Radar Unimed Diário | 8 de abril de 2013 | edição 242
 

Presidente da Unimed do Brasil destaca importância do Encontro Nacional de Recursos Próprios

Vem aí uma importante oportunidade para o Sistema Unimed compartilhar experiências e informações necessárias ao aperfeiçoamento de suas diretrizes. Nos dias 17 a 19 de abril, será realizado o Encontro Nacional de Recursos e Serviços Próprios, no Novotel Center Norte, em São Paulo. A promoção é da Unimed do Brasil e da Central Nacional Unimed.

Tendo como foco um tema tão relevante, o presidente da Unimed do Brasil, Eudes de Freitas Aquino, reforça a importância dessa iniciativa, que possibilitará a capacitação e a padronização da qualidade de atendimento dos serviços prestados pelo Sistema, que se configura como importante diferencial da trajetória do Sistema Unimed.

“Não poupamos esforços para oferecer ao Sistema Unimed o suporte técnico necessário. Mas é importante que cada um faça a sua parte e aproveite oportunidades como essa para garantir a qualificação padronizada dos nossos recursos próprios, fundamentais ao nosso crescimento, e do nosso atendimento”.

Além da grade de Recursos e Serviços Próprios, o evento terá uma Jornada Nacional Unimed de Enfermagem e uma de Centros de Diagnóstico. Assim como ocorreu em 2012, o Encontro Nacional Unimed de Assistentes Sociais será realizado simultaneamente.

Então, não perca essa oportunidade e faça sua inscrição pelo link

http://www.unimed.coop.br/pct/index.jsp?cd_canal=65665&cd_secao=65682

Mais informações no hotsite http://www.centralnacionalunimed.com.br/pct/index.jsp?cd_canal=65665

 

Unimed na Imprensa

Custo dispara e desequilibra balanço
As operadoras de planos de saúde e dental viram seus custos com hospitais, médicos, dentistas e laboratórios dispararem no ano passado. Praticamente todo o setor amargou um crescimento...(Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 08/04/2013)

Governo pode reduzir alíquota de PIS/Cofins para planos de saúde
Desoneração seria condicionada à qualidade de atendimento e a um reajuste menor das mensalidades. Uma das medidas em estudo para aliviar os custos das administradoras de planos de saúde...(O Globo/RJ – 05/04/2013)

FEF entrega placas de agradecimento a empresas fernandopolenses
Na última semana, as empresas Secol Materiais para Construção, Sgotti Materiais para Construção, Style Tintas, Unimed e o Grupo Arakaki receberam das mãos do presidente da FEF, Paulo Nascimento...(Portal Região Noroeste/SP – 08/04/2013)

Ouvidoria da Unimed Paulistana existe desde 2010
A Agência Nacional de Saúde lançou nova regulamentação obrigando as operadoras de saúde a terem ouvidorias próprias para atender aos beneficiários. A Unimed Paulistana possui esse serviço...(Portal Segs/SP – 07/04/2013)

 

Notícias de Interesse

Desoneração já atinge setores cuja soma da receita vale 50% do PIB
A desoneração de folha de pagamentos já beneficia 56 setores. Eles são responsáveis por uma receita bruta anual de aproximadamente R$ 1,9 trilhão no mercado interno, valor equivalente a metade...(Jornal Valor Econômico, Brasil/SP – 08/04/2013)

PMDB sai à frente em eleições municipais suplementares
Depois de ter sido derrotado em outubro do ano passado, o candidato do PMDB, Mauro Poeta, venceu a eleição suplementar para prefeito realizada ontem no município de Triunfo (RS), a 75 quilômetros...(Jornal Valor Econômico, Política/SP – 08/04/2013)

Setor cresce 2%, a menor taxa em 7 anos
O setor de planos de saúde encerrou o ano passado com 47,943 milhões de usuários, o que representa um crescimento de apenas 2% - a menor taxa desde 2004, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar...(Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 08/04/2013)

OGX responde por um terço das perdas do Ibovespa
As ações da OGX têm funcionado como uma âncora para o Ibovespa nos últimos meses. O papel ON da petroleira de Eike Batista acumula desvalorização de 61% neste ano, frente a um recuo de 9,7%...(Jornal Valor Econômico, Finanças/SP – 08/04/2013)

Gasto sobe e conta de Estados tem o pior resultado desde 99
Poupança para o abatimento das dívidas caiu de 0,72% para 0,36% do PIB. O DF e ao menos sete Estados contabilizam deficit, entre eles PE, cujo governador ensaia candidatura ao Planalto...(Jornal Folha de S. Paulo, Poder/SP - 08/04/2013)

Médicos viram alvos em guerra civil síria
Seis meses após agentes da polícia secreta síria terem levado o médico M. Nour Maktabi de sua clínica em Aleppo, o necrotério do hospital universitário chamou sua família para ir buscar o corpo...(Jornal Folha de S. Paulo, The New/SP - 08/04/2013)

Planos de saúde, que melhorou, melhorou!
Hoje, número de operadoras em situação crítica é pequeno e a ANS tem como intervir com rapidez para evitar a deterioração dos serviços. Desde sua votação eu critiquei a Lei dos Planos de Saúde Privados... (Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 08/04/2013)

