer um parecer "sob encomenda"- depois, ele se arrependeu, devolveu o dinheiro e denunciou o caso. Foram interceptados 10 mil e-mails entre integrantes do esquema. A PF pegou ainda escutas nas quais Costa Neto é citado. Isso levou a procuradora da República Suzana Fairbanks a requerer à Justiça Federal, em junho, a separação desses diálogos dos autos da Operação Porto Seguro "para posterior encaminhamento a quem possua atribuição funcional para tal". Suzana reforça sua preocupação em destacar as menções a detentores de prerrogativa de foro e menciona cinco situações que justificam a medida, quatro delas apontando nominalmente Costa Neto. Áudios de 24 e 28 de maio pegaram conversas da secretária do deputado com o escritório do empresário Carlos César Floriano, que atua na área portuária e sexta-feira foi indiciado pela PF. O criminalista Alberto Zacharias Toron, defensor de Floriano, esclareceu que o empresário não foi preso, mas conduzido para depor. "Floriano não tem participação alguma em atos ilícitos", disse Toron. A procuradora assinala telefonemas entre Paulo Vieira e Costa Neto. A 28 de maio Vieira pede "a indicação de um vereador de Santos para assinatura de representação junto ao TCU, sendo-lhe indicado Odair Gonzalez". É citado áudio de 5 de junho "entre Tereza, secretária do ministro Pedro Britto (ex-ministro dos Portos) e Daniele, secretária de Floriano, quanto a pedido de patrocínio de evento a ocorrer no setor portuário em 2013". Por meio da assessoria do PR, Costa Neto informou que "é amigo e mantém relações próximas com Paulo Vieira há muitos anos". Alega é um parlamentar muito bem votado em Cruzeiro (SP) e Paulo é dono de uma faculdade da cidade. "São relações normais, absolutamente cordeais, amistosas, mas destituídas de qualquer envolvimento institucional ou que se refira a gestão pública." (Jornal O Estado de S. Paulo, Nacional/SP – 26/11/2012)

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País tem pior crescimento desde Collor

A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC). Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%. Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento - hoje baseada no aumento do consumo - passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade. "Esses resultados ruins não serão salvos com políticas pontuais, como a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos automóveis, que ajudou muito o resultado do terceiro trimestre, que esperamos ser de 0,9% na margem (comparação com o anterior)", afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados. "Mesmo com um quarto trimestre ainda melhor (1,1%), o resultado será de 1,3% no ano", ressalta. Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar os números do PIB referentes ao terceiro trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê crescimento de 1,2% na comparação com o segundo trimestre. Para o ex-diretor do Banco Central, Carlos Thadeu de Freitas, hoje presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), a economia não deslancha mais por problema de oferta do que de demanda. Ele argumenta que tanto a demanda não está fraca que a inflação está acima do centro da meta, de 4,5%. "Precisamos de uma mini- agenda de crescimento que comece por desindexar o salário mínimo", defende. A proposta é polêmica e enfrenta forte resistência dos sindicatos, mas ele argumenta que é preciso baixar o custo unitário do trabalho no Brasil, "que está muito alto". "Esse custo é pressionado para cima pela política do salário mínimo, que todo ano tem um aumento real de valor", diz o presidente da CNC. As medidas tomadas recentemente pelo governo ainda não tiveram impacto no aumento da produtividade das empresas, diz o empresário José Ricardo Roriz Coelho, diretor do departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "O governo, em algumas coisas, andou numa velocidade que chegou a impressionar", afirma Roriz Coelho. "Só que a queda da Selic (a taxa básica de juros da economia), por exemplo, ainda não pegou o spread bancário e as empresas continuam pagando taxas de 30% ao ano", cita. O empresário reconhece que a queda da taxa de juros, a melhora do câmbio e a desoneração da folha de pagamentos de 40 setores industriais vão ter impacto positivo no futuro. "Mas isso não acontece de uma hora para a outra, sem contar que pegou as empresas descapitalizadas, sem capacidade de investir e numa situação em que a produtividade está muito baixa." Para ele, se o atual modelo de crescimento não mudar "o mais rápido possível" para um modelo baseado em investimento, em 2013 vai ocorrer o mesmo que hoje. "O consumo cresce, mas quem captura o aumento do poder de compra do brasileiro são os produtos importados." Sérgio Vale, da MB, vai além. "Em 2013, junto à continuidade de falta de reformas, e com a tendência de o governo interferir ainda mais nas decisões privadas, fica difícil imaginar uma recuperação significativa." Para piorar, no começo do ano, o País poderá sentir os efeitos do chamado abismo fiscal americano. O problema se refere ao fim de incentivos fiscais implementados há quase dez anos pela administração de George Bush e ao início de cortes automáticos no orçamento em programas sociais e militares a partir de janeiro de 2013. O valor a ser retirado da economia chega a US$ 607 bilhões, caso não haja acordo entre o governo Obama e o Congresso do país. "A diferença é que o impacto negativo em 2013 já é esperado, ao contrário do ano passado", pontua Vale. "Mas o fato é que isso joga o crescimento mundial para baixo e reforça perspectivas negativas para Europa e China. Com isso, o cenário externo continua ruim e o doméstico, sem grande melhora. Assim fica difícil imaginar crescimento expressivo para o Brasil", diz Vale. (Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 26/11/2012)

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Expansão acima de 4% não é sustentável, admite governo

O limite de crescimento brasileiro atualmente está por volta de 4% ao ano, reconhece um destacado membro da equipe econômica do governo. "De forma sustentável, acima de 4% é difícil hoje. Um ano ou outro a gente consegue, como em 2010, quando cresceu 7,5%. Mas é difícil porque as restrições na economia talvez não permitam isso. Restrições do mercado de trabalho, da infraestrutura", diz a fonte. Mas, continua, a visão é de que o potencial de crescimento se mantém o mesmo dos últimos quatro a cinco anos. A fonte observa que, nos momentos de maior euforia, diversas instituições chegaram a estimar taxas de crescimento potencial acima daquela enxergada, por exemplo, pelo Banco Central (BC). Hoje, ao contrário, haveria um pessimismo exagerado em relação ao potencial. A questão da restrição ao crescimento pelo fim da disponibilidade de absorção de mão de obra em larga escala (o que só era possível quando a taxa de desemprego era muito mais alta) é plenamente reconhecida pela equipe econômica, diz a fonte. Mas há compensações. A média de anos de estudo dos brasileiros com mais de 25 anos saltou de 5,6 em 2000 para 7,2 em 2010. O salto em pontos porcentuais foi maior do que o da China no mesmo período (de 6,6 para 7,6) ou da Índia (de 3,6 para 4,4). Além disso, a taxa de investimento no Brasil de 2000 a 2006 era de 16,3% do PIB. De 2007 a 2012, está na faixa de 18,7%. Produtividade. Na questão da produtividade, a fonte, mesmo reconhecendo os problemas da indústria, nota que há avanços notáveis na agricultura e em segmentos dos serviços, como telecomunicações e o sistema financeiro. Na agricultura, nos últimos dez anos, o crescimento anual médio da produção foi de 5,3%, e o da área plantada de apenas 1,4% - o que indica um forte salto na produtividade. O membro da equipe econômica nota ainda que o limite de 4% para o crescimento é algo do momento atual, e nada impede que possa ser aumentado num prazo de cinco a seis anos. Para isso, porém, é fundamental que seja bem sucedida a atual agenda da presidente Dilma Rousseff de concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, de barateamento da energia elétrica, de redução da carga tributária e de expansão do investimento público, com contrapartida de encolhimento das despesas correntes. "O Brasil não está condenado a ter um PIB potencial que não possa se expandir a médio prazo, mas, para que isso aconteça, o governo tem de ser bem sucedido naquela agenda", diz a fonte. (Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 26/11/2012)

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Pílulas da beleza

Depois dos cremes e cosméticos de uso tópico, agora se multiplicam nas prateleiras das farmácias as opções de nutri cosméticos ou nutracêuticos. São suplementos orais compostos por substâncias que prometem dar um up na beleza. Mas será que vale a pena investir neste arsenal, cujo preço nem sempre é acessível? De acordo com a dermatologista Eveline Bartels, estamos, sim, diante de um avanço: "Estes compostos têm objetivo de disponibilizar uma dosagem adequada de vitaminas fundamentais para a saúde e a beleza da pele, dos cabelos e do corpo todo. Apesar de as vitaminas estarem disponíveis nos alimentos, alguns compostos são difíceis de serem encontrados na alimentação básica e na dosagem correta para as necessidades diárias. Então, as cápsulas entram como uma suplementação da nutrição saudável", diz a médica. Mas, apesar de estarem disponíveis para venda sem receita, alertam os especialistas, o ideal é que se faça uma consulta com um médico para verificar areal necessidade de suplementar a dieta. Do contrário, corre-se o risco de jogar dinheiro fora e até causar danos à saúde, "A superdosagem pode ter efeitos colaterais como hipervitaminose. E os polivitamínicos tomados em excesso podem ser eliminados pela urina ou fezes e até sobrecarregar o fígado e predispor à calcificação renal", explica Eveline Bartels. Exames mais detalhados, avaliação clínica do paciente e até o histórico familiar vão ajudar na hora da indicação correta da suplementação. Foi justamente visando a uma avaliação personalizada que a advogada Fabíola Vitale Motta procurou ajuda médica. "Meu cabelo estava em queda livre e as unhas quebradiças, devido a um período de estresse e mudanças. Algumas semanas depois que comecei a tomar as pílulas, a queda do cabelo cessou e novos fios chegaram. As unhas ficaram fortes e a pele ganhou mais viço", diz Fabíola. Quem também se beneficia com o uso das pílulas é Marielhe Maciel Guerra, médica especialista em clínica médica e pós-graduada em dermatologia estética. Além de indicar às pacientes, ela se diz uma apaixonada pelos efeitos dos nutricosrnétícos "Tenho obtido bons resultados, tanto em mim mesma quanto nos meus pacientes. Mas acredito num tratamento global. O uso, por exemplo, de pílula contra o fotoenvelhecimento não dispensa o uso de um bom protetor solar. O uso de lipolítico oral não dispensa dieta e a prática de exercícios físicos", explica, Por isso, essas pílulas trabalham de modo coadjuvante: "Elas não realizam milagres. Não farão com que as rugas ou sua gordura localizada desapareçam. É necessário um tratamento multifatorial, com outros cuidados como alimentação, exercícios físicos, uso de produtos tópicos anti-idade, protetor solar, etc.", explica Marielhe. A diferença das pílulas da beleza para outros polivitamínicos vendidos em farmácias é que os nutricosméticos trazem compostos indicados para casos mais específicos e tratamentos direcionados. cabelos, pele, celulite, bronzeamento e outras indicações. (Revista Encontro/MG – Novembro. 12 – pg 150 a 152)

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Doutor Coração

Primeiro médico a realizar um transplante de coração em Minas, há 26 anos, o peruano Carlos Camilo Smith Figueroa se estabeleceu em Belo Horizonte e construiu sua carreira no Hospital Felício Rocho. Em 1986, Maria Geracina Faria Franco apresentava insuficiência cardíaca e só um novo coração poderia resolver seu problema. Numa tarde de sábado, uma doadora compatível deu entrada no pronto-socorro do Hospital Felício Rocho, no Barro Preto, um dos mais tradicionais bairros de Belo Horizonte. Já nas primeiras horas do domingo o coração fraco foi substituído, fazendo com que, logo pela manhã, seu quadro clínico se transformasse completamente. Geracina foi a quarta paciente e primeira mulher a receber um coração transplantado no Brasil. Em Minas Gerais, foi o primeiro caso, conduzido pelas mãos habilidosas do cirurgião Carlos Camilo Smith Figueroa, há 26 anos. Foi assim que o médico, a paciente e o bairro fincaram o nome na história da cirurgia cardíaca no país. Dr. Figueroa, como é tratado por seus pacientes e funcionários, nasceu no Peru. Do consultório que fica em frente ao FeIício Rocho, onde atende junto aos parceiros e ex-residentes Dielson Sampaio e Nílcio Lobo Ir, ele conta que o interesse pela medicina surgiu quando ainda era criança e acompanhava uma irmã enfermeira, que o levava para o hospital pediátrico em que trabalhava. Quando cresceu, resolveu seguir a profissão. "Na época da faculdade, segui os passos de um irmão que veio para cá estudar agronomia. Saí da cidade de Arequipa (Peru) e vim concluir meu curso na UFMG", relata. Ao ser perguntado se foi uma boa experiência deixar a família e a cidade natal tão jovem para morar e estudar em terras mineiras, o cirurgião mostra que o jeito mineiro já foi bem incorporado à sua natureza estrangeira. A resposta é uma mistura de mineirês com sotaque castelhano que arranca risadas. "Gostei tanto que fiquei por aqui, uail" O médico passou um tempo em São Paulo também. Depois de se especializar em cirurgia geral, ele decidiu ir para lá fazer residência em cirurgia cardiovascular com o dr. Zerbiní, principal referência em transplantes de coração no Brasil à época. Mais tarde, chegou a voltar ao Peru e trabalhar em Lima mas depois de cinco anos por lá, ele e a esposa, que havia conhecido aqui, decidiram voltar a Belo Horizonte. Na capital mineira, dr. Figueroa foi trabalhar no Hospital Felício Rocho, onde conheceu o técnico de perfusão Afonso Ferreira da Silva, com quem divide a sala de cirurgia há quase 40 anos. É ele quem opera a máquina que substitui as funções do coração enquanto as cirurgias são realizadas. Para Afonso, o segredo do sucesso é o entrosamento do grupo responsável pelas operações junto desde 1984 -, que alia as capacidades individuais de cada um à experiência e liderança do próprio dr. Figueroa. "Já estudei muito, assisti a muitas cirurgias e o diferencial do Figueroa está em suas mãos. Ele tem uma técnica muito precisa; conta Afonso. Ao longo dessas décadas, são muitas as histórias de sucesso. O ex-comerciante João Albertino de Resende foi transplantado em 2002 e nem um derrame, no início deste ano, foi capaz de derrubá-Io. João vive uma vida sossegada em seu sítio, nas imediações de Ritápolis, cidadezinha na região de São João del-Rei, "O meu contato com o dr. Figueroa foi muito pouco, só durante a época da cirurgia, mas isso não impede que eu carregue grande admiração e gratidão por ele", afirma. A maior sobrevida até agora tem sido a do paciente Geraldo Fernandes Araújo, transplantado há 24 anos. Maria Geracinda, a primeira mulher a receber um transplante, viveu por mais 18 anos. Com quase 50 anos de carreira, Figueroa já fez cerca de 250 transplantes no Felício Rocho e mais de 100 no Hospital das Clínicas. "Até hoje, nunca tive limitações físicas. Acho que só isso seria motivo para parar. Mas é claro que diminuí meu ritmo e, além disso, todo fim de semana vou para minha fazenda, onde recarrego as baterias completa. (Revista Encontro, Bairros/MG – Novembro. 12 – pg 194 a 197)