Mantega prevê um avanço modesto do PIB até março
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na sexta-feira passada que no primeiro trimestre deste ano espera um crescimento "um pouco maior" do que o registrado no quarto trimestre de 2012...(Jornal DCI/SP – 08/04/2013)

Fitch faz revisão e elogia planos de instituições
Segundo a Fitch Ratings, a estratégia adotada pelos bancos brasileiros "ao longo dos ciclos econômicos" permite capturar sua força coletiva, enquanto mantém alguma contenção. A agência chegou a essa...(Jornal DCI, Finanças/SP – 08/04/2013)

Um novo corpo em 3D
Tecnologia que imprime moldes e próteses permite a reconstrução do organismo com uma perfeição nunca vista antes Médicos do Reino Unido anunciaram na semana passada um feito memorável da medicina...(Revista Istoé/SP – Abril. 13)

O fim da cegueira da diabetes
Medicamentos de última geração impedem o avanço do edema macular, uma das principais causas da perda de visão em diabéticos. Avanços da pesquisa em oftalmologia estão permitindo, pela primeira...(Revista Istoé/SP – Abril. 13)

US$ 100 milhões na cabeça
EUA lançam o mais ambicioso projeto de pesquisa sobre o funcionamento cerebral. Vêm aí grandes avanços no tratamento de depressão, Alzheimer, Parkinson, dor e esquizofrenia.Entender como cerca...(Revista Istoé/SP – Abril. 13)

Saúde quer agilizar contratação de mão de obra no Inca
O Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho para discutir um novo modelo de gestão para o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O objetivo principal é facilitar a contratação de mão de obra...(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

Hospitais universitários
Chega a ser comovente a admissão, pelo diretor-geral do Hospital Universitário Getúlio Vargas (da Universidade Federal do Amazonas, Ufam), Lourivaldo Rodrigues, de que "fazemos tudo manualmente... (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

Médicos agora miram anti-inflamatório
Um dos campeões de vendas nas farmácias e da automedicação, os anti-inflamatórios estão na mira das sociedades médicas. Com aumento de complicações e atendimentos de urgência provocados...(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

Santa Casa passa por fase final das obras de restauro
A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em Santa Cecília, centro da capital, passa por um "plano de restauração das fachadas" que prevê a reforma externa de todos os edifícios do Complexo Hospitalar...(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

Museu conta a história da Medicina
O Museu da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que fica no edifício da provedoria da instituição, abriga mais de 7.500 itens. Fundado em 2000, o espaço reúne manuscritos...(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

China abate 20 mil aves na tentativa de conter surto de gripe
Mais de 20 mil aves em um mercado da cidade de Xangai, na China, foram abatidas ontem em medida preventiva contra um surto de gripe aviária no país. Nas últimas semanas, a doença causou a morte...(Jornal Folha de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

Hospital reduz atendimento a casos de suspeita de câncer
Luiza Pereira, 32, que sofreu duas hemorragias neste ano devido a três tumores no útero, buscava ontem pela manhã atendimento no hospital Pérola Byington, no centro de São Paulo, considerado...(Jornal Folha de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

Clínicas têm teste genético pré-concepção para casais
Clínicas brasileiras estão oferecendo check-up genético pré-concepção a casais sadios que desejam engravidar, como forma de reduzir os riscos de gerar um bebê doente. Um dos testes...(Jornal Folha de S. Paulo/SP – 07/04/2013)

Financiamento: comissão do Senado fará audiências para subsidiar relatório
O plano de trabalho proposto pela Comissão Temporária do Senado que vai debater o financiamento da Saúde foi aprovado nessa quinta-feira (04). Apresentado pelo relator da Comissão, senador... (Informativo Política e Poder/SP – 05/04/2013)

Quatro congressos de gestão em saúde acontecem em maio
O Sindhosp, a Confederação Nacional de Saúde (CNS) e a Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess) estarão promovendo, no próximo mês de maio, de 22 a 24, durante a Hospitalar...(Informativo Política e Poder/SP – 05/04/2013)

 

Concorrentes

Lucratividade dos planos de saúde cai
As operadoras de planos de saúde e odontológicos viram seus custos dispararem no ano passado. Praticamente todo o setor assistiu a um avanço dos gastos médico-hospitalares superior ao crescimento...(Jornal Valor Econômico, Capa/SP – 08/04/2013)

SulAmérica lança Relatório Anual Online 2012
Com recursos inovadores, em dois cliques o leitor acessa os principais resultados da companhia e assiste aos vídeos com os comentários dos executivos sobre o ano de 2012...(Vida e Acidentes Pessoais)...(Portal Segs/SP – 07/04/2013)

SulAmérica anuncia Gabriel Portella como novo presidente
A SulAmérica Seguros conta agora com Gabriel Portella como novo presidente da companhia. A decisão foi anunciada ontem (04/04) pelo Conselho de Administração da seguradora.. O executivo...(Portal Segs/SP – 07/04/2013)

 

Agência de Notícias

Curso Bê-a-Bá Bebê da Unimed Catanduva recebe inúmeros casais

Unimed Centro Oeste Paulista incentiva a prática de atividades físicas Exercitar-se não faz mal a ninguém!

Unimed Missões promove o descarte correto de cartões plásticos

Unimed promove “Circuito Saúde” em São João da Boa Vista

Unimed Goiânia descentraliza atendimento

Obesidade é tema de palestra no Espaço Vida Unimed

Casais ansiosos buscam orientações no Curso de Gestantes

Receitas de lanches práticos para as mulheres têm oficina na Medicina Preventiva da Unimed

Unimed Vitória promove Fórum de Atenção à Saúde do Idoso

Unimed Erechim celebra o Dia Mundial da Saúde com ações de saúde em frente a sua sede

Eu faço parte, “eu ajudo na lata”

Unimed Curitiba estreia novo comercial

 
 
 

 





 

 

 

 

 

 

 


Custo dispara e desequilibra balanço

As operadoras de planos de saúde e dental viram seus custos com hospitais, médicos, dentistas e laboratórios dispararem no ano passado. Praticamente todo o setor amargou um crescimento com gastos médico-hospitalares superior ao crescimento da receita, mesmo com os altos reajustes repassados no preço dos convênios médicos em 2012. O resultado desse desequilíbrio foi prejuízo ou queda nos lucros. Levantamento realizado pelo Valor Data mostra o desempenho de nove grandes operadoras do setor de saúde, que serve como um espelho de como se comportou o setor em 2012. Elas atendem pouco mais de 22 milhões de pessoas - quase a metade dos 47,9 milhões de usuários de planos de saúde cadastrados no país no ano passado (ver tabela). Do grupo de nove empresas analisadas, oito tiveram aumento das despesas superior ao crescimento da receita. Para cinco do grupo, o lucro caiu. E duas tiveram prejuízo. A Bradesco Saúde viu o faturamento aumentar apenas 2,9% - os custos subiram 21,2%. Na Amil, a disparidade entre esses dois indicadores não foi tão expressiva - os gastos cresceram 18,6% e a receita subiu 16,2%. Ainda assim a Amil teve prejuízo de R$ 161,2 milhões devido a uma forte elevação nos gastos administrativas. A Unimed-Rio é uma exceção. Conseguiu crescer mais em faturamento do que em despesas médica-hospitalares. Mas amargou uma queda de 56,8% no lucro por conta da construção de um hospital na Barra da Tijuca. Segundo as entidades que representam as operadoras de planos de saúde, o que tem puxado a alta dos custos médico-hospitalares é a internação que representa cerca de 40% das despesas totais. "Nos últimos cinco anos, as despesas assistenciais cresceram 125%. Já os custos com internação aumentaram 215%", diz José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde. "Nas internações, há o uso de materiais modernos e medicamentos especiais importados. No Brasil, paga-se entre oito e dez vez mais por uma prótese ou órtese em relação aos Estados Unidos", diz Arlindo Almeida, presidente da Abramge. A Unimed-Rio teve resultado melhor na relação entre despesas e receita pois tem unidades próprias de atendimento. "Tenho dois pronto-atendimentos próprios, com equipamentos modernos para exames de tomografia e ressonância e leitos de repouso. Em hospitais credenciados, muitos pacientes que entram pela emergência e precisam fazer esses mesmos exames são internados, não há um leito de espera, o que acaba encarecendo os custos para a operadora", diz Humberto Modenezi, superintendente-geral da Unimed-Rio. OdontoPrev e Qualicorp também foram afetadas. Segundo a OdontoPrev, muitas companhias deixaram de conceder o plano dental a seus funcionários por causa do forte reajuste no preço dos convênios médicos em 2012. Por conta desse aumento, muitas pessoas deixaram de pagar o plano de saúde. A Qualicorp, empresa que vende e administra planos de saúde, viu a sua inadimplência subir 82,5% no quarto trimestre em relação a um ano antes. Essa alta é confirmada pelos dados da ANS que mostram que 700 mil usuários cancelaram seus convênios médicos, entre setembro e dezembro. Segundo as consultorias Aon e Marsh, que juntas administram a carteira de planos de saúde de cerca de 1.000 empresas no país, o reajuste médio dos convênios médicos oscilou de 14% a 16,8%. "Desde 1998, acompanhamos o setor e o reajuste do ano passado foi um dos mais altos. Outros períodos de alta foram na crise de 2009 e na época da inflação", disse Francisco Bruno, consultor sênior da área de saúde da Mercer Marsh Benefícios. Em relação aos planos de saúde individuais (cerca de 10 milhões no país), o reajuste ainda não foi definido pela agência reguladora, o que deve acontecer até o próximo mês. Mas ao que tudo indica o aumento deve ser expressivo. Dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostram que os custos médicos nessa categoria de plano de saúde aumentaram 16,4% no acumulado de 12 meses encerrado em junho do ano passado, índice muito acima da inflação (IPCA) que ficou em 6,1% no mesmo período. "A variação dos custos médicos é sempre superior à inflação. Mas desta vez, a diferença foi muito alta, mais de 10 pontos percentuais. É a maior alta desde 2007, quando começamos acompanhar", disse Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS. (Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 08/04/2013)

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Governo pode reduzir alíquota de PIS/Cofins para planos de saúde