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A fila dos remédios

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) demora, em média, 640 dias para autorizar a comercialização de medicamentos, segundo números de outubro do levantamento feito pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). Chamado ironicamente de "demorômetro", o acompanhamento indica que a lentidão da Anvisa não para de aumentar. Em relação a novembro de 2011, o prazo médio aumentou 271 dias. Tal desempenho não é aceitável em uma agência normalmente lépida quando se trata de regular a vida do consumidor de medicamentos e de alimentos, ditando o que ele deve ou não deve ingerir. Como mostrou o Estado (5/11), há nada menos que 1.876 remédios à espera de autorização da Anvisa. As indústrias se queixam de que tal situação afeta seus ganhos, fazendo-as rever ou até abandonar planos de investimento, pois não há segurança de que os prazos mínimos serão respeitados. Por lei, a autorização tem de ser concedida em 90 dias para novos medicamentos e em 120 dias para medicamentos similares. O caso dos remédios genéricos e similares é particularmente escandaloso. A Anvisa tem 1.697 medicamentos desse tipo em sua fila. Há um caso em que o pedido de registro foi protocolado há quase 1.500 dias, em 23 de outubro de 2008. Em outubro, houve demora média de 812 dias para autorizar essa classe de remédio, segundo a Interfarma. O prejuízo para as empresas do setor é evidente, o que chega a ser paradoxal, em se tratando de um mercado que não para de crescer, graças ao aumento da renda dos brasileiros e, consequentemente, do seu acesso a tratamentos de saúde. Entre 20% e 40% do faturamento dos laboratórios é gerado pela venda de remédios novos, cujo desenvolvimento leva até 15 anos, ao custo médio de US$ 800 milhões, e cuja autorização para venda fica meses parada nos escaninhos da Anvisa. No caso dos genéricos, a EMS, líder do setor, informa que o total de remédios aprovados neste ano pela Anvisa para o laboratório foi 35% menor do que em 2011. A empresa, que teve uma expansão de 16%, igualando-se à média do setor, diz que poderia ter crescido 30% se a demora da autorização não fosse tão grande. Desse modo, a indústria farmacêutica hesita em investir mais, segundo os especialistas, porque não tem certeza sobre quando terá retorno. Há casos de empresas que expandiram sua capacidade de produção, mas que, em parte graças ao atraso da Anvisa, estão com áreas ociosas. A demora na liberação dos remédios tem outro efeito colateral importante: com menos competidores nas drogarias, os preços tendem a subir. Tal situação não atinge somente o consumidor que vai à farmácia, mas o Estado, que tem de comprar medicamentos para o Sistema Único de Saúde. Ademais, graças à lentidão da Anvisa, hospitais e familiares de pacientes que necessitam urgentemente de remédios ainda indisponíveis no Brasil são impelidos a entrar na Justiça para conseguir importar esses medicamentos - e nesse caso também enfrentam imensa burocracia alfandegária, que pode até mesmo pôr em risco a vida do paciente. A Anvisa se defende dizendo que o tempo de análise para a liberação de remédios hoje no Brasil "é compatível com o das demais agências reguladoras do mundo". No entanto, a FDA, órgão que autoriza a comercialização de remédios nos Estados Unidos, leva no máximo 300 dias para liberar medicamentos que representam avanços pouco significativos em relação ao que já existe no mercado e até 180 dias para remédios que oferecem tratamentos novos - ou seja, prazos muito inferiores à atual média de 640 dias na agência brasileira. A Anvisa admite que precisa melhorar o processo de autorização, mas responsabiliza o volume de remédios parados na fila ao crescimento do mercado farmacêutico no Brasil. A agência argumenta que não quer abrir mão da "segurança sanitária dos produtos utilizados pela população brasileira". Nem se esperava outra coisa. Entretanto, tal preocupação não pode mascarar a escandalosa incapacidade da Anvisa de cumprir uma de suas principais obrigações com rapidez e eficiência. (Jornal O Estado de S. Paulo, Opinião/SP – 26/11/2012)

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Problemas financeiros afligem 25% das operadoras

Cerca de 25% das operadoras de planos de saúde em atividade - o que equivale a 339 convênios médicos - apresentam algum tipo de problema financeiro, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Todas elas estão sendo acompanhadas de perto pela agência reguladora. Desse grupo de 339 operadoras em situação de risco, 72 já estão em fase de liquidação extrajudicial. Outras 127 estão sob "direção fiscal", processo em que a ANS intervém colocando um diretor fiscal dentro da empresa de plano de saúde para acompanhar a gestão do negócio durante um ano. Caso a operadora não atinja as metas prometidas, ela é fechada. "A maioria das operadoras em direção fiscal é de pequeno porte, mas há também algumas de médio porte. A maioria delas acaba não conseguindo resolver suas pendências e vai para liquidação", disse Leandro Fonseca, diretor-adjunto da ANS. Um plano de saúde é classificado como de médio porte quando tem entre 20 mil e 100 mil clientes. Há ainda 140 convênios médicos dentro do Programa de Adequação Econômica-Financeira da agência reguladora. Esse é o primeiro alerta de desequilíbrio nas contas das empresas, que a partir daí são obrigadas a apresentar um plano de recuperação. Segundo Fonseca, o que tem levado as operadoras a tal situação é a falta de eficiência na gestão. "O mercado trabalhava em regime de caixa, sem muita prática de gestão de risco. Na época da inflação, as operadoras tinham bons resultados financeiros e tocavam seu negócio com esses ganhos", disse o diretor-adjunto da ANS. Além disso, a agência passou a exigir uma série de reservas financeiras para casos de falência dos planos de saúde. Nesse atual cenário, muitas empresas operam com margens de lucro apertadas e não têm recursos para fazer as provisões exigidas pela agência reguladora. Entre essas provisões estão, por exemplo, a exigência de que a operadora tenha uma reserva equivalente a 9,5% do total pago pelos contratantes dos planos ou 12% do valor dos procedimentos médicos pagos aos prestadores de serviço, como hospitais e laboratórios, o que for maior. "As exigências de provisões não foram feitas de forma repentina. Foram dados prazos para que as operadoras fossem cumprindo aos poucos as exigências", disse o diretor da ANS. As operadoras têm até 2013 e 2017, dependendo do tipo de garantia, para se adequarem às exigências da agência. Há em funcionamento no país cerca de 1,3 mil operadoras de planos de saúde, que atendem 48,7 milhões de usuários. (BK) (Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 26/11/2012)

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Avanço da medicina genômica provoca preocupações éticas entre especialistas

A aplicabilidade da medicina genômica personalizada - assim como as preocupações médicas e bioéticas que a acompanham - está cada vez mais precoce. Novas tecnologias já permitem sequenciar o genoma de uma pessoa em praticamente todos os estágios do desenvolvimento humano, do embrião até o indivíduo adulto. Imaginar um futuro em que cada ser humano terá seu genoma sequenciado ao nascer - ou até antes disso - deixou de ser ficção científica para se tornar uma realidade tecnicamente plausível. Vários avanços fundamentais ocorreram nos últimos seis meses. Em junho, cientistas da Universidade de Washington anunciaram ter sequenciado pela primeira vez, de forma não invasiva, o genoma de um feto humano em gestação, utilizando apenas o DNA fetal circulante no sangue da mãe. Um mês depois, um grupo da Universidade Stanford fez a mesma coisa. E mais recentemente, em outubro, uma equipe do Kansas desenvolveu uma tecnologia que permite sequenciar e analisar o genoma completo de um recém-nascido em pouco mais de 48 horas. Some a isso a capacidade de detectar anomalias genéticas e cromossômicas em embriões in vitro e as técnicas cada vez mais rápidas, simples e baratas, disponíveis para sequenciar o genoma de pessoas adultas, e não há etapa do desenvolvimento humano que esteja imune ao escrutínio das ciências genômicas. Todas essas tecnologias surgem acompanhadas de muita expectativa, relacionada ao seu potencial para ajudar no diagnóstico e tratamento de doenças, mas também de muita apreensão, relacionada a questões éticas e legais associadas à sua utilização. "São avanços importantes, mas que também nos deixam preocupadas", diz a médica geneticista Chong Ae Kim, chefe da Unidade de Genética do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Nas mãos de pessoas pouco habilitadas, essas informações podem gerar mais dúvidas do que soluções." "Ter um diagnóstico precoce é importante quando a doença é tratável. Mas e se não for?", indaga sua colega Débora Bertola, também médica geneticista. Tipicamente, exames de DNA são usados para confirmar - ou descartar - um diagnóstico clínico feito pelos médicos. São exames focados, que sequenciam pequenas regiões do genoma em busca de mutações específicas conhecidas. O que o paciente recebe no final é basicamente um resultado positivo ou negativo - se tem ou não a mutação. Num cenário de sequenciamento generalizado do genoma, a ordem dos fatores se inverte: são as informações genéticas que vão forçar os médicos a fazer um diagnóstico clínico. "Quando se olha para o genoma inteiro, a coisa fica bem mais complexa. Você vai encontrar fatores de risco para problemas que poderão se manifestar só na vida adulta, além de um monte de coisas que ainda não sabemos como interpretar. O problema é: quando e como você informa isso para o paciente?", questiona Débora. Ela cita o exemplo da coreia de Huntington, uma doença neurodegenerativa incurável, causada por uma única mutação, que só começa a causar problemas por volta dos 50 anos de idade. "Há um consenso de que não se faz teste genético preditivo em crianças; porque num caso como esse não temos nenhuma solução a oferecer", diz Chong. Preocupação. "Você vai acabar repassando aos pais um monte de informações sobre as quais eles não podem fazer nada além de se preocupar", diz a médica e pesquisadora Diana Bianchi, da Faculdade de Medicina da Universidade Tufts, que escreveu recentemente sobre o assunto na revista Nature Medicine. Segundo ela, nem médicos nem pacientes estão preparados para lidar com esse volume de informações genéticas - que mesmo os cientistas ainda têm grande dificuldade para interpretar. "Para cada problema que é possível resolver, você vai encontrar centenas de problemas sobre o quais não pode fazer absolutamente nada. Há um problema ético muito sério nisso", diz. Espera. Apesar da velocidade com que as tecnologias avançam, Diana acredita que levará tempo para que o sequenciamento genômico de fetos e recém-nascidos seja incorporado ao dia a dia da medicina. "Alguma empresa, sem dúvida, vai colocar isso no mercado, mas não acho que será incorporado aos sistemas de saúde tão rapidamente", diz. Assim como Chong e Débora, ela destaca o benefício de detectar doenças genéticas precocemente em muitos casos, mas acredita que os testes devem ser focados na busca de mutações específicas, clinicamente relevantes para o paciente, e não num sequenciamento despropositado do genoma como um todo. Os próprios inventores do sequenciamento não invasivo do genoma fetal concluem a descrição da técnica na revista Science Translational Medicine com a seguinte ressalva: "Assim como em outras áreas da genética clínica, nossa capacidade de produzir dados está se sobrepondo à nossa capacidade de interpretá-los de forma que seja útil para médicos e pacientes". "Tínhamos amostra de DNA congeladas (do sangue da mãe grávida) e queríamos saber se era possível fazer isso (sequenciar o genoma do feto)", conta Jacob Kitzman, um dos autores principais do estudo. "Muitas coisas precisam ser levadas em consideração antes que isso possa ser aplicado clinicamente em larga escala", diz. "Para a grande maioria das doenças, conhecer o genoma completo não tem tanta relevância. Há muitas variáveis que não significam nada." A aplicação mais imediata da tecnologia, segundo Kitzman, deverá ser na detecção precoce e sem riscos de anomalias genéticas e cromossômicas (como a trissomia do cromossomo 21, da síndrome de Down), que hoje só podem ser diagnosticadas por métodos invasivos, como biópsia de placenta ou coleta de líquido amniótico - que carregam um risco pequeno, porém significativo (1%), de perda da gravidez. "Em vez de perfurar o útero da mãe com uma agulha, você tira o DNA do sangue", resume a médica Rita Sanchez, chefe do setor de Medicina Fetal do Hospital Israelita Albert Einstein. Nesse caso, o benefício é óbvio. Já no caso de vasculhar o genoma como um todo, segundo ela, a aplicabilidade das informações ainda vai depender de muita pesquisa. "Acho que estamos entrando numa nova era de aprendizado", diz Rita. "Vamos descobrir muitas mutações novas que não sabemos o que significam. Vai ter muito trabalho para todo mundo." O tema foi um dos mais debatidos na reunião anual da Sociedade Americana de Genética Humana, realizada no início do mês em São Francisco, na Califórnia. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

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No embrião, só falta o genoma completo

O único estágio do desenvolvimento humano que ainda não foi conquistado completamente pela genômica é o do embrião. Mas falta pouco. Há muitos anos já é possível fazer análises genéticas e cromossômicas no DNA de células embrionárias individuais, extraídas de embriões produzidos in vitro. O teste, conhecido como diagnóstico genético pré-implantacional, é usado para selecionar embriões em clínicas de fertilidade, especialmente nos casos em que há mutações hereditárias conhecidas na família. Ninguém ainda, porém, conseguiu sequenciar o genoma completo de um embrião sem destruí-lo, porque a quantidade de DNA que se obtém de uma única célula - ou mesmo de duas ou três células - é pequena demais. Até dá para sequenciar, mas com uma taxa de erros ainda muito alta, que compromete a confiabilidade dos dados no final. Apesar disso, não falta gente tentando. Teoricamente, é algo possível de ser feito; basta aprimorar a tecnologia. "Vários grupos estão tentando sequenciar o genoma de uma única célula, e a aplicação disso na área de reprodução assistida é certamente uma das mais promissoras", diz Jacob Kitzman, da Universidade de Washington, nos EUA. "É algo que certamente vamos poder fazer no futuro", diz o médico brasileiro Edson Borges, especialista em reprodução humana. Assim como em adultos, crianças ou fetos, porém, ele tem dúvidas sobre a utilidade clínica de sequenciar o genoma completo de um embrião. "O que a gente entende do genoma ainda é muito pouco", argumenta Borges. "Não vejo utilidade para isso no curto prazo." Até pouco tempo atrás, para o diagnóstico pré-implantacional, retirava-se apenas uma célula do embrião de 3 dias. Agora, segundo Borges, já é possível retirar até cinco células de um embrião de cinco dias, sem comprometer seu desenvolvimento. Ainda assim, uma limitação do teste é que não há como saber com qual grau de fidelidade o DNA dessas células representa o genoma do embrião como um todo. "Ainda que a gente consiga sequenciar o genoma completo, vamos pairar nessa dúvida", conclui Borges. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

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EUA investirão US$ 25 milhões para estudar implicações éticas e científicas