Desoneração seria condicionada à qualidade de atendimento e a um reajuste menor das mensalidades. Uma das medidas em estudo para aliviar os custos das administradoras de planos de saúde é a redução de PIS/Cofins, o que aliviaria a carga tributária sobre o faturamento das operadoras. O governo também cogita desonerar a folha de pagamentos de hospitais que prestam serviços às operadoras de planos de saúde, ajudando empresas que não têm redes próprias de atendimento. A ideia é negociar benefícios em troca da redução do índice de reajuste, previsto para maio. O governo também exigirá que os benefícios fiquem condicionados à melhoria dos índices de eficiência no atendimento aos usuários. Mas não há consenso sobre as medidas, porque está sendo avaliado o impacto sobre as contas públicas. José Cláudio Ribeiro Oliveira, assessor jurídico da Unimed do Brasil e presidente da Comissão de Estudos sobre Planos de Saúde e Assistência Médica da OAB-SP, disse que um dos principais pedidos é a redução da base de cálculo de PIS/Cofins, na maioria dos casos, incidente sobre a receita bruta. Ele afirmou que, hoje, 85% do dinheiro recebido pelas operadoras é repassado para hospitais e laboratórios, que também são tributados. Segundo Oliveira, a folha de pagamentos responde por até 10% dos custos de uma operadora e até 50% das despesas de um hospital. No caso dos equipamentos hospitalares, a desoneração se refletiria nas mensalidades cobradas. — Também há pedidos para financiamentos do BNDES e para que as operadoras usem parte dos recursos que ficam depositados como garantia financeira para realizar investimentos — explicou. José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), considerou que o índice a ser definido entre operadoras e empresas não deve ser objeto de negociação e que a história tem mostrado que “conter reajustes para conter inflação não tem sido uma boa medida”. O último índice de reajuste máximo para os planos, fixado em 7,93%, está valendo para contratos que fazem aniversário até este mês. O percentual a ser aplicado a partir de maio, que está sendo discutido na área econômica e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), valerá para os contratos individuais ou familiares. (O Globo/RJ – 05/04/2013)

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FEF entrega placas de agradecimento a empresas fernandopolenses

Na última semana, as empresas Secol Materiais para Construção, Sgotti Materiais para Construção, Style Tintas, Unimed e o Grupo Arakaki receberam das mãos do presidente da FEF, Paulo Nascimento, uma placa de agradecimento, pela parceria e apoio nas reformas realizadas no campus da Instituição para o início do ano letivo de 2013. Na presença dos empresários, Paulo Nascimento, ressaltou a importância da parceria e apresentou as adequações realizadas na estrutura física da faculdade. “Este apoio recebido foi fundamental para agregar valos às ações implementadas na FEF. A homenagem foi uma singela, porém, significativa forma de agradecimento à estas empresas que acreditam e investem em educação”, destacou o presidente. (Portal Região Noroeste/SP – 08/04/2013)

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Ouvidoria da Unimed Paulistana existe desde 2010

A Agência Nacional de Saúde lançou nova regulamentação obrigando as operadoras de saúde a terem ouvidorias próprias para atender aos beneficiários. A Unimed Paulistana possui esse serviço, desde fevereiro de 2010, à disposição de seus mais de 900 mil beneficiários. A ouvidoria da empresa atendeu 6.972 beneficiários em 2012 e todos os casos foram solucionados no prazo de cinco dia (Portal Segs/SP – 07/04/2013)

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Desoneração já atinge setores cuja soma da receita vale 50% do PIB