Atentos ao avanço superprecoce das técnicas de sequenciamento genético e ansiosos para saber quais serão as consequências disso para a medicina, os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) lançaram em agosto um edital de US$ 25 milhões, distribuídos em cinco anos, para "explorar as implicações, desafios e oportunidades associados ao possível uso das informações de sequenciamento do genoma no período neonatal". "Queremos saber o que precisa ser pesquisado agora para responder às perguntas que inevitavelmente surgirão no futuro", diz Tiina Urv, do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano (NICHD), um dos 27 institutos e centros que compõem o NIH, que é o principal órgão de fomento à pesquisa biomédica nos EUA. O edital é ao mesmo tempo específico e abrangente. Todos os projetos deverão contemplar, obrigatoriamente, três componentes: geração e análise de dados genômicos que expandam significativamente a quantidade de informações disponíveis para avaliação genética de recém-nascidos; pesquisas clínicas baseadas em técnicas avançadas de sequenciamento que avancem no conhecimento de síndromes já detectáveis pelos exames atuais de triagem neonatal; e pesquisas relacionadas às possíveis implicações éticas, sociais e legais do sequenciamento genômico de recém-nascidos. Na prática, isso significa que muitos bebês terão seu genoma sequenciado nos EUA nos próximos cinco anos. O que a ciência vai aprender com tudo isso, porém, é uma grande incógnita. Valor agregado. Essencialmente, diz Tiina, o NIH quer saber qual seria o "valor agregado" de sequenciar o genoma de recém-nascidos em relação aos testes genéticos que já são aplicados rotineiramente na triagem neonatal (por exemplo, com o chamado teste do pezinho). Nos EUA, 4 milhões de bebês são testados anualmente. Os procedimentos variam de Estado para Estado, mas, como regra geral, recomenda-se a checagem de 31 alterações genéticas e cromossômicas em todo neonato. "Olhamos para isso como uma questão de saúde pública", afirma Tiina. Muitas das preocupações são as mesmas que se debate há anos com o sequenciamento do genoma de pessoas adultas sadias. Com o agravante ético e legal de que um recém-nascido não pode opinar sobre o que ele quer ou não saber sobre si mesmo - um problema no caso de mutações de função desconhecida ou relacionadas a doenças que só poderão aparecer na vida adulta. "A questão do consentimento é problemática. Devemos guardar as informações até a pessoa fazer 18 anos, ou entregar tudo para os pais?", diz a epidemiologista Anastasia Wise, do Instituto Nacional de Pesquisas do Genoma Humano, que patrocina o edital com o NICHD. No Brasil, o Programa Nacional de Triagem Neonatal, do Ministério da Saúde, prevê o exame de quatro doenças em todo nascituro, via teste do pezinho: hipotireoidismo, fenilcetonúria, hemoglobinopatias e fibrose cística. São exames bioquímicos, não de DNA, apesar de três delas (tirando o hipotireoidismo) serem doenças genéticas. Promessa. Uma área na qual o sequenciamento genômico se mostra promissor é na identificação e detecção precoce de mutações relacionadas a doenças raras. Mais de 3,5 mil doenças monogênicas (relacionadas a um único gene) são conhecidas, mas não há testes disponíveis para todas elas. O diagnóstico costuma ser difícil, o que acaba retardando o tratamento e deixando sequelas que poderiam ser evitadas com um diagnóstico mais precoce - ainda que a doença não seja curável. "Em neonatos, diagnósticos moleculares precisam ser rápidos para ter relevância em decisões clínicas", escrevem os autores de um trabalho pioneiro sobre o sequenciamento do genoma de recém-nascidos, publicado em outubro na revista Science Translational Medicine. Eles desenvolveram uma tecnologia capaz de sequenciar e analisar o genoma completo de um recém-nascido em 50 horas, de forma quase que totalmente automatizada. O médico informa a um software os sintomas que está vendo na criança e o programa vasculha o genoma em busca de mutações conhecidas que possam estar associadas a esse quadro clínico. O método foi testado inicialmente em quatro bebês, e cravou o diagnóstico em três. Os pesquisadores, do Childrens Mercy Hospital, no Kansas, propõe que a tecnologia seja usada em UTIs neonatais. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

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Possível aumento no número de abortos preocupa

Uma das principais preocupações éticas relacionadas ao sequenciamento do genoma de fetos nos Estados Unidos é que isso conduza a um aumento do número de abortos ou, no sentido contrário, a um aumento das restrições legais ao aborto. Isso porque, ao tornar o diagnóstico de doenças genéticas mais precoce, o sequenciamento também daria às mulheres mais tempo e potencialmente mais razões para considerar um aborto. A interrupção da gravidez é permitida no País até o sexto mês de gestação, por qualquer motivo. "Se você detecta mais problemas mais cedo na gestação, a probabilidade de a mulher optar por um aborto aumenta", diz Jaime King, professora de Direito da Universidade da Califórnia em Hastings, que publicou um artigo sobre o assunto no início deste mês, na revista Nature. Vários Estados americanos vêm regulamentando o aborto de forma mais restritiva nos últimos anos. Quatro deles (Arizona, Oklahoma, Illinois e Pensilvânia) proibiram a prática por motivo de sexo ou raça (cor da pele) do bebê, e há várias iniciativas legais também para torná-la ilegal quando motivada por anomalias físicas ou genéticas. O caso mais emblemático é o da síndrome de Down, causada por uma cópia extra (trissomia) do cromossomo 21 no genoma do feto. Testes de sangue e imagens de ultrassom podem dar indícios da doença, mas um diagnóstico conclusivo, tipicamente, só pode ser obtido a partir da 16.ª semana, com uma análise genética do líquido amniótico (amniocentese) - procedimento invasivo, que carrega 1% de risco de perda da gravidez. Novos testes genéticos não invasivos, baseados no DNA fetal que circula no sangue da mãe, porém, permitiriam diagnosticar a síndrome já na 10.ª semana. Para Jaime, isso não é necessariamente um problema, desde que a decisão de abortar seja tomada de forma informada e consciente. A preocupação maior quando se olha para o genoma inteiro, segundo ela, refere-se a características genéticas menos determinísticas, como mutações pontuais que podem aumentar o risco de doenças que poderão se manifestar - ou não - somente na vida adulta. "O que a maioria das pessoas teme é que as mulheres recebam informações equivocadas ou confusas e acabem decidindo por um aborto com base em conclusões erradas. Isso seria realmente trágico", diz. "As pessoas são muito determinísticas. Seria muito fácil interpretar um risco como uma certeza de que algo ruim vai acontecer." Nesse ponto, diz ela, é essencial que a Food and Drug Administration (FDA) regulamente o uso de testes genéticos no período pré-natal, para garantir que eles só serão usados para obter informações que sejam confiáveis e clinicamente relevantes. Indicação. Para a chefe do setor de Medicina Fetal do Hospital Albert Einstein, Rita Sanchez, testes genéticos só devem ser feitos quando há alguma indicação clínica que o justifique. "Talvez no futuro as pessoas queiram sequenciar o genoma sem indicação médica, mas não vejo muita vantagem nisso." (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

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Tratamento ganha eficácia com diagnóstico precoce

Em muitos casos de doença genética, mesmo quando a doença é incurável, o diagnóstico precoce é importante para melhorar a eficácia do tratamento, podendo até fazer a diferença entre a vida e a morte do paciente. No Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a médica geneticista Chong Ae Kim lida com esse tipo de situação diariamente. Ela cita o exemplo da síndrome de Menkes, uma doença congênita grave, cujos sintomas só aparecem cerca de um mês após o nascimento. Há um remédio de manipulação, à base de cobre, que pode melhorar a saúde e aumentar a sobrevida do bebê se administrado nos primeiros dez dias de vida. Só que ele demora semanas para ficar pronto. "É um caso no qual o diagnóstico precoce é essencial", diz Chong. Uma paciente que está sendo atendida no instituto agora, de apenas 22 anos, já perdeu dois filhos por causa disso, em outros hospitais: um com 3 meses de vida e outro, com 7. Ela é portadora da mutação, só que a doença só se manifesta no sexo masculino. Seus dois primeiros filhos eram homens, e agora ela está grávida novamente, de outro menino - que tem 50% de chance de ter herdado a doença. Como o Sistema Único de Saúde (SUS) não cobre exames de DNA, ela não sabe se o bebê carrega ou não a mutação - que pode estar em vários pontos do cromossomo X. Segundo Chong, o ideal seria ter mapeado a mutação já na primeira gestação, para rastreá-la com mais facilidade nas gestações seguintes. "Infelizmente, estamos muito longe dessa realidade por aqui", diz. Por via das dúvidas, o remédio desta vez já está sendo formulado, para quando o nenê nascer. Além do problema da falta de custeio pelo SUS, Chong destaca a falta de médicos qualificados para diagnosticar doenças genéticas e fazer aconselhamento dos pacientes. Segundo ela, há cerca de 250 médicos geneticistas no País, apenas. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 25/11/2012)

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Obesos no rehab

Comer pode ser "viciante", dar "barato" e ainda dificultar a interação em situações cotidianas. É levando esse aspecto em conta e tratando obesos como dependentes em álcool ou outras drogas que uma iniciativa está conseguindo bons resultados em São Paulo. Em cerca de quatro meses, boa parte dos pacientes obesos atendidos pelo grupo conseguiu perder até 5% da massa corporal uma mudança que representa melhor qualidade de vida, facilitando a agilidade, o deslocamento e a respiração. No Gesto (Grupo de Estudo e Tratamento do Obeso), é feita uma espécie de "reabilitação" dos atendidos, envolvendo tanto a parte física quanto a psicológica. O trabalho -não por acaso localizado no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo- é conduzido por uma equipe multidisciplinar de profissionais. Além da orientação nutricional e de atividades físicas, os pacientes necessariamente passam por sessões de terapia. Esse, que é um dos principais pilares do método, conscientiza o obeso de sua relação de dependência com a comida e daquilo que o leva à compulsão. "A obesidade é uma doença e, como tal, exige dedicação para o tratamento. Muita gente acha que é bobagem, que é só seguir uma dieta. O obeso tem um vício em comida e ele precisa ter consciência disso", afirma a médica Maria Flora Almeida, coordenadora do Gesto. CIRCUITO Pesquisas já demonstraram que obesos podem apresentar alterações na química cerebral, a exemplo do que ocorre com dependentes químicos. Essas mudanças afetam o chamado circuito de recompensa do cérebro. "É uma compulsão danada. Às vezes, a gente está mastigando e nem sabe o que está comendo", conta a auxiliar de escritório Regina Célia Neves, 50, em tratamento no grupo há um ano. Segundo ela, o tratamento, que ocupa dois dias em período quase integral, já está dando resultados. Além de ter perdido peso (ela não revela quanto), Regina diz estar mais consciente sobre sua compulsão. "Aprendi a saber quando tenho fome", avalia ela. Tratar obesos como viciados, porém, não é unanimidade entre os especialistas. Na opinião de Walmir Coutinho, membro da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e presidente eleito da Iaso (Associação Internacional para o Estudo da Obesidade), essa pode ser uma abordagem "supersimplificada". "A obesidade é uma doença multifatorial e nem todos os obesos se enquadram nesse caso de vício e compulsão. Reduzir todo obeso a essa categoria é simplesmente equivocado." ALTERNATIVAS Mas nem só de terapia vive o grupo. Os pacientes também participam de visitas a museus, parques, exposições e até de workshops de culinária, além de reaprender como fazer compras na feira e no supermercado. "Isso serve para aprender a se relacionar de uma maneira saudável com a comida. Eles aprendem que é possível estar fora de casa sem pensar o tempo todo em comida", diz Maria Flora Almeida, coordenadora do grupo. "É uma abordagem mais individualizada. Não adianta chegar para o paciente e dar uma folha de papel com a dieta. O comprometimento muda quando compreendem a razão das alterações no cardápio", completa Flora. Segundo a médica, esse é um dos fatores que explicam o bom resultado do grupo mesmo com o fim do acompanhamento. Um levantamento da secretaria de Estado da Saúde indica que 80% dos pacientes que terminaram o tratamento conseguiram manter o peso perdido, mesmo um ano após o fim do tratamento no Gesto. Foram analisados 149 pacientes com idades entre 31 e 76 anos, sendo que 92% eram mulheres. A perda de 5% do peso corporal foi observada após quatro meses de acompanhamento no grupo. O atendimento é gratuito e aberto a pacientes obesos. É preciso entrar em contato no telefone (11) 3329-4463 para agendar uma entrevista com a equipe. (Jornal Folha de S. Paulo, Saúde + Ciência/SP – 25/11/2012)

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Lei determina que SUS trate câncer em 60 dias

O paciente com câncer atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deverá começar a receber tratamento em até 60 dias após o diagnóstico. Na prática, a média de espera por alguns procedimentos chega a quatro meses. De acordo com relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) divulgado em novembro do ano passado, pacientes com indicação para radioterapia aguardam, em média, 113,4 dias. O prazo foi determinado pela lei 12.732, sancionada pela presidente Dilma Rousseff na quinta-feira e publicada ontem no Diário Oficial da União. Para médicos e entidades ligadas a pacientes, a lei representa uma boa notícia. A questão é como a regra, que entrará em vigor daqui a 180 dias, será posta em prática. De acordo com o médico Robson Ferrigno, presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), a lei é impossível de ser cumprida. "Não há estabelecimentos nem médicos suficientes. Existe uma demanda reprimida muito alta, inúmeros pacientes na lista de espera. Precisa de mais investimentos e de mais contratações de serviços. Se não fizer parcerias público-privadas, não vejo acontecer." Ferrigno observa que uma boa iniciativa do governo é o projeto de estruturação de 80 serviços de radioterapia até 2015. "A ressalva é o prazo grande. O ideal é que o governo contrate serviços para ajudar na demanda." Para o diretor-geral do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, a política recente relativa à radioterapia - que aumentou o valor repassado para as instituições que atendem pelo SUS - foi bem-sucedida em diminuir as filas. "Quando o SUS passou a pagar bem a radioterapia, nossa fila, que era de 1.200 pacientes, diminuiu para 400. Com a simples resolução de pagar bem o serviço, todo mundo se interessou em oferecer o tratamento pelo SUS." Ele acrescenta que, se for feito o mesmo para outros procedimentos, a aplicação da lei pode ser efetiva. Na unidade, que atende 3.500 pacientes por dia, a demora para o início do tratamento, que era de 60 dias até 2011, passou para 80 dias. "Estamos recebendo uma demanda muito maior do que nossa capacidade." Segundo a psico-oncologista e presidente do Oncoguia, Luciana Holtz, a aprovação da lei era aguardada, mas sua viabilidade é motivo de apreensão. "Todos estão atendendo além do limite e a espera chega a seis meses. O que pode ocorrer de tão mágico que vão conseguir atender em dois meses? Não há médicos sendo contratados nem hospitais sendo construídos", completa. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 24/11/2012)

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ANS faz pesquisa telefônica para avaliar planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer saber qual é a opinião dos beneficiários sobre os planos de saúde. A pesquisa de satisfação, realizada com clientes de operadoras de saúde com mais de 20 mil usuários, é feita por telefone. A coleta de dados vai até o dia 30. Ao responder a um questionário, que leva cerca de 5 minutos para ser concluído, os beneficiários avaliam a rede e o preço do plano e dão uma nota geral para o serviço oferecido. "O que está sendo investigado é a satisfação dos beneficiários em relação aos serviços prestados pelas operadoras de plano de saúde, de forma padronizada, proporcionando subsídios para a comparação entre elas", explica a Coordenadora da Qualidade e do Conhecimento da ANS, Andréa Lozer. "Esses dados vão ajudar os usuários a fazer boas escolhas." O resultado da pesquisa será divulgado no segundo trimestre de 2013. A ANS selecionou 450 operadoras com mais de 20 mil beneficiários, que representam 90% do setor. Dessas, 256 aderiram à pesquisa. São as próprias operadoras que entram em contato com o usuário. Essas respostas serão auditadas pela ANS por amostragem. (Jornal O Estado de S. Paulo, Vida/SP – 24/11/2012)

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Atendimento "express", como no SUS

O crescimento da economia do país, nos últimos anos, sem dúvida melhorou a vida de muitos brasileiros, que passaram a consumir mais e ter acesso a serviços antes inatingíveis. Entre as conquistas de milhões de pessoas está o tão sonhado plano de saúde, na tentativa de fugir de hospitais públicos lotados, com macas nos corredores, falta de médicos e outros funcionários e de atenção adequada ao ser humano. Esses usuários, porém, só trocaram de drama. Os planos de saúde são gigantes que, entre uma fusão e outra, lucram sem parar, mas oferecem bem pouco a quem paga muito caro pelo serviço. No momento da venda, os planos de saúde prometem renomados hospitais, exames sofisticados e uma considerável carteira de médicos. Mas a realidade é bem diferente. Os médicos sofrem com a baixa remuneração e acabam optando pelo atendimento, digamos, "express". Para se ter uma ideia, a maioria das consultas médicas é remunerada pelos planos com valores entre R$ 18 e R$ 50. Em casos extremamente raros, especialistas renomados recebem até R$ 200 somente de planos considerados top de linha pelo mercado. A situação piora, em se tratando de atendimento multidisciplinar. Paga-se de R$ 4 a R$ 7 pela sessão de fisioterapia, por exemplo. Pressionados pela baixa remuneração, os médicos realizam de quatro a cinco consultas por hora. São, em média, nem 10 minutos com o paciente. Esse tempo é obviamente insuficiente para a mínima investigação dos sintomas apresentados, podendo causar diagnósticos imprecisos. O bom exercício da medicina exige exame físico minucioso, atenção à história da doença, à descrição dos sintomas e uma análise, ainda que sumária, das condições de vida e da personalidade da pessoa a sua frente. A fundamental relação entre médico e paciente simplesmente desaparece nos atendimentos remunerados pelos planos de saúde. São praticamente desconhecidos que entram e saem dos consultórios, sempre com guias de exames na mão e nenhuma certeza do mal que os aflige. Em meio à falta de consenso entre operadoras e médicos, a população brasileira pena com problemas básicos de rotina como demora na marcação de consultas, na liberação de exames e até com o absurdo da negativa para realização de cirurgias. As consultas se transformaram em verdadeiras linhas de produção, algo capaz de dar inveja à indústria automobilística. Já virou rotina clientes recorrerem à Justiça para conseguir ter acesso a procedimentos essenciais aos tratamentos. O que os empresários parecem não enxergar é que, embora consigam mão de obra barata graças à proliferação de faculdades de medicina de baixíssima qualidade, acabam perdendo dinheiro ao pagar honorários irrisórios aos seus profissionais credenciados. Isso porque, sem o exame físico adequado, os médicos solicitam procedimentos muitas vezes desnecessários, pagos pelos "empresários da saúde". Dor de estômago? Endoscopia. Tosse? Raio-x do tórax. Os resultados estão normais? Então é hora de exames mais complexos... E é assim que funciona a relação entre médico e paciente nos dias de hoje. A economia no preço das consultas resulta em contas elevadíssimas pagas aos hospitais, porque lá chegam os pacientes que não tiveram o diagnóstico precoce. Ao que me parece, os lucros dos planos de saúde são tão elevados que até estas perdas com pacientes que acabam nos centros cirúrgicos são consideradas parte do jogo. Sinceramente, me incomoda a má formação e a desqualificação dos meus colegas de profissão. No entanto, me preocupo muito mais com os pacientes atendidos por médicos que recebem menos por consulta do que os guardadores de carro da cidade de São Paulo. (Jornal Folha de S. Paulo, Opinião/SP – 24/11/2012)

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Eventuais insuficiências são localizadas

O setor de saúde suplementar é acusado de aumentar o número de beneficiários sem ampliar a sua rede de atendimento. Recentes reportagens tentam fazer crer que a consequência é uma suposta generalizada insuficiência de atendimento. Os segmentos que não aceitam os benefícios proporcionados pela saúde privada partem da premissa de que os prontos-socorros existentes estão superlotados e que isto sinaliza o aumento excessivo do número de beneficiários de planos. É uma premissa equivocada. O crescimento dos últimos anos, que ampliou o acesso de maneira formidável à população menos favorecida, resulta da melhoria dos indicadores econômicos e sociais e de investimentos feitos pelas operadoras de planos e prestadores de serviços médicos. Não obstante o benefício do crescimento, o setor de saúde suplementar ainda é pouco compreendido. Ele é responsável por 4,7 milhões de internações ao ano e por 235 milhões de consultas ao ano, além de outros eventos assistenciais, desonerando o setor público em R$ 68 bilhões (dados de 2011). Ano após ano, cada vez mais pessoas procuram os prontos-socorros dos hospitais privados. Em um mesmo local, é possível fazer uma consulta médica complementando-a com exames de toda natureza. Desta forma, poupa-se tempo, recurso escasso para a grande maioria das pessoas. Há um aumento da demanda, mas ele não pode ser visto de forma reducionista e limitada. Analisar o seu desempenho a partir da visão microscópica da unidade de pronto-socorro retira a possibilidade de se enxergar o macrocosmo do sistema. Joga uma cortina sobre avanços formidáveis da medicina privada, que cada vez é menos invasiva e reduz a necessidade e o tempo de internação para diversas enfermidades. O setor hospitalar investe cada vez mais em qualidade e tecnologia, sendo necessários menos leitos de internação. Ainda assim, o setor privado responde por 289.216 leitos, 63% de todos os leitos existentes, para atender a 25% da população. O número de reclamações de tempo de atendimento no primeiro semestre de 2012 foi de 7.663, o que representa 0,006% do total de atendimentos realizados no período. Obviamente, a taxa global diminuta pode esconder grandes diferenças entre as operadoras. Dados divulgados em novembro de 2011 reportavam que os principais hospitais privados do país planejavam investir nos próximos três anos quase R$ 4 bilhões. Entre 2007 e 2011, o número de leitos dos hospitais associados à Associação Nacional de Hospitais Privados passou de 5.047 para 9.071, um crescimento de 79,7%. Observe-se, por oportuno, que 94% das receitas desses hospitais provêm dos pagamentos feitos pelas operadoras de planos de saúde. Por fim, não obstante o intenso e salutar esforço da autoridade reguladora em qualificar o sistema de saúde privada, estimulando a acreditação e a melhoria do desempenho das operadoras, ao se divulgar informações generalizadas passa-se a percepção equivocada de que o setor é homogêneo e que eventuais insuficiências localizadas por parte de uns são um problema de todos. Quando as notícias são despejadas no atacado sem o critério e a preocupação de se olhar o cenário macro, o consumidor fica ainda menos confiante no sistema. Não acreditamos que isso seja intencional. Diferentemente da citologia, o setor de saúde suplementar não pode ser bem compreendido com lentes microscópicas. Uma análise robusta não deve se afastar das estatísticas e dos dados disponíveis. Deve-se olhar para além da citologia sem cair na mitologia. (Jornal Folha de S. Paulo, Opinião/SP – 24/11/2012)

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Golden Cross negocia venda para o KKR

A Golden Cross, operadora carioca de planos de saúde, está em conversações com o fundo americano KKR para sua venda, segundo o Valor apurou. Procurada, a Golden Cross confirmou que mantém conversas com vários investidores internacionais, mas não especificamente com o KKR, para receber um aporte. De acordo com fontes do setor, o fundador da operadora, o advogado Milton Afonso, de 91 anos, tem preferência por vender 100% da empresa e pede algo em torno de R$ 1,1 bilhão. O negócio está sendo intermediado pelo Deutsche, banco contratado pela Golden Cross, mas as conversas com o KKR ainda são preliminares. O maior interessado em se desfazer da operadora é o próprio fundador, que vem enfrentando resistência dos seus quatro filhos, que são contra a venda. Um deles trabalha na empresa, mas a gestão executiva é profissionalizada. Desde os anos 2000, a presidência é ocupada por um executivo de mercado, João Carlos Regado. Há cerca de cinco anos, Edson Bueno, fundador da Amil, também chegou a fazer uma oferta pela Golden Cross oferecendo R$ 800 milhões, mas a família Afonso bateu o pé em R$ 1 bilhão e o negócio não saiu do papel. Na época, não havia tanto interesse em vender o negócio. Porém, de 2007 para cá, o mercado tornou-se mais seletivo, com maior concorrência e margens apertadas, o que teria feito o fundador mudar de ideia. No ano passado, o faturamento da operadora carioca cresceu 6,4% para R$ 1,6 bilhão, mas o lucro caiu 50%, ficando em apenas R$ 19,4 milhões. Com 1 milhão de clientes, sendo que a maior parte é do Rio, a Golden Cross enfrenta um problema de posicionamento de mercado. Na praça carioca, concorre com a gigante Amil e em São Paulo não conseguiu expandir de forma substancial a sua presença. Neste setor, é importante ter uma atuação forte no mercado paulista, onde está a maior parte das sedes das empresas. Hoje, 70% dos planos de saúde são corporativos, ou seja, aqueles concedidos pelas companhias a seus funcionários. Além disso, não consegue disputar os clientes das seguradoras de saúde que pagam mais pelo convênio médico, nem tampouco o público de baixa renda, porque não possui hospitais próprios para reduzir seus custos. Ainda segundo fontes do setor, o fundo GP também analisou a compra da Golden Cross, mas recuou. Um dos problemas da operadora é um passivo fiscal que nos anos 2000 era de cerca de R$ 1 bilhão e hoje estaria na casa dos R$ 3 bilhões. O débito ainda é tema de discussão na Justiça e a operadora já venceu em duas instâncias. Esse débito foi ocasionado após a operadora, que era uma instituição sem fins lucrativos, perder seu certificado de filantropia. Esse passivo está registrado na antiga Golden Cross, uma vez que foi criada uma nova operadora livre das dívidas. Fundada em 1971, a Golden Cross já foi um dos maiores planos de saúde do país. Porém, na segunda metade dos anos 90, atravessou uma severa crise financeira, principalmente, por causa do fim da inflação alta. Na época, quase toda a rentabilidade da empresa era proveniente de aplicações financeiras. Prestes a fechar as portas, a Golden Cross fez uma parceria com a americana Cigna, o que lhe deu fôlego. Mas, dois anos depois, a Cigna rompeu o contrato e deixou o Brasil, com perdas de US$ 400 milhões. Do outro lado, a Golden Cross precisou se desfazer de todos os seus ativos, como hospitais e clínicas, para pagar suas dívidas. (Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 26/11/2012)

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Relator da CPI do MT Saúde defende volta e extenção do plano aos municípios

O relator da CPI do MT Saúde, na Assembleia Legislativa, Emanuel Pinheiro (PR) defende o resgate e a credibilidade do plano de saúde dos atuais 35 mil servidores públicos e seus dependentes. Além disso, o parlamentar avalia pedir em seu relatório, a expansão do plano para os funcionários públicos municipais. Até maio deste ano, o MT Saúde atendia mais de 55 mil funcionários públicos estaduais e dependentes, em Mato Grosso, sendo a maioria de Cuiabá e Várzea Grande. Autor das primeiras denúncias referentes às deficiências do plano, Emanuel Pinheiro afirmou que, a manutenção do MT Saúde é de suma importância por representar o patrimônio conquistado pela classe de servidores públicos. “Queremos o fortalecimento e a consolidação do MT Saúde. Trata-se do resgate da dignidade de cada um dos servidores e de seus familiares, que têm sido discriminados em hospitais que não atendem mais ao plano”, disse Emanuel. O deputado não admite o desmantelamento do MT Saúde. “Todos nós devemos começar uma cruzada em defesa desse plano de saúde que é patrimônio exclusivo dos funcionários”, afirmou o deputado. Emanuel ressaltou a gravidade da situação pelo fato de a contribuição dos funcionários ainda ser descontada nos holerites mensalmente, embora o atendimento esteja suspenso em vários hospitais, clínicas e laboratórios. “O dinheiro continua sendo descontado do salário do servidor público e o serviço não está à disposição dos beneficiários”, argumentou. O deputado vai trabalhar para a criação de um dispositivo que aumente o volume de beneficiários no plano e, com isso, reduzir o valor das mensalidades. “Maior o volume de beneficiários, menor o custo operacional do plano que também pode atender os servidores municipais. Estamos preocupados com o servidor público. Nosso trabalho é para o plano voltar forte e consolidado”, disse o parlamentar. (Portal Olhar Direto/MT – 25/11/2012)

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Em 13 dias,

projeto Samb virou maior negócio do setor de saúde Durante dois meses, mais de 120 integrantes dos grupos sob codinome Utah e Atlanta, nos EUA e no Brasil, negociaram sob sigilo absoluto para evitar que algum rival percebesse do que se tratava o plano em gestação. O silêncio chegou ao fim no dia 8 de outubro, quando foi deflagrado o "projeto Samba", nome dado ao maior negócio na área de saúde privada da história do Brasil. Naquela manhã, a americana UnitedHealth Group, ou Utah na terminologia secreta utilizada, anunciou a compra da Amil, apelidada de Atlanta, a maior operadora de planos de saúde do Brasil. A operação, apesar de complexa, teve aval da burocracia oficial brasileira em tempo recorde para os padrões do negócio. Os meses de intensas negociações destoam dos 13 dias em que o processo foi analisado e aprovado na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável por autorizar operações desse tipo no Brasil. Levantamento realizado pela Folha indica que foi o processo aprovado com a tramitação mais célere neste ano. Há negócios que estão sob análise há meses. A venda da Amil, que deve chegar a R$ 10 bilhões, é a maior operação já analisada pela agência. "Eu me dou bem com todos na ANS. Achei até que demorou muito para aprovar. Falei isso pro Maurício [Ceschin, diretor-presidente da agência até 19 de novembro]", afirma Edson Bueno, fundador da Amil. "Uma empresa desse tamanho, com caixa, reputação, fazendo um investimento desse porte no Brasil, tem que ser recebida com um tapete vermelho. Não tem nem o que analisar", completa. Bueno e Ceschin se conhecem há anos. O então diretor-presidente da agência já frequentou a casa do empresário em Búzios, famosa por ser ponto de encontro de executivos do setor. Também participou de encontros no balneário o então diretor de Normas e Habilitações da ANS, Leandro Reis Tavares, cujo mandato se encerrou no último dia 19. Ambos integravam o colegiado da agência, composto por cinco diretores, instância que aprovou o negócio. Os dois também tiveram, no passado, ligações com a Amil. Ceschin foi diretor da Medial, comprada pela empresa em 2009. Tavares foi chefe-médico da Amil. Bueno e o presidente da ANS não veem nenhum conflito de interesse. A ANS atribui a rapidez na análise da venda à agilidade da Amil em entregar os documentos. Tavares não foi localizado. (Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