A desoneração de folha de pagamentos já beneficia 56 setores. Eles são responsáveis por uma receita bruta anual de aproximadamente R$ 1,9 trilhão no mercado interno, valor equivalente a metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, antes dos impostos. O valor da receita foi obtido a partir dos dados informados pelo Ministério da Fazenda em cada anúncio de desoneração. Na sexta-feira, o governo anunciou mais 14 beneficiados, ampliando a desoneração para todo setor da construção (inclusive obras de infraestrutura) e de transportes, e incluindo o segmento de comunicação, entre outros. A economia fiscal obtida com a troca da contribuição previdenciária por uma alíquota de 1% a 2% sobre o faturamento varia conforme o setor. Entre os setores que aproveitarão o benefício a partir de 2014, o transporte metroferroviário de passageiros terá redução de 78% no desembolso com a contribuição, enquanto o ferroviário de cargas deve economizar 8,8%. Representantes dos novos setores beneficiados dizem que a medida favorecerá a manutenção e formalização do emprego. Economistas e empresários consideram o benefício positivo, mas argumentam que a estrutura de custos das empresas é mais ampla para as indústrias, o incentivo abate entre 1% e 1,5% do custo de produção, em média e relatam preocupação com os efeitos fiscais. A desoneração de todos os setores, segundo o secretário de Política Econômica, Marcio Holland, representará renúncia fiscal de R$ 24,7 bilhões em 2014. Em entrevista na sexta-feira, ele disse que espera efeitos positivos já neste ano - como a manutenção dos postos de trabalho - pela perspectiva que a medida traz às empresas beneficiadas. O governo usa o critério de receita bruta interna para estimar o valor que cada setor terá que pagar como proporção do faturamento em troca da antiga contribuição previdenciária. No cálculo, as empresas abatem a receita com vendas no exterior, o que torna a desoneração mais vantajosa para quem exporta. Sozinhos, o comércio varejista representa 5% do PIB e o peso dos setores de transportes e construção, que ficarão totalmente desonerados a partir de 2014, é de 4,8% e 4,5%, respectivamente. O cálculo do PIB é diferente do critério de receita bruta, pois o PIB considera o valor adicionado em cada setor para evitar dupla contagem de produção ou consumo. Sérgio Castejon Garcia, diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) no Distrito Federal, acredita que a medida vai incentivar a formalização. Dos 310 mil funcionários que trabalham no setor no país, quase um quarto, 80 mil, não possui carteira assinada, diz ele. "Elo inicial da cadeia de construção civil", o segmento fatura mais de R$ 58 bilhões por ano. A desoneração de R$ 598 milhões, segundo Castejon, contribuirá também para a exportação de serviços - especialmente para a África, onde há uma concentração de construtoras brasileiras - e ajudará as companhias a fazer frente à concorrência estrangeira, que tem aumentado no ritmo do anúncio de novas obras de infraestrutura. No setor de transporte ferroviário de cargas o benefício deverá permitir capacitação e contratação de novos empregados, diz o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça. De acordo com ele, 7,1 mil pessoas devem ser capacitadas ao longo de 2013 e 5 mil contratadas, fazendo com que os empregados diretos do setor saltem dos quase 46 mil funcionários atuais para 51 mil. O presidente da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC), Newton Jerônimo Rodrigues, afirma que a desoneração da folha de pagamento do setor dará uma injeção de capital de giro nas empresas e ajudará a melhorar a atividade nos próximos anos. A economia com a desoneração no transporte rodoviário de cargas é significativa, segundo ele, e chega a R$ 986 milhões, segundo dados do Ministério da Fazenda. De acordo com a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANP Trilhos), a entrada na lista estava sendo negociada com o governo desde o fim do ano passado. "Transporte de passageiros, assim como a indústria ferroviária, é intensiva em mão de obra. Não calculamos qual será o ganho, até porque depende de cada empresa, mas na indústria o resultado médio da desoneração foi uma diminuição de 2% nos custos totais", afirmou Vicente Abate, diretor da ANP Trilhos. "O benefício é positivo, mas não muda a estrutura de custos da indústria e do setor de serviços. As empresas terão um pouco mais de folga, mas ainda irão sofrer com a pressão de preços em seus custos", diz o economista Mansueto Almeida Júnior, especialista em contas públicas. "A tendência é também aproveitar o benefício para elevar um pouco a margem", diz José Ricardo Roriz Coelho, diretor de competitividade da Federação das Indústrias do Esta de São Paulo (Fiesp). Dos 56 setores beneficiados, 33 são industriais. Para o setor de serviços e indústrias intensivas em mão de obra, o benefício é importante, mas há outras despesas, diz Roriz. "Na indústria, o benefício permite corte médio de 1% a 1,5% do custo de produção, mas os encargos para contratação ainda continuam sendo altos", acrescenta. "Ao mesmo tempo, a medida permite às empresas evitar demissões em períodos de menor demanda", pondera Roriz. Além do efeito relativo na estrutura de custos das empresas, Mansueto avalia que não há espaço fiscal suficiente para suportar o benefício tributário. Ele se refere não só às desonerações de folha, mas também às medidas de incentivo ao consumo. Levantamento com base no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), diz ele, mostra que o governo federal não tem conseguido segurar a despesa pública. A expansão do gasto no primeiro trimestre contra os mesmos meses do ano passado - de R$ 18,9 bilhões - será menor do que a de 2012, mas será alta, de 9,5% em termos nominais. (Jornal Valor Econômico, Brasil/SP – 08/04/2013)

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PMDB sai à frente em eleições municipais suplementares