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Conversas diretas destravaram impasse

A compra da Amil carimba a entrada no Brasil da United, uma gigante com 78 milhões de clientes em 17 países e faturamento de mais de US$ 100 bilhões por ano. Para que o "projeto Samba" saísse do papel, o brasileiro Edson Bueno, da Amil, e Steve Hemsley, presidente da United, precisaram deixar de lado o modorrento protocolo que cerca operações desse tipo: dispensaram a assessoria de bancos, passaram a negociar pessoalmente e baixaram a regra dos codinomes para todos os que participaram da fase final. A estratégia que culminou na operação foi desenhada em agosto, durante almoço entre os dois executivos na casa de veraneio do brasileiro em Pasadena, Califórnia. A negociação havia sido enterrada um mês antes devido a um impasse sobre preço final. Até então, a United era representada pelo banco JPMorgan. A Amil, pelo Credit Suisse. "Steve pediu que deixássemos os bancos de lado e tratássemos diretamente. Falei que tudo bem, mas que não adiantava vir com preço baixo de novo", diverte-se Bueno. "Ele concordou. Mas disse que não adiantava chegar com aqueles valores altos." O meio-termo veio em cerca de duas semanas. O dono da Amil, que nos últimos cinco anos tornou-se um dos empresários mais agressivos do país ao comprar quase 20 empresas, concordou em passar o controle de sua operadora, fundada em 1972 por ele e a ex-mulher, Dulce Pugliese. Em troca, recebeu um prêmio de 24% sobre o valor de mercado da Amil e uma participação de 0,8% no capital da United, suficiente para garantir assento no conselho de administração da empresa. DEZ MAIS RICOS Isso leva Bueno à posição de maior acionista individual do grupo americano, o que, juntamente com os R$ 3,3 bilhões recebidos pela maioria de suas ações da Amil, deve catapultá-lo ao seleto grupo dos dez homens mais ricos do mundo. "Sair como vendido seria muito chato. Queríamos fazer parte de algo maior", diz Bueno ao comentar seu novo status no setor. Os codinomes usados pelas equipes de Edson Bueno e do executivo Steve Hemsley, presidente da United, visavam evitar vazamentos sobre a operação das duas empresas, que têm ações em Bolsa e cujas primeiras conversas para uma associação haviam sido iniciadas em fevereiro deste ano. A preocupação com sigilo beirava a "neurose", segundo relatos feitos à Folha por participantes das negociações. Havia senha e contrato de confidencialidade nas várias etapas da operação. A United demonstrou, até mesmo, receio com o fato de o ex-ministro Antonio Palocci figurar como consultor da Amil, o que poderia causar constrangimentos. Ministro mais poderoso do primeiro ano do governo Dilma, Palocci deixou a Casa Civil após a Folha revelar que multiplicou o patrimônio alegando consultorias. A United foi avisada de que o ex-ministro fez esse tipo de serviço para a Amil na compra da operadora de saúde Medial e em aquisições no Nordeste, mas que hoje não trabalharia mais com a empresa brasileira. (Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

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Estratégia envolve planos para baixa renda, expansão regional e tecnologia

Para atingir sua previsão de dobrar a carteira de clientes em cinco anos, a nova Amil pretende investir em novas tecnologias, em planos para a baixa renda, na expansão para Estados onde ainda não está presente e no aumento do número de planos que exigem coparticipação. Nesses casos, os clientes pagam uma parte de exames, consultas e cirurgias. Hoje, 30% dos planos da Amil são desse tipo. Os planos da UnitedHealth, no entanto, são quase todos nesse formato e incluem, inclusive, limites para a cobertura de gastos com internação. "Quem não quiser não compra o plano de coparticipação. Mas pagará mais caro", diz Edson Bueno, presidente da empresa. A Amil afirma que não há previsão para planos limitados por enquanto. Entre órgãos de defesa do consumidor, há preocupação sobre o modelo que a United irá implementar na Amil. E, no meio jurídico, questionamentos sobre o fato de a americana assumir 22 hospitais, uma vez que a Constituição brasileira impede a participação estrangeira nessa área. A Amil alega que os hospitais não são o negócio principal da empresa e se ampara num parecer da ANS que a autorizou a mantê-los após a abertura de capital -a maior parte dos acionistas da Amil na Bolsa é estrangeira. NOVA MARCA Hoje a operadora possui 5,8 milhões de clientes, entre donos de planos de saúde e de assistência odontológica, e fatura cerca de R$ 10 bilhões por ano. "Antes, tínhamos limitação de capital. Mas a United quer crescimento rápido. Vai ser uma oportunidade ímpar", diz Bueno. O lançamento de uma nova marca de planos de saúde populares está prevista. O grupo que estudará o modelo de negócio está sendo montado e os trabalhos começam em 15 dias. Os planos terão de custar menos de R$ 90 por mês, que é a tarifa média dos planos Dix, os mais baratos do grupo Amil atualmente, e contarão com uma rede de três ou quatro hospitais para atender seu conjunto de filiados em cada cidade. A Amil irá também importar tecnologias e sistemas de informação usados hoje pela United nos Estados Unidos. Foram criados nove grupos de trabalho, com representantes das duas empresas, que irão viajar entre Brasil e Estados Unidos nos próximos meses para definir as adaptações necessárias. A ideia é que a Amil tenha um sistema nacional pelo qual médicos, laboratórios e hospitais possam se comunicar e trocar informações, nos moldes do que faz a United hoje nos Estados Unidos. "Isso permitirá que o médico tenha o histórico do paciente on-line, com todos os exames que ele já fez, de forma fácil e rápida. Teremos recursos para fazer telemedicina no Brasil", afirma Bueno, que estima pelo menos três anos para que a empresa incorpore as novas tecnologias. A Amil, que nos últimos anos tornou-se consolidadora do mercado de saúde brasileiro, passará também a olhar aquisições em países vizinhos a partir de agora. "Seremos a plataforma de expansão da United na América Latina", afirma o fundador da empresa. No Brasil, a meta é ter operações da Amil em todos os Estados. A expansão começará em breve pelos Estados da Bahia e do Rio Grande do Sul. (Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/11/2012)

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Transmissão ao vivo do Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

Realizado pelo sétimo ano consecutivo pelo Grupo Bradesco Seguros, o Fórum da Longevidade terá, pela primeira vez, transmissão ao vivo pela Internet (bradescoseguros.com.br), permitindo que todos os interessados acompanhem as palestras que abordarão o envelhecimento ativo e seus impactos na economia. A atração especial do evento será a palestra da atriz Jane Fonda (74 anos), que vai abordar temas como amor, saúde e fitness, na fase da vida que ela chama de terceiro ato de sua trajetória. O Fórum também terá a presença de Bibi Ferreira (90 anos), ícone nacional da longevidade, que fará um “pocket show” do espetáculo “Bibi, Histórias e Canções”. Juntas estarão no palco para receber dos organizadores homenagens como ícones nacional e internacional da longevidade. Outro palestrante ser á o professor de Economia da Universidade de Harvard, David Bloom. O Fórum acontecerá em no dia 27 de novembro, em São Paulo, a partir das 8h. (Portal Segs/SP – 25/11/2012)

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Malhação na hora do batente

Má postura, lesões por movimentos repetitivos, horas e horas sentado à frente do computador, sedentarismo, estresse. Para evitar esses problemas e dar mais qualidade de vida aos empregados, empresas investem na ginástica laboral. São pequenas sessões de exercícios no ambiente de trabalho que, segundo especialistas, trazem benefícios tanto para empresários e trabalhador. Valquíria de Lima, presidente da Associação Brasileira de Ginástica Laboral, garante que a atividade física no ambiente de trabalho propicia alívio do estresse, favorece a integração e motiva o grupo. “Esse bem-estar corporativo pode gerar, inclusive, mais produtividade”, afirma. A frequência mínima é de, pelo menos, duas vezes por semana em sessões de 15 minutos, mas o ideal são exercícios nos cinco dias úteis. O professor de Educação Física Marcelo Anselmo, um dos donos da Artemforma Studio de Saúde, garante que a frequência mínima já reduz a possibilidade de doenças ocupacionais, como a Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort). Marcelo Anselmo, que há cinco anos trabalha com aulas de ginástica laboral, explica que, nas sessões, o trabalhar ainda recebe orientação sobre a melhor postura ao sentar e usar o computador. Na SulAmérica Seguros, a ginástica laboral é oferecida há oito anos. “Diminuímos as faltas ao trabalho e as idas a consultas médicas. É perceptível a maior produtividade dos empregados. Eles ficam mais relaxados, estimulados e concentrados”, explica o superintendente de RH, Messias Oliveira, citando que em alguns setores, como o call center, a adesão é de 95%. Outra iniciativa que faz sucesso na empresa é o programa Atleta SulAmérica, que estimula caminhadas e corridas: “A ginástica laboral funciona também como primeiro passo para o fim do sedentarismo. As pessoas começam a sentir benefícios e passam a se cuidar mais, fazendo outras atividades, buscando alimentação saudável”, explica o professor de Educação Física Joel de Lima, da Integra, responsável pela ginástica na SulAmérica. Na Record Rio, a ginástica laboral começou há oito anos e há seis meses ganhou novo fôlego com a dança laboral. A gerente de RH da emissora, Márcia Teixeira, explica: “Procuramos estar atentos às demanda de nossos colaboradores. E vimos que, para parte de nosso grupo, a dança seria ainda mais eficiente e prazerosa. Por isso, temos a atividade tradicional e a dança.” A denominação “dança laboral” foi uma adaptação do professor de Educação Física Guto Adyala, que atende a empresas há seis anos: “Quis levar para a ginástica o prazer que a dança proporciona”. Ele ressalta a importância de atividades específicas para cada setor: “Se a pessoa fica muito tempo sentada, tenho que propor exercícios mais dinâmicos. E, nesse sentido, a dança se encaixa bem.” DICAS IMPORTANTES Os exercícios devem ser feitos sob orientação de um profissional. Mas algumas dicas dadas pelos especialistas consultados dizem respeito a uma melhor postura e valem para nosso dia a dia: Sentar com o tronco ereto, ou seja, encostar a lombar na cadeira, alinhando ombros e quadris ao sentar Se possível, optar por uma cadeira que tenha o encosto adaptado à curvatura da coluna De preferência, usar um descanso para os pés (pode ser um banquinho ou um outro apoio qualquer que relaxe os pés) Monitor bem na altura dos olhos Usar o teclado e o mouse de forma que deixem seu punho e braço alinhados De hora em hora, levantar, se movimentar. Vá ao banheiro, ao bebedouro. O importante é se mexer para favorecer a circulação sanguínea De tempos em tempos, parar a digitação por alguns minutos OS BENEFÍCIOS DA GINÁSTICA LABORAL PARA OS EMPREGADOS Diminuição dos níveis de estresse, que se reflete em menos queixas como, por exemplo dor de cabeça e tensão muscular consciência corporal Melhora da postura Integração maior entre os colegas de trabalho Despertar para a importância da prática de exercícios Combate ao sedentarismo Melhora da capacidade de concentração Mais satisfação e mais motivação PARAS AS EMPRESAS Prevenção de doenças ocupacionais, como LER e Dort Diminuição do absenteísmo (falta ao trabalho por motivos médicos) Redução dos custos com assistência médica e psicológica Maior satisfação e motivação dos empregados Ambiente corporativo mais harmônico Produtividade maior e melhores resultados (Portal Jornal O Dia/RJ – 25/11/2012)

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Unimed Missões é novamente a 3ª Melhor Empresa do Rio Grande do Sul

Pelo segundo ano consecutivo a Unimed Missões repetiu o feito e foi novamente premiada como a 3ª Melhor Empresa para se Trabalhar no Rio Grande do Sul. Recentemente a cooperativa havia figurado entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, pelas Revistas Época e Você S/A Exame. Desta vez, a eleição foi realizada pela tradicional revista gaúcha Amanhã e Great Place to Work Institute (GPTW). A cerimônia de premiação aconteceu na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, na noite do dia 22 de novembro, reunindo diretores e colaboradores da Unimed Missões. Esta é a segunda edição da pesquisa realizada pela Revista Amanhã e GPTW e a segunda vez que a cooperativa é premiada. A lista das Melhores Empresas para Trabalhar identifica quais são os 30 melhores ambientes corporativos do Rio Grande do Sul. O objetivo da premiação é valorizar o fato de que as 30 organizações despontam como as mais atraentes para se trabalhar. Conforme a pesquisa, as melhores empresas gaúchas se destacaram em três práticas básicas: cuidar; contratar e receber; e celebrar. “Buscamos incentivar o crescimento pessoal e profissional dos nossos colaboradores e oferecer um bom ambiente de trabalho aliado aos benefícios da empresa. Tudo isso favorece para que tenhamos um excelente ambiente de trabalho que também reflete nos resultados junto às partes interessadas no nosso negócio. Nosso desafio é manter o alinhamento dos valores da empresa com os valores pessoais dos nossos colaboradores, fortalecendo a cultura da Unimed Missões”, comenta a supervisora de RH, Vergínia Donadel Forgiarini. A lista segue o mesmo método que o GPTW aplica nos 46 países em que atua, sendo avaliadas nove práticas culturais consideradas essenciais em um bom local de trabalho: Inspirar, Falar, Escutar, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Contratar e Receber, Celebrar e Compartilhar.

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Primeiro lugar no Prêmio Impar para a Unimed Cascavel

Pelo 4° ano consecutivo a Unimed Cascavel conquista o primeiro lugar na categoria: planos de saúde, do Prêmio Impar 2012. O grupo RIC (TV Record) promoveu na noite do dia 19, no auditório da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), a premiação Impar 2012. A pesquisa em parceria com o Ibope Inteligência mapeou o comportamento e as preferências do consumidor paranaense, apontando as marcas preferidas do Estado em mais de 45 categorias de produtos e serviços. Diferente de avaliações Top Of Mind, o Impar procura mostrar resultados referentes à preferência do público em relação às marcas, simpatia, favoritismo, predileção, e prioridade que são dispensadas a marcas e produtos. Os dados apresentados pela pesquisa são relacionados ao hábito de consumir uma marca, e não apenas pela lembrança. Para que estas conquistas continuem sendo possíveis, trabalhamos fortemente na integração da cooperativa com a comunidade onde estamos situados, fortalecendo a cada dia o trabalho de responsabilidade social, investimos na prevenção de doenças e na disseminação de conceitos para melhores práticas e uma vida mais saudável.

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Unimed Londrina e Agência JWT vencem Prêmio GRPCOM de Criação em Londrina

Parceria entre a agência e a Cooperativa conquistou o Grand Prix do prêmio Televisão Regional No dia 13 de novembro, a 4ª edição do Prêmio GRPCOM de Criação reuniu cerca de 120 pessoas em Londrina para celebrar os grandes nomes do marketing na região Norte do Paraná. A grande vencedora foi a Agência JWT, que conquistou o Grand Prix do prêmio Televisão Regional Londrina com a peça “Campanha PJ” para a Unimed Londrina, vencedora na categoria Produtos e Serviços. agência também conquistou a primeira colocação na categoria Varejo com a Campanha Pessoa Física “Vida por inteiro” feita para a Unimed Londrina e concorrerá ao Grand Prix Televisão Estadual, no dia 28 de novembro, em Curitiba. A quarta edição do Prêmio contou com a participação de 117 agências e 740 peças inscritas. O prêmio selecionou os melhores materiais publicitários veiculados na Gazeta do Povo, Jornal de Londrina, Gazeta Maringá, Tribuna, Paraná Online, 98FM, Mundo Livre FM, Cultura FM de Maringá, ÓTV, RPC TV, G1 Paraná e no Globo Esporte Paraná. agência OZ Propaganda garantiu a classificação prata na categoria “Produtos e Serviços” também com a peça feita para a Unimed Londrina – Campanha IH (Infecção Hospitalar). O trabalho de IH concedeu à Unimed Londrina o Prêmio Nacional Aberje de Comunicação. Sobre o GRPCOM O Grupo Paranaense de Comunicação – GRPCOM é o maior grupo de comunicação do Paraná e reúne os jornais diários Gazeta do Povo, Jornal de Londrina e Tribuna; o jornal online Gazeta Maringá; o portal de notícias Paraná Online; as rádios 98FM, Mundo Livre FM e Cultura FM de Maringá; a Unidade Móvel de Alta Definição HDView; o canal a cabo ÓTV; e a RPC TV, com oito emissoras afiliadas à Rede Globo. O grupo mantém ainda o Instituto GRPCOM, responsável pela gestão dos programas e projetos de responsabilidade social, desenvolvidos ou apoiados pelos veículos de comunicação do GRPCOM.

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Campanha em ônibus lembra Dia Mundial do Diabetes em Santa Cruz do Sul

Profissionais da Unimed VTRP realizam testes durante itinerários Nesta quarta-feira (14) é o Dia Mundial do Diabetes. Para lembrar a data e ressaltar a importância de exames periódicos, a empresa de transporte coletivo Stadtbus adesivou um ônibus com esta temática. O veículo deve permanecer com o layout durante 2013 também. Durante a quarta-feira, em parceria com a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP), é desenvolvida uma ação especial: profissionais de enfermagem da Unimed VTRP estão dentro do ônibus, aplicando os testes de glicose e distribuindo folhetos sobre o tema, além de orientações sobre o assunto. A ação é realizada no ônibus que faz a linha Rodoviária / Centro, até 19 horas. O que é? - O Diabetes é uma doença silenciosa, que se não tratada devasta nosso organismo. A cada 8 segundos uma pessoa morre por causa do Diabetes e suas complicações, sendo ela uma das principais causas de morte no mundo. ensibilizadas com a necessidade de alertar a população para a importância da prevenção e controle do diabetes, a Unimed VTRP, em conjunto com a Stadtbus Transportes e Medilar Distribuidora de Medicamentos, lança nesta quarta-feira, 14 de novembro, a campanha em apoio ao Dia Mundial da Diabetes, organizada pela Federação Internacional de Diabetes. A ação conta com um ônibus da Stadtbus especialmente decorado para divulgar a campanha. O veículo conta com o círculo azul que simboliza mundialmente o diabetes e o slogan: “Diabetes: você pode ter e não saber! Uma gota = 1 diagnóstico”. A iniciativa em Santa Cruz vai por estrada contrária ao silêncio da doença e alerta a população. Para reforçar o alerta, conscientizar e esclarecer, nesta quarta-feira, das 13h às 19h, profissionais de enfermagem da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo realizam gratuitamente testes de glicemia aos usuários do ônibus da campanha, que circula na linha Rodoviária / Centro, assim como a distribuição de folhetos de prevenção e cuidados com o diabetes. Com apenas uma gota de sangue se realiza o teste glicêmico, que é um método simples e eficaz de diagnosticar precocemente o Diabetes. Pacientes com diabetes podem ter uma melhor qualidade de vida com mudanças em sua rotina, incluindo uma alimentação saudável, atividades físicas e seguindo corretamente o tratamento e a orientação médica. Azul - A campanha está representada por um ícone simples, que pode ser facilmente adaptado e usado em todos os lugares. O ícone clama a união pelo diabetes e simboliza o apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes. Trata-se de um círculo azul. Em várias culturas, a forma simboliza a vida, a mãe terra e a saúde. Nesta campanha, o círculo simboliza a união. A comunidade global de diabetes se juntou para dar apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes. Nossas forças unidas foram a chave para fazer essa campanha tão especial. O azul representa o céu e é a mesma cor da bandeira das Nações Unidas, que simboliza também a união entre os países.

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Uma Noite Italiana celebra Dia do Médico

No dia 20 de outubro, o Spazio Franatos transformou-se em uma verdadeira cantina italiana e foi o palco de Uma Noite Italiana. A festa em comemoração ao Dia do Médico, reuniu cerca de quatrocentos convidados, que embalados pelas mais belas canções italianas, brindaram a profissão e a vida de todos os médicos. om decoração temática e cardápio especialmente elaborado, os cooperados e seus familiares tiveram uma noite de muita diversão e alegria. Por volta da meia noite, o show com cantor italiano Luciano Bruno, embalou a todos os presentes com um vasto repertório que passou desde temas românticos até a animada Tarantela. O show levou todos para a pista de dança e garantiu muita animação até altas horas. Festa em comoemoração ao Dia do Médico, uma realização da Unimed com apoio da Associação Médica de Barbacena, foi um grande sucesso. Segundo o médico Frederico Prado “A festa foi ótima. Tudo muito bom, o show, buffet, a decoração, tudo excelente. O clima estava ótimo. Na minha opinião a festa deste ano superou todas as expectativas”, disse. A mesma opinião foi explicitada pela neurologista Aurea Jacqueline “ A Noite Italiana foi um verdadeiro espetáculo. Uma noite fantástica. Em muitos anos não vi uma festa tão animada e tão bem organizada.’

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Confraternização de encerramento do curso de MBA em Gestão de Empresa de Saúde de Chapecó e Joinville

A despedida da turma do MBA em Gestão de Empresa em Saúde de Chapecó foi realizada no dia 27 de outubro no Mogano Hotel, onde aconteceram todos os módulos. Após a aula os alunos foram recepcionados na cidade de Seara, com um delicioso churrasco, amigo secreto e apresentação ao vivo da cantora Adriana Gobbi, esposa do aluno Ricardo Gobbi, gerente da Unimed Chapecó. A turma, que iniciou as atividades em fevereiro de 2011 contou com 31 participantes. Já o encerramento da turma do MBA em Gestão de Empresa de Saúde de Joinville aconteceu nos dias 09 e 10 de novembro. A confraternização final foi realizada na choperia Biergarten. O curso, que teve início em março de 2011, encerrou com 35 alunos, fechando a terceira turma de MBA formada com importante subsídio do Sescoop, o qual possibilitou acesso de mais profissionais colaboradores do Sistema Unimed. urma do MBA de Joinville O MBA em Gestão de Empresa de Saúde é um curso de pós-graduação adaptado para a área da saúde e oferecido para o Sistema Unimed em Santa Catarina em parceria com a FAE Escola de Negócios, com o objetivo de capacitar os participantes. As turmas são formadas por cooperados e colaboradores. O curso é coordenado pela Assessoria de Gestão do Conhecimento da Federação SC. A Unimed agradece a parceria do Sescoop/SC para ambas as turmas. A previsão é que sejam abertas mais duas turmas em 2013.

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Escola para Pais aborda influência dos avós na educação dos netos

O tema "Novos Avós de Sempre", apresentado no último encontro do programa Escola para Pais, chamou a atenção de 40 pessoas, que presenciaram a palestra da psicóloga Analis Michele dos Santos, da Unimed Medicina Preventiva. A influência dos avós na formação dos netos foi a pauta do dia, conferida por pais que buscam aperfeiçoar a qualidade de vida do meio familiar, seguindo as atividades educativas oferecidas pelo programa. O evento aconteceu no auditório da Casa do Médico, no dia 31 de outubro. Sempre atual, o tema ganhou destaque na TV Beira Rio, que elaborou matérias para o telejornal da emissora e programa Nossa Gente.

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Ceus promoverá Curso de Educação Continuada em Anestesiologia

O Centro de Estudos da Unimed Sorocaba (CEUS) realizará no dia 29 de novembro, às 19h30, mais uma etapa do curso de Educação Continuada em Anestesiologia, com o tema Sedação e Analgesia em Pacientes com Lesão Neurológica. A palestra será ministrada pelo doutor Alexandre Palmeira Goulart e acontecerá na sede da Medicina Preventiva, localizada na Rua Salvador Corrêa, 485, Jardim Vergueiro. O evento é voltado para médicos cooperados, estudantes de medicina e residentes e terá a coordenação do comitê de especialidade em Anestesiologia da Unimed Sorocaba.

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Curso de redação empresarial moderna no RJ

O mercado está cada vez mais exigente e dominar a linguagem – ser compreendido e interpretar o mundo corporativo – acabou se tornando uma competência fundamental para profissionais de todas as áreas. Por isso, esse curso tem como finalidade fazer com que cada participante compreenda a utilidade e a importância da linguagem, utilizando-a de forma eficaz. Desenvolver a capacidade de leitura, de percepção de inadequações e de correção dos seus próprios textos e dos textos de terceiros, visando à clareza, objetividade e persuasão é um dos objetivos do curso - indicado para profissionais que diariamente precisam de uma linguagem eficaz para garantir a total compreensão dos textos empresariais, como: relatórios, e-mails de negócios e demais tipos de documentos utilizados no mundo corporativo. Onde: Valer - Av. Presidente Wilson, 231 - 7o andar – Rio de Janeiro Quando: 27 de novembro, das 9h às 18h Preço: R$ 830 e R$ 600 para associados Aberje (Associação brasileira de comunicação empresarial)

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Unimed Goiânia promove Baile de Máscaras e Curso de Gestão Cooperativista

A festa de confraternização de final de ano dos colaboradores da Unimed Goiânia será realizada no dia 22 de dezembro, no Espaço Cerrado do Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, com tema “Baile de Máscaras”. Os ingressos começarão a ser distribuídos a partir de 10 de dezembro. Edição 2011 da Festa dos Colaboradores No ano passado, a comemoração foi feita no Castelli Hall e foi chamada de Noite do Espetáculo, inspirada no mundo do circo. Do lado de fora, palhaços de perna de pau animaram os colaboradores na fila de entrada com piadas e comentários engraçados, enquanto artistas pirotécnicos faziam performances com malabares de fogo. salão foi decorado com tecidos coloridos e motivos circenses, e bem ao centro um ginasta pendurado em duas grandes faixas de tecido fazia acrobacias, e três trapezistas apresentaram uma bela coreografia. r. João Damasceno “Esse ano, não será diferente. Também estamos preparando boas surpresas que tornarão a noite mais divertida e alegre”, garante o diretor-administrativo, Dr. João Damasceno. Curso de Gestão Cooperativista Foram alteradas as datas de realização do Curso de Gestão Cooperativista (2º turma), promovido pelo Setor de Gestão de Pessoas, para os dias 20 e 21 de novembro, das 13 às 17 horas, no auditório da sede administrativa. As inscrições continuam sendo feitas pelo e-mail angelica@unimedgoiania.com.br. Serão abordados os temas: Doutrina, Filosofia e Princípios do Cooperativismo; Legislação - Lei do Cooperativismo, Regulamentação das Operadoras de Saúde, Código de Defesa do Consumidor e Organização do Sistema Unimed do Brasil. O instrutor do curso é Octacílio Pacheco, consultor e instrutor do Sebrae, Sescoop e Senai em Goiás, com mestrado em Educação, pós-graduação em Administração Rural e Ensino a Distância, especialização em Qualidade Total e Comércio Exterior

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Corrida de rua é a nova mania de quem cultiva a vida

Tendo como objetivo motivar a comunidade e a orientação para prevenção à saúde, o foco da Unimed Pelotas está na luta pela disseminação do conceito de bem estar, começando a multiplicação do ideal através do esporte; o qual, além de gerar qualidade de vida, proporciona a sociabilidade e aflora o espírito cooperativista entre as pessoas. A 2ª etapa regional Pelotas do Circuito Estadual Unimed de Rústicas, que acontece no dia 2 de dezembro, é uma iniciativa que promete mobilizar a comunidade pelotense em prol da transformação do estilo de vida, desenvolvendo ações voltadas ao anti-sedentarismo, com a promoção e aproximação dos valores e princípios cooperativistas, incentivando a prática do esporte, alinhada ao espírito de solidariedade e sociabilidade. Este ano ao inscrever-se, o participante já está praticando uma boa ação, pois no dia do evento, para efetivação do credenciamento, é necessário levar dois brinquedos, que, posteriormente, serão entregues a instituições assistenciais de Pelotas. As entidades indicadas para receber as doações foram retiradas do portal social, e estiveram disponíveis no site www.unimedpelotas.com.be/rustica no momento da inscrição e escolhidas pelos atletas, por meio de votação. O número de esportistas do Circuito Unimed em Pelotas teve um grande crescimento e já supera mil inscrições; “isso ocorreu, pois as pessoas estão cada vez mais buscando sair do sedentarismo, participar de algum grupo de atividade física, seguir recomendações médicas ou perder peso” comemora o presidente da Cooperativa, José Milton Cunha Mirenda, mostrando-se satisfeito com o número de adeptos ao movimento da Unimed. A supervisora do departamento de Comunicação e Marketing, Carolina Mesquita, conta que o crescimento deste ano ocorreu, principalmente, com o significativo aumento do número de atletas amadores que aderiram ao esporte. Unimed Pelotas quer, além de oferecer um programa de lazer voltado à qualidade de vida e manutenção à saúde, proporcionar o estímulo à prática de esportes e melhorar a relação entre as pessoas.