Depois de ter sido derrotado em outubro do ano passado, o candidato do PMDB, Mauro Poeta, venceu a eleição suplementar para prefeito realizada ontem no município de Triunfo (RS), a 75 quilômetros de Porto Alegre. Ele recebeu 9.636 votos, o equivalente a 49,3% dos votos válidos na cidade, 5,9 pontos percentuais a mais do que havia obtido no ano passado, quando ficou em 2º lugar, atrás de Marcelo Essvein, do PDT. Em segundo lugar ficou o presidente da Câmara de Vereadores e prefeito em exercício, Juvandir Pinheiro (PP), que recebeu 6.224 votos (31,87% dos válidos). Ele comandava a prefeitura desde janeiro, quando Essvein teve o diploma cassado devido ao uso irregular de R$ 1 milhão em caixa dois na campanha. Essvein, que recorreu contra a cassação ao TSE, engrossou a lista de ex-prefeitos da cidade que tiveram problema com a Justiça. Bento Santos (do então PPB), eleito em 1996, foi preso por crime de responsabilidade e está em prisão domiciliar. Depois, José Ezequiel de Souza (PDT), eleito em 2000 e reeleito em 2004, foi cassado em 2005 por compra de votos e condenado por improbidade administrativa. Eleito no pleito suplementar de 2005 e reeleito em 2008, Pedro Tavares (PDT), teve agora os direitos políticos cassados por oito anos devido à participação, como presidente municipal do partido, nas irregularidades de Essvein. Para o presidente local do PMDB, Caio Cornélio, o histórico de corrupção é fruto da pobreza da população em confronto com a riqueza da prefeitura, que obtém boa parte das receitas com o ICMS do polo petroquímico. "É comum os eleitores venderem o voto para mais de um candidato", disse. Além de Triunfo, outros 15 municípios fizeram eleição ontem para escolher seus prefeitos. Segundo o secretário-geral do TSE, Carlos Braga, a aplicação da lei de Ficha Limpa foi responsável por 90% dos casos. Pela previsão de Braga, todas as cidades terão novos prefeitos até julho. Ontem o PMDB elegeu cinco prefeitos. Já o PSDB venceu em quatro cidades e o PTB, em três. Além de Triunfo, o PMDB venceu em Eldorado (SP), Serra do Mel (RN), Tucunduva (RS) e Sobradinho (RS). O PSDB venceu em Diamantina (MG), São João do Paraíso (MG), Coronel Macedo (SP), e Joaquim Távora (PR). O PTB teve prefeitos eleitos em Fernão (SP), Coronel Macedo (SP), e em Cachoeira Dourada (MG). O PR venceu em Água Branca do Amapari (AP) e Biquinhas (MG). O DEM venceu em Caiçara do Rio do Vento (RN) e o PDT elegeu-se em Fortaleza dos Valos (RS). O PT elegeu o prefeito de Muquém de São Francisco (BA) (Jornal Valor Econômico, Política/SP – 08/04/2013)

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Setor cresce 2%, a menor taxa em 7 anos

O setor de planos de saúde encerrou o ano passado com 47,943 milhões de usuários, o que representa um crescimento de apenas 2% - a menor taxa desde 2004, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que divulga os dados completos do setor no fim do mês. O desempenho foi influenciado pelo último trimestre, quando 700 mil pessoas cancelaram o convênio médico. Fazendo uma comparação entre o quarto e terceiro trimestres observa-se uma queda de 1,47% no número de usuários. "Dois fatores principais impactaram a queda. A redução no crescimento do trabalho formal e o fechamento de operadoras de planos de saúde em Recife", diz Bruno Sobral, diretor de desenvolvimento setorial da ANS. Entre essas operadoras citadas por Sobral estão Ideal e Real, que juntas têm cerca de 45 mil clientes. Questionado sobre o aumento nos custos médico-hospitalares que têm provocado reajustes altos nos preços dos convênios médicos, Sobral lembrou que historicamente os hospitais brasileiros fazem receita com a venda de materiais e medicamentos, mas que essa prática tende a mudar. A ANS vem incentivando hospitais e operadoras de planos de saúde a mudar o modelo de remuneração, que privilegia o pagamento por itens usados nos procedimentos médicos. A ideia é que a remuneração seja realizada por "pacote de procedimento", ou seja, a operadora paga pelo procedimento médico como um todo e com isso o hospital que melhor usar seus recursos tem maior rentabilidade. No dia 29, um grupo de hospitais e operadoras passa a adotar esse novo modelo de remuneração. (Jornal Valor Econômico, Empresas/SP – 08/04/2013)

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OGX responde por um terço das perdas do Ibovespa