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Projeto Esporte Comunitário da Unimed Chapecó forma cidadãos e futuros atletas do handebol

A iniciativa de levar esporte e cidadania às comunidades, por parte de instituições e poder público municipal, tem proporcionado aos estudantes a prática de atividades físicas, o que estimula e oportuniza a formação de futuros atletas em Chapecó. O projeto Esporte Comunitário, desenvolvido pela Unimed Chapecó, atende 100 crianças de 9 a 12 anos, de duas escolas da região da grande Efapi (Jardim do Lago e Fedelino Machado dos Santos). São parceiros o Sest/Senat, Sesc, Prefeitura municipal e a Associação Amigos do Handebol, que oferece professores para o treinamento profissional dos futuros talentos. “O papel da associação também é social, vai além das competições adultas. Ensinamos os fundamentos do esporte e buscamos a formação de grandes atletas do handebol chapecoense”, explica o presidente da Associação Adriano Tonin. Além do acesso ao esporte, o trabalho auxilia no desenvolvimento das crianças através de ações como o levantamento e acompanhamento das carteirinhas de vacinas, controle do boletim escolar para verificar o rendimento em cada bimestre, bem como a promoção de atividades culturais e recreativas. “A atividade é desenvolvida em equipe, com trabalho focado para a sociabilidade e a coordenação motora por meio de atividades de cultura e lazer. Abordamos ainda temas como a cidadania, campanha anticorrupção, alimentação saudável, comportamento e higiene pessoal, entre outros. No mês de dezembro, o cronograma inclui o campeonato de handebol para o encerramento das atividades em 2012”, destaca a assistente social da cooperativa médica, Juciele Wrublewski.

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Unimed Ceará quer arrecadar meia tonelada de alimentos para o Lar Santa Mônica

Ações de responsabilidade social serão desenvolvidas junto a colaboradores e clientes A Unimed Ceará (Federação das Unimeds do Estado do Ceará), eleita pelo Great Place to Work a nona melhor empresa para trabalhar no estado, está investindo em ações de responsabilidade social neste final de ano. A empresa quer arrecadar meia tonelada de alimentos para o Lar Santa Mônica, que atende 22 meninas de 7 a 18 anos de idade vítimas de abuso e exploração sexual. Para isso, em sua Festa de Confraternização de Natal, próximo dia 08, a Unimed Ceará pede aos colaboradores e seus convidados uma entrada simbólica: a doação de leite em pó, achocolatado ou óleo de cozinha, os três itens que a instituição mais necessita no momento. Outra ação para arrecadar donativos será o tradicional Passeio Ciclístico de Natal, a ser realizado no dia 19 de dezembro. Os ciclistas deverão doar leite em pó no ato da inscrição e contarão, como de costume, com todo o suporte da Unimed Ceará durante a atividade. A Unimed Ceará também convoca a população a ajudar a instituição com a doação de leite em pó, achocolatado e óleo de cozinha, caso haja o interesse. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (85) 3453-7878, no setor de RH. Sobre o Lar Santa Mônica (larsantamonica.blogspot.com.br) O Lar Santa Mônica pretende reduzir o risco social e familiar em que estão inseridas meninas e adolescentes de 7 a 18 anos, vitimas de abuso/exploração sexual ou em grave risco de padecê-lo, bem como protegê-las de outras situações de vulnerabilidade emergentes do contexto social, familiar e ambiental em que vivem. Hoje o Lar atende 22 meninas, advindas de encaminhamento do Conselho Tutelar de Fortaleza. O Lar Santa Mônica faz parte da Associação CEU, no Condomínio Espiritual Uirapuru (Av. Alberto Craveiro 2222, Castelão) Sobre a Unimed Ceará Unimed Ceará é uma das mais respeitadas empresas do setor de saúde do estado, atuando como operadora de planos de saúde privada em todas as regiões da unidade federativa, sendo, ainda, uma das dez Melhores Empresas para Trabalhar no Ceará (Great Place To Work 2012). Fundada em 1985 sob um modelo empresarial cooperativista, a Unimed Ceará, cuja sede está instalada em Fortaleza, configura-se como Federação das Unimeds do Estado do Ceará ao reunir nove filiadas em seu sistema: Unimed Abolição, Unimed Aracati, Unimed Cariri, Unimed Centro Sul, Unimed Crateús, Unimed Nordeste do Ceará, Unimed Sertão Central, Unimed Sobral e Unimed Vale do Jaguaribe, compondo uma rede integrada que facilita o acesso de clientes em clínicas, hospitais e consultórios médicos em suas próprias cidades. Integrante do Sistema Nacional Unimed, a maior rede de assistência médica do Brasil, a Unimed Ceará conta com cerca de 1.100 médicos cooperados às suas filiadas e vários serviços próprios e de terceiros, tais como hospitais, pronto-atendimentos, clínicas e laboratórios nas Unimeds singulares, para melhor servir seus mais de 105 mil clientes. Sua missão é promover o Cooperativismo Médico por meio do fortalecimento das Unimeds filiadas e prestar serviços como Operadora de Plano de Saúde, com práticas sustentáveis e atendimento humanizado, garantindo a satisfação de seus clientes.

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6a Corrida Rústica: um desafio pela saúde na Unimed Chapecó

Atletas profissionais e amadores se desafiarão na 6a CORRIDA RÚSTICA E CAMINHADA UNIMED CHAPECÓ que ocorrerá no sábado, 1o de dezembro, a partir das 18h, com largada na Praça Coronel Bertaso, em Chapecó. A iniciativa faz parte da comemoração de aniversário do Hospital Unimed Chapecó, que completa 14 anos no dia 5 de dezembro. Corrida Rústica Unimed é tradicionalmente organizada pelo Programa de Medicina Preventiva (Univida), visando proporcionar a prática de atividades físicas que promovam o bem-estar e a integração entre a comunidade chapecoense e toda a região. As inscrições podem ser realizadas até o dia 29 de novembro pelo site www.unimedchapeco.com.br ou pessoalmente no Univida (rua Barão do Rio Branco, número 243-E). No dia 24 de novembro, os atletas poderão realizar sua inscrição com a Equipe Unimed, que estará presente na Avenida Getúlio Vargas no período da manhã e no Ecoparque no período da tarde. A coordenadora do Univida, Liliane Minuzzi Linhares, ressalta que o evento contará com a participação da escola CEDUP que auxiliará na realização de massagens, atividades recreativas do SESC, além de nutricionistas. Banheiros e guarda volumes também estarão disponíveis na praça, visando oferecer segurança e conforto aos participantes. Cada inscrito deverá retirar seu kit atleta (camiseta, numeral da corrida, senhas de controle, chip de cronometragem, etc), no dia do evento, entre as 16 e as 17h45, mediante apresentação de documento com foto. ATEGORIAS A corrida terá início às 18h, com largada de 1 km seguida pelos demais percursos. As categorias no masculino são as seguintes: 8 a 9 anos (1 km), 10 a 12 anos (1 km), 13 a 15 anos (3 km), 16 a 18 anos (5 km), 19 a 27 anos (5 km), 28 a 35 anos (5 km), 36 a 45 anos (5 km), 46 a 59 (5 km), acima de 60 anos (5 Km) e categoria colaborador/cooperado. No feminino, podem participar atletas de 8 a 9 anos (1 km), 10 a 12 anos (1 km), 13 a 15 anos (3 km), 16 a 18 anos (5 km), 19 a 35 anos (5 km), 36 a 49 anos (5 km) acima de 50 anos (5 km) e categoria colaborador/cooperado. Os vencedores receberão troféus e medalhas. A escola que inscrever o maior número de participantes receberá materiais esportivos como premiação.Após a premiação terá início a caminhada que sairá da praça Coronel Bertaso e terá finalização no Ecoparque.

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Unimed Porto Alegre e Rádio Gaúcha realizam Talk Show no Parcão amanhã

O debate ocorrerá às 19h, com o tema “O bem-estar na indústria criativa”. A atividade faz parte da programação da Semana ARP da Comunicação. Nesta quarta-feira, dia 21 de novembro, a Unimed Porto Alegre, em parceria com a Rádio Gaúcha, realiza um Talk Show, às 19h, no Parque Moinhos de Vento (Parcão). Com o tema “O bem-estar na indústria criativa”, o programa terá a apresentação dos jornalistas Wianey Carlet e Gabrieli Chanas e contará com a participação do presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Márcio Pizzato; do superintendente de Marketing e Vendas da Unimed Porto Alegre, Julio Wilasco; da professora doutora da Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisadora responsável pelo Índice Bem-Estar Unimed Porto Alegre (IBE), Teniza da Silveira; do jornalista, publicitário e sócio-diretor da Agência Escala, Alfredo Fedrizzi; e do presidente da Associação Riograndense de Propaganda (ARP), Fábio Bernardi. A atividade faz parte da programação da Semana ARP da Comunicação. De acordo com reportagem publicada na Revista Veja do dia 14 de novembro, quem integra a Indústria Criativa do Brasil tem salários cerca de três vezes maiores do que a média nacional. A informação está na terceira edição do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Informações da Organização Mundial do Comércio (OMC) dão conta, ainda, de que o faturamento das indústrias criativas no mercado internacional duplicou nos primeiros três anos do século XXI. As empresas, em sua maioria, já perceberam que a sua produtividade está diretamente relacionada com o bem-estar de seus colaboradores. O Talk Show abordará como está essa questão na indústria criativa e como o bem-estar pode auxiliar no processo criativo das equipes. Sobre a Unimed Porto Alegre Fundada em 1971, a Unimed Porto Alegre é uma cooperativa de médicos líder no mercado de assistência à saúde na Capital, Região Metropolitana, Centro-Sul e Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Possui mais de 640 mil beneficiários e cerca de 400 pontos de atendimento entre serviços credenciados e próprios, o que se constitui na maior estrutura em prestação de serviços à saúde dentro de sua área de atuação. A Cooperativa conta com 6,2 mil médicos em 49 especialidades e 39 áreas de atuação e tem estrutura própria para atendimento ao cliente, que inclui Hospital, Laboratório, Centros de Diagnóstico por Imagem, Centro de Oncologia, Prontos-Atendimentos, unidades de atendimento Odonto Unimed e o SOS Emergências Médicas.

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Unimed Poços participa das comemorações do Dia Mundial do Diabetes

Cooperativa foi parceira da caminhada que teve como objetivo conscientizar a comunidade para a importância da prevenção e controle desta doença Por meio do SIM, projeto de medicina preventiva, a Unimed Poços participou da caminhada promovida pela ADPC – Associação dos Diabéticos de Poços de Caldas -, no dia 18 de novembro. O evento encerrou as comemorações do Dia Mundial do Diabetes e teve como objetivo chamar a atenção da comunidade sobre a doença e as formas de controle e prevenção. Segundo Iara Pimenta de Castro, assistente Social da Unimed Poços e uma das coordenadoras do SIM, além de participar da caminhada, com profissionais que integram o projeto, a Cooperativa também patrocinou as camisetas e disponibilizou uma ambulância, que acompanhou os participantes durante todo o trajeto . “A Unimed Poços tem sido uma grande parceira dos eventos promovidos pela ADPC, pois o trabalho realizado pela Associação vem ao encontro dos objetivos do projeto SIM, que é a promoção da qualidade de vida por meio dos cuidados com a saúde e a adoção de hábitos saudáveis”, destacou a assistente social. “Participando destes eventos, temos a oportunidade de levar para a comunidade o trabalho desenvolvido junto aos clientes da Unimed Poços”. Projeto SIM: melhor qualidade de vida O Projeto SIM à Qualidade de Vida, promovido há quase uma década pela Unimed Poços, é direcionado aos clientes da Cooperativa. Ele é desenvolvido por uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, nutricionista, assistente social, profissional de comunicação e marketing, fisioterapeuta, educador físico e psicólogo, e atende portadores de diabetes, hipertensão e obesidade (adolescentes, adultos e idosos), além de tabagistas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3729.3300.

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Unimed Nordeste-RS recebe três troféus de sustentabilidade do Instituto do Desenvolvimento do Fornecedor (IDF)

A Unimed Nordeste-RS foi a empresa mais laureada no Prêmio Fornecedor Consciente, relacionado à sustentabilidade e promovido pelo Instituto do Desenvolvimento do Fornecedor (IDF), de Porto Alegre. Além de receber quatro certificados (Ecologia, Cultura, Responsabilidade Social e Respeito ao Consumidor), entre as cinco categorias, a cooperativa médica com sede em Caxias do Sul recebeu o maior número de troféus. Dos cinco existentes, três foram para a Unimed Nordeste-RS: Ecologia, Responsabilidade Social e Cultura (veja abaixo os projetos que concorreram em cada categoria). A Top Mídia e a Lebes foram as outras empresas premiadas com os demais troféus, o de Marketing e o de Respeito ao Consumidor, respectivamente, em um universo em que concorriam às distinções mais de duas dezenas de organizações renomadas, como o Hospital Divina Providência, o Colégio Anchieta e o Grêmio. Conheça a seguir os projetos que levaram a Unimed Nordeste-RS a conquistar os três troféus em suas respectivas categorias. Troféus Ecologia: projeto Curso de Customização (Programa Reutilizar, de reaproveitamento de roupas) Responsabilidade Social: projetos Academias ao Ar Livre e Alimentação Saudável Cultura: projeto Musical (música, violão e coral) * Mesmo sem troféu, o projeto A Arte de Envelhecer foi certificado na categoria Respeito ao Consumidor.

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Seguros Unimed lança "Encontre seu Seguro"

Interessados em adquirir um seguro poderão encontrar os melhores produtos para o seu perfil, de forma prática e rápida. A Seguros Unimed acaba de lançar em seu portal a ferramenta “Encontre o seu Seguro”. Clicando em www.segurosunimed.com.br, o interessado terá acesso a sugestões de produtos que mais se adaptam ao seu perfil, bastando responder a três simples perguntas com apenas três cliques. Estas sugestões vêm acompanhadas dos principais benefícios do seguro, bem como de um link específico para informações mais detalhadas. “A ferramenta atua como um fluxo de conversão, direcionando o visitante do site para conhecer os produtos da companhia de maneira prática e eficiente. Este fluxo é encerrado quando disponibilizamos um botão para que o visitante possa inserir seus dados e ser contatado por um corretor”, explica Henrique João Dias, superintendente de Marketing. Essa nova ferramenta também beneficia os corretores, que atenderão potenciais clientes já com perfis e necessidades filtrados de forma mais precisa. Neste ano, a Seguros Unimed ainda lançou um chat de atendimento exclusivo, além de desenvolver anualmente a campanha Carteira Recheada, que premia os corretores que se destacam na comercialização de produtos da companhia. O “Encontre o seu Seguro” em breve poderá ser acessado também na página da seguradora no Facebook. Sobre a Seguros Unimed A Seguros Unimed iniciou suas operações em 1989, com o objetivo de atender as demandas do Sistema Unimed, formado por 371 cooperativas, 111 mil médicos cooperados e 18 milhões de clientes em todo o Brasil. Com matriz em São Paulo e 26 escritórios regionais estrategicamente distribuídos pelo país, a empresa visa a expandir os seus negócios e atender as necessidades do mercado em geral por meio da melhoria contínua de seus processos, da valorização de seus colaboradores e do compromisso com os clientes. Com 5,6 milhões de clientes e 33 produtos nos segmentos de Vida, Previdência e Saúde, a seguradora está entre as maiores do setor, sendo a 4ª em Saúde, a 13ª em Vida e a 14ª em Previdência Privada.