As ações da OGX têm funcionado como uma âncora para o Ibovespa nos últimos meses. O papel ON da petroleira de Eike Batista acumula desvalorização de 61% neste ano, frente a um recuo de 9,7% do principal índice da bolsa brasileira no mesmo período. Sozinha, OGX foi responsável por quase um terço da queda da bolsa brasileira neste ano, segundo cálculo do Valor Data com base no peso do papel na carteira teórica do Ibovespa. Segundo um experiente profissional do mercado, não é possível afirmar categoricamente que, sem OGX, o tombo do Ibovespa no ano seria de "apenas" 6,6% - a diferença entre os 9,7% atuais e o efeito de 3,1% de OGX -, mas certamente o índice estaria "mais leve". Se OGX fosse cortada do Ibovespa, sua participação seria redistribuída para outros papéis da carteira do índice, como Petrobras e Vale, que também estão com uma performance negativa no ano", explica a fonte. "Mas, com certeza, o índice não ficaria tão negativo como está agora." Os problemas por trás das empresas "X" são conhecidos pelo mercado e têm sido amplamente discutidos pelo Valor. Eike Batista sofre uma crise de credibilidade por não conseguir entregar os resultados que prometeu até agora. Na semana passada, o mau humor do mercado com o empresário se acentuou ainda mais após a agência de classificação de risco Standard and Poors (S&P) cortar a nota da empresa, de "B" para "B-". Outra agência importante, a Fitch, não mexeu na nota. Mas a analista da instituição Ana Paula Ares disse à "Dow Jones Newswires" que a Fitch não hesitará em agir se um novo evento exigir mudança no rating "B". "O rating B não é compatível com uma companhia perto do calote." Segundo Ana Paula, "a OGX não possui nenhuma dívida com vencimento imediato, o que dá algum espaço de manobra para a companhia elevar a produção". Para analistas, os problemas envolvendo a OGX chegaram a influenciar as ações dos bancos na sexta-feira, embora os papéis do setor tenham se recuperado no fim do dia. Investidores estão receosos com a exposição dos bancos às dívidas do grupo EBX e têm questionado as instituições sobre o assunto. Segundo as estimativas do mercado, as empresas de Eike devem mais de R$ 5 bilhões ao Itaú Unibanco e outros R$ 5 bilhões ao Bradesco. Caixa e Banco do Brasil também são credores do grupo, com menos de R$ 2 bilhões cada. Já o BTG Pactual tem a receber cerca de R$ 1,6 bilhão, sem contar a recente linha de US$ 1 bilhão colocada à disposição do grupo. "Os papéis tiveram desempenho ruim ao longo do dia por conta das notícias veiculadas sobre a exposição maior de alguns bancos à empresa", afirmou o analista do BB Investimentos Carlos Daltozo. Outros motivos também colaboraram para a baixa dos papéis na sexta. A expectativa de que os desembolsos de empréstimos dos três maiores bancos privados fiquem aquém das previsões no primeiro trimestre do ano também influenciaram o desempenho das ações dos bancos, assim como notícias vindas dos EUA e da Europa. Itaú PN, Bradesco PN e Santander Unit encerraram o pregão estáveis, enquanto Banco do Brasil ON avançou 0,42%. Já a unit do BTG fechou em baixa de 0,78%, depois de cair 5% no pior momento do dia. OGX ON perdeu 13,63%, para R$ 1,71, enquanto o Ibovespa se recuperou com ajuda das ações do setor elétrico e terminou em alta de 0,74%, aos 55.050 pontos. Desta forma, o índice fechou a primeira semana de abril com perda de 2,3%, enquanto OGX caiu 26%. Operadores avaliam que um paliativo para amenizar as fortes oscilações de OGX seria promover um grupamento dos papéis. "Hoje, cada centavo que OGX varia corresponde a uma oscilação de mais de 0,5%, o que deixa o Ibovespa volátil", explica o analista-chefe de uma grande corretora nacional. Procurada, a OGX informou que não comenta o assunto. A Bovespa, por sua vez, disse que possui um manual em seu site com recomendações às empresas sobre grupamento ou desdobramento de ações. (Jornal Valor Econômico, Finanças/SP – 08/04/2013)

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Gasto sobe e conta de Estados tem o pior resultado desde 99

Poupança para o abatimento das dívidas caiu de 0,72% para 0,36% do PIB. O DF e ao menos sete Estados contabilizam deficit, entre eles PE, cujo governador ensaia candidatura ao Planalto. Com apoio do governo federal, a atual safra de governadores reduziu o aperto nas contas dos Estados aos menores níveis desde o ano anterior à aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal, que passou a vigorar em 2000. Gastos em expansão e estímulos oficiais à aceleração das obras e outros investimentos fizeram cair pela metade, ao longo de pouco mais de um ano, o montante poupado dos orçamentos para o abatimento de dívidas. Conhecida como superavit primário, essa poupança caiu do equivalente a 0,72% do Produto Interno Bruto, em 2011, para 0,36% nos 12 meses encerrados em fevereiro. Levantamento feito pela Folha aponta que pelo menos sete Estados Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Acre, Amapá e Roraima- e o Distrito Federal contabilizaram deficit primário no ano passado. Em outras palavras, a arrecadação de impostos e outras receitas não financeiras foi incapaz de cobrir as despesas com pessoal, ações sociais, custeio e investimentos. Em 2011, apenas Pernambuco e Sergipe haviam fechado no vermelho. Quinze anos atrás, o número de deficitários chegava às duas dezenas, o que impulsionou a adoção da legislação para o controle dos resultados fiscais. Enquanto a economia e a arrecadação de impostos crescem em ritmo mais lento, o governo Dilma Rousseff tem elevado as possibilidades de endividamento dos Estados e oferecido financiamento para obras públicas. INVESTIMENTOS Sob o comando do aliado Sérgio Cabral (PMDB), o Rio viveu uma reviravolta: de um superavit de R$ 2,6 bilhões, em 2011, a um deficit de R$ 0,9 bilhão no ano passado. A Secretaria da Fazenda do Rio informou considerar natural haver deficit devido ao programa de investimentos de longo prazo do Estado. Os investimentos subiram de R$ 4,7 bilhões para R$ 5,3 bilhões de 2011 para 2012. Bem mais volumosos, gastos com pessoal e custeio também tiveram alta, de R$ 37,6 bilhões para R$ 42 bilhões. A secretaria acrescentou que as contas do Estado respeitam os limites de endividamento fixados pela legislação e o programa de ajuste fiscal negociado com a União desde a década de 1990. O maior deficit do país, de R$ 1,1 bilhão, foi contabilizado em Pernambuco, onde Eduardo Campos (PSB) ensaia deixar a aliança nacional com o PT e se lançar candidato ao Planalto em 2014. Segundo a Fazenda pernambucana, o resultado foi negociado com a União que, na condição de principal credora, pode restringir a expansão de gastos e dívidas dos Estados. "Cabe registrar, ainda, que só foi possível a efetivação de tal espaço fiscal em virtude do baixíssimo nível de endividamento do Estado, uma vez que em 2012 o estoque da dívida correspondeu a 45% da receita corrente líquida, diante de um limite de 200% [fixado na legislação]", diz nota enviada à Folha. (Jornal Folha de S. Paulo, Poder/SP - 08/04/2013)