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Coral da Unimed Natal celebra aniversário do Parque das Dunas

Reserva ambiental com 1.172 hectares de Mata Atlântica, o Parque das Dunas está situado no coração da cidade de Natal e completou, esta semana, 35 anos. Criado em 22 de novembro de 1977, a unidade de conservação tem a mesma idade da Unimed Natal e é um dos parceiros da singular. Iniciando as comemorações, na manhã da quarta-feira (21), o Coral Unimed em Si, composto por colaboradores e beneficiários da rede de assistência médica, subiu ao palco do Anfiteatro Pau-Brasil e encantou os visitantes com grandes clássicos da Música Popular Brasileira. E a participação da Unimed Natal nas comemorações do Parque não para por aí. No próximo domingo (25), será a vez do Projeto Tocando a Vida, idealizado pelo maestro Osvaldo Damore, que atende a jovens e adultos da comunidade do Bom Pastor, zona Oeste da capital potiguar. O projeto é uma iniciativa cultural gerida pela ONG Atitude Cooperação, mantida pela Unimed Natal, e proporciona o ensino de violino, viola, violoncelo e contrabaixo a alunos de escolas públicas. Parque das Dunas Criado através do Decreto Estadual nº 7.237, sendo a primeira Unidade de Conservação Ambiental implantada no Estado do Rio Grande do Norte, o Parque das Dunas possui 1.172 hectares de mata nativa, como parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Brasileira e é fundamental para a qualidade de vida das populações natalense e potiguar. O Parque atua na preservação e conservação dos ecossistemas naturais englobados pela reserva, proteção dos recursos genéticos, realização de estudos e pesquisas, além da promoção de lazer, turismo ecológico e atividades educativas e de conscientização ambiental.

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Unimed de Passos doa maca hospitalar à Apae

A Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Passos recebeu a doação de uma maca hospitalar da Unimed Sudoeste de Minas,que foi direcionada ao Departamento de Enfermagem da instituição que atende crianças e adultos com necessidades especiais na região. A entrega ocorreu no dia 8 de novembro com a presença do presidente da Unimed, Heitor Sette Filho, do presidente da Apae, Maurício Lemos Calixto, e equipe de enfermagem. A Equipe de Responsabilidade Social da Unimed viabilizou a doação da maca hospitalar com grades – um pedido feito pela própria Apae à cooperativa em outubro. Em cerca de um mês, a maca foi comprada, como informaram os membros da Equipe, Luiz Carlos Cardoso da Silva, Elaine Esper e Sandra Paim. Foi um pedido da Apae que a Unimed prontamente atendeu. Esta é mais uma ação social da Unimed, que procura sempre ajudar entidades assistenciais de Passos e região para participar ativamente da comunidade”, disse o presidente da Unimed, Heitor. Para a diretora da Apae, Maria Aparecida de Carvalho, a maca chegou em boa hora. “Uma maca que temos não estava adequada ao nosso atendimento. Esta doação da Unimed vem atender uma necessidade urgente da Apae, pois a maca era uma prioridade para nossa clientela. Estamos felizes por a Unimed ter este olhar afetivo pela Apae”, explicou a diretora. Maria Aparecida informou que a maca já está sendo muito utilizada no Departamento de Enfermagem e no transporte dos alunos. “Esperamos sempre contar com essa parceria da Unimed, um contato que não queremos perder nunca, pois a cooperativa nos olha com muito carinho”, completou. Os membros da Equipe de Responsabilidade Social também destacaram a importância desta doação à Apae. “É mais uma ação social da Unimed, que está sempre preocupada em ajudar entidades filantrópicas da cidade. Também temos uma parceria antiga com a Apae e a Unimed se sente honrada em atender novamente a solicitação deles neste projeto”, considerou Luiz Carlos. “A Apae é uma instituição séria que ajuda no desenvolvimento de crianças especiais e a Unimed está sempre solidária com a causa”, completou Sandra. Nos últimos anos, a Unimed ajudou a Apae em campanhas de Natal e na doação de equipamentos odontológicos, de um retroprojetor, materiais de escritório e camisetas para a Semana do Autista.

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Unimed Erechim recebe selo Projeto Referência Estadual no prêmio Cooperativa do Ano

Os projetos Semeando Sonhos e ‘Campanha de Descarte de Medicamentos’, desenvolvidos pela Unimed Erechim, receberam o selo “Projeto Referência Estadual” durante a 8ª edição do prêmio Cooperativa do Ano, realizado no último dia 20, em Brasília A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) realizou, na noite de terça-feira, 20, em Brasília, a 8ª edição do Prêmio Cooperativa do Ano. Mais de duas dezenas de cooperativas ganharam destaque em treze categorias. Em âmbito estadual com direito a reconhecimento nacional, a Unimed Erechim arrebatou duas conquistas pelos projetos ‘Semeando Sonhos’ (categoria cooperativa Cidadã) – que busca prevenir e conscientizar para os riscos da gravidez na adolescência – e pela ‘Campanha de Descarte de Medicamentos’ (categoria Desenvolvimento Sustentável), que visa dar destino correto às embalagens de remédios e afins. O presidente do sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas destacou que o objetivo do prêmio, de reconhecer e homenagear o trabalho das sociedades cooperativas, passa pelas iniciativas de sucesso desenvolvida pelo movimento. “Nossa intenção é valorizar essas iniciativas desenvolvidas pelo movimento e divulgá-las à população. Precisamos “bater caixa”, fazer barulho e mostrar o que temos feito pelo nosso país”, disse o dirigente. Já o presidente da Unimed Erechim, Alcides Mandelli Stumpf, agradece tanto ao sistema OCERGS/SESCOOP quanto à própria OCB por mais este reconhecimento – que é fruto, segundo ele, da participação decisiva do corpo diretivo, cooperados e colaboradores da Unimed, que primam não apenas pela excelência e segurança na prestação do serviço, mas também pelo retorno, na forma de ações, às comunidades nas quais a cooperativa está inserida. Em 2012, o prêmio Cooperativa do Ano recebeu um número surpreendente de projetos inscritos: 212 no total, de 138 cooperativas de todos os ramos e portes. Esta edição foi alusiva ao Ano Internacional das Cooperativas, uma conquista dos cooperativistas do mundo todo. “Nossas cooperativas realmente mereciam essa homenagem. São instituições sérias, comprometidas com sua base, seus cooperados e com a sociedade. Foi assim em 2008 e 2009, durante a crise financeira internacional, e assim será sempre. Que o Ano Internacional seja um marco para um crescimento ainda maior do setor cooperativista”, enfatizou Freitas. Desafio A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou do evento e propôs ao movimento cooperativista um desafio: trabalhar ativamente para aplicação efetiva do novo Código Florestal brasileiro. “Faço aqui um convite à Organização das Cooperativas Brasileiras, para se juntar a nós, em um termo de cooperação, na implantação do cadastro rural no país. A OCB é nossa parceira, por isso peço a ela e a todos os cooperativistas que nos ajudem a proteger o meio ambiente Mais de 400 pessoas – entre ministros de estado, autoridades, parlamentares e diretores de cooperativas – prestigiaram a cerimônia. O que é o projeto Semeando Sonhos Com mais de sete mil alunos atendidos das redes pública e privada de Erechim, o projeto ‘Semeando Sonhos’ da Unimed tem cumprido papel importante para a diminuição dos índices de gravidez na adolescência registrados no município. A eficiência da proposta, ao lado de outras ações de saúde pública, é percebida no número de crianças nascidas de mães adolescentes no período compreendido entre agosto de 2008, data de início do projeto da Unimed, e 2011. De lá para cá, o índice que alcançava marca próxima dos 17%, declinou para a casa dos 14%. Utilizando recursos próprios da Unimed, o Semeando Sonhos trabalha com quatro módulos de discussão, através do empenho de uma equipe multiprofissional (Médico, Enfermeira, Farmacêutica, Fisioterapeuta, Nutricionista, Psicóloga, Educadores e de apoio administrativo) que utiliza o método do Projeto “Vale Sonhar” do Instituto Kaplan de São Paulo, instituição que os capacitou. Num primeiro momento, a equipe orienta e habilita os professores responsáveis pelos alunos que participam do projeto, desenvolve os módulos com os alunos e disponibiliza telefone, e-mail e caixa de perguntas na escola para sanar as dúvidas dos adolescentes. Além disso, na rede municipal foi capacitada uma equipe multiprofissional da Prefeitura de Erechim para trabalhar em projeto próprio, utilizando a mesma metodologia da Unimed Erechim. São atendidos os alunos que frequentam entre a 8ª série do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio (adolescentes dos 14 aos 19 anos). Ao final dos cursos, professores e alunos participantes recebem certificados. Atualmente, a média de satisfação dos alunos e professores com o projeto chega próximo aos 90%. O que é a campanha de Descarte de Medicamentos A proposta visa oferecer a comunidade regional alternativa para o descarte adequado de medicamentos vencidos e inutilizados. A Unimed Erechim mantém aberta durante todo o ano sua sede e outras unidades para o recolhimento dos materiais. Desde 2009, quase uma tonelada de medicamentos já foram arrecadados na região de abrangência da cooperativa.

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Circuito das Competências movimenta colaboradores da Unimed Caruaru

A Unimed Caruaru por meio da Assessoria de Gestão de Pessoas - AGP, realizou no dia 10 de novembro o Circuito das Competências. A chácara San Diego foi o cenário escolhido para a realização do evento. O circuito das competências é uma das etapas do processo de avaliação do Programa de “Ascensão Profissional”, do qual os colaboradores da Unimed Caruaru estão participando. O programa visa o desenvolvimento dos colaboradores de acordo com suas pretensões profissionais, oferecendo capacitações para as inúmeras áreas que complementam a Unimed. A metodologia do circuito foi baseado em treinamentos ao ar livre, que teve como instrumento principal o ciclo de aprendizagem vivencial. No evento foram aplicadas dinâmicas de grupos atrelados a esportes de aventuras, submetendo os participantes a experiências sob pressão e tensão, bem semelhantes às situações do dia a dia no ambiente organizacional, capacitando-os a serem ágeis em suas funções laborais. A psicóloga em gestão de pessoas, Ana Costa, comenta sobre o objetivo maior, que foi oferecer um momento diferenciado para os colaboradores Unimed Caruaru: “ Nosso principal objetivo era avaliar as competências dos colaboradores inscritos no programa supracitado, no entanto, sempre com o intuito de trazer reflexões e sensibilizar nosso colaborador na necessidade de trabalhar em equipe, suporte mútuo, como reação diante do imprevisto e principalmente a importância de planejamento”, afirma Ana. A assessora em gestão de pessoas, Luciana Vasconcelos, relata que durante as atividades foram observados pontos como: trabalho em equipe, ética, comunicação, liderança, organização, consciência ambiental, entre outros. Aspectos estes que eram observados diante dos quase 30 colaboradores, que estavam divididos em 2 grupos, nomeados “Baraúnas” e “Braço Forte, Mão Amiga”, que se fizeram presentes em todas as etapas do circuito. Durante as atividades foram considerados aspectos como: animação, disposição, integração e criatividade. No término do circuito a equipe “Baraúna” consagrou-se como a campeã. A assessora da AGP, Luciana, ainda pontuou os destaques da competição. “Os destaques foram: Sergio Romero Rodrigues de Oliveira, revelação do Circuito das Competências; Gerusa Alves, destaque Animação; Amanda Albuquerque, destaque Organização; Rômulo Eduardo Rodrigues, destaque Liderança”. O colaborador Sergio Rodrigues um dos destaques do circuito, compartilha a experiência vivenciada durante o evento: “Foi um evento que mexeu com o íntimo de todos os participantes, uma mistura de ansiedade, medo, coragem, esforço, concentração e discernimento. Para mim foi mais que uma competição, mais que um treinamento, foi na verdade uma página de aprendizado para o dia-a-dia aqui na empresa e em minha vida pessoal. Ao final, a surpresa e a emoção que senti com o anúncio de que eu teria sido o Destaque Geral do evento, foi indescritível, pois não fiz nada além do que procuro fazer no dia-a-dia em minha função, em minha vida”. Afirma Sergio. A psicóloga, Ana Costa, aproveitou para ressaltar a importância de proporcionar um circuito de competições, bem como sua avaliação: “Na realidade o grande vencedor é a Unimed Caruaru - Os dois grupos saem campeões, pois a vivência foi tão enriquecedora que trouxe grandes reflexões na vida pessoal e profissional dos participantes como testemunhadas por eles. Os resultados são visivelmente positivos e a análise feita pelo próprio grupo foi extremamente saudável, clara sobre pontos fortes, e aqueles que precisam ser melhorados”.

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Equipe da Unimed de Botucatu é campeã em Torneio de Basquete do Centro Oeste Paulista

Atletas do sub 13 conquistaram a vitória em jogos muito disputados. A equipe sub 11 também ficou entre as quatro finalistas do torneio A Unimed de Botucatu sagrou-se campeã da categoria sub 13 nos Jogos Unimed de Basquete Feminino - . A vitória foi conquistada ponto a ponto contra a forte equipe de Jaú, que sediou o quadrangular final, no dia 10 de novembro. Das 09 equipes que participaram do torneio, classificaram-se as 4 melhor colocadas: Adamantina e Tupã pelo Grupo A e Jaú e Botucatu pelo Grupo B. Na semifinal, a equipe que representa a Unimed de Botucatu venceu Tupã por 22 a 19. O Jogo da decisão teve um placar dramático 22 para Botucatu contra 21 para o time da Casa. As equipes se enfrentaram no Ginásio de Esportes Dr. Flávio de Mello. Sub 11 – As atletas da equipe sub 11 da Unimed de Botucatu também se classificaram para o quadrangular final, realizado em outubro em Paraguaçu Paulista. A pouca experiência, a viagem de mais de 3 horas e o calor de 40ºC abateram as meninas, que perderam os dois jogos que disputaram. Na semifinal o placar foi Adamantina 24 X 20 Botucatu. Na disputa pelo 3º lugar venceu Tupã por 31 a 24 Mesmo assim a equipe de Botucatu ficou entre as 4 finalistas de um torneio com 12 times participantes. O Projeto CTU - De maio a novembro de 2012 a Federação das Unimeds do Centro Oeste Paulista – Unicop – promoveu a primeira edição dos Jogos Unimed de Basquete Feminino. O evento reuniu as equipes do projeto CTU – Centro de Treinamento Unimed, uma iniciativa social, adotada por várias Unimeds da região e que tem como objetivo fomentar novos talentos no basquetebol feminino e ainda oferecer uma atividade para a comunidade carente dos municípios onde é adotado. Podem participar do Projeto meninas de 07 a 15 anos. É necessário frequentar a escola e ter bom desempenho. Os treinos de basquete acontecem em períodos opostos ao horário escolar, sendo uma forma de tirar as meninas da rua. Além do esporte o projeto também prevê palestras sobre cidadania, saúde e auto estima. A Unimed de Botucatu mantém o Projeto CTU desde 2005, na cidade de São Manuel (município de sua área de ação). Desde 2011 é parceira da Casa Santa Maria – Instituição de Proteção à Infância e Juventude, que realiza trabalho social de extrema importância no Bairro Santa Mônica. Atualmente cerca de 80 meninas participam do projeto que tem ainda a Usina Açucareira São Manoel como parceira.

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