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Médicos viram alvos em guerra civil síria

Seis meses após agentes da polícia secreta síria terem levado o médico M. Nour Maktabi de sua clínica em Aleppo, o necrotério do hospital universitário chamou sua família para ir buscar o corpo. Num primeiro momento, os três irmãos de Maktabi acharam que fosse um equívoco. Na última vez em que tinham visto o cardiologista de 47 anos, em maio de 2012, ele pesava 90 quilos. O morto estava coberto de feridas e pesava menos de 45 quilos. "Era um saco de ossos coberto de pele", disse seu irmão Wadah. Quando olharam melhor, os irmãos encontraram o nome de Maktabi inscrito em letras pequenas na sola de um de seus pés. Foi um final horrendo, mas não incomum entre médicos e outros profissionais de saúde sírios suspeitos de tratar de rebeldes feridos pelo governo. Mais de cem médicos foram mortos e centenas de outros desapareceram nas prisões sírias nos últimos dois anos, segundo médicos e organizações da oposição. Para o governo, disse Wadah Maktabi, que é farmacêutico, atender rebeldes feridos "é comparável a portar armas". Cidades envolvidas em batalhas (como Aleppo) e grandes extensões do país sofrem com a falta de médicos e materiais médicos. A campanha letal do governo também levou muitos médicos a abandonarem o país. Devido à falta de profissionais, hoje pessoas com pouca experiência cirúrgica vêm realizando cirurgias: dentistas, estudantes de medicina, enfermeiros e até mesmo mecânicos e padeiros. Muitos voluntários sem qualquer formação médica ouviram explicações sobre como realizar pequenas operações, a ponto de conseguirem extrair uma bala de um braço ou de uma perna, mas não de lugares mais delicados, como do peito ou da garganta. Num relatório publicado em março, a Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a República Árabe da Síria escreveu: "Profissionais médicos e hospitais vêm sendo mirados propositalmente, tratados pelas partes no conflito como alvos". O relatório documentou violações cometidas por forças do regime e também por rebeldes: atendimento médico negado por motivos sectários, hospitais e clínicas atacados e profissionais forçados a receber os corpos de combatentes oposicionistas executados e registrá-los como pacientes que foram a óbito. A organização Médicos Sem Fronteiras também documentou como os dois lados vêm devastando o atendimento de saúde. Num relatório de março, disse: "O atendimento médico foi transformado em ato de resistência, um crime, e estruturas médicas tornaram-se alvos militares". Alguns centros médicos abertos para rebeldes pelo Exército Livre da Síria não permitem o acesso de civis, fato que aumenta as chances de o governo bombardear o local, disse o relatório, segundo o qual os dois lados já teriam saqueado hospitais. O Dr. Mohamed Wajih Joumah, ex-diretor da associação médica de Aleppo, contou que, dos 12 hospitais públicos da cidade, seis foram fechados. Apenas 35 médicos estão trabalhando nas linhas de frente ou perto delas, estimou. No passado, a cidade contava com cerca de 2.000 médicos. O Centro de Documentação de Violações, com sede em Damasco, contabiliza 120 médicos, 65 assistentes médicos e 50 enfermeiros mortos, além de 469 médicos detidos. Um urologista de Aleppo, o Dr. Yassir Darwish, 34, contou que pouco antes de ser libertado, em janeiro de 2012, depois de seis meses de prisão, ele e outros ativistas foram levados à sala de Jamil Hassan, chefe do serviço de informações da Força Aérea, o ramo mais temido da polícia secreta síria. "Ele nos passou um sermão, dizendo que o levante não passava de um complô terrorista", contou Darwish, que hoje dirige um hospital de campo em Aleppo. Darwish disse que antes de ser preso, em julho de 2011, levava medicamentos escondidos para clínicas de campo e cuidava de pacientes. Ele contou que durante seis meses foi espancado frequentemente nos pés e nas costas, com varas de bambu, e torturado com eletricidade, enquanto seus interrogadores exigiam que ele confessasse que dava atendimento médico a rebeldes. Hassan A. Julaq, 39, é ortopedista e trabalhava na cidade de Kafr Nabl, na rodovia principal entre Aleppo e Damasco, quando 200 soldados montaram um posto de verificação em frente à sua casa. Não obstante o fato de Julaq ter muitas vezes cuidado das lesões sofridas pelos soldados em partidas de futebol, eles o prenderam e o acusaram de organizar protestos. Ele foi transferido para Damasco, onde as torturas incluíram ser forçado a caminhar sempre dobrado para frente -depois de ser libertado, ele levou um mês para conseguir ficar ereto novamente- e ser suspenso do teto por algemas até seus pulsos sangrarem. Quando o Exército foi expulso de Kafr Nabl, Julaq voltou à cidade, mas contou que a maioria dos médicos já havia abandonado o norte da Síria. (Jornal Folha de S. Paulo, The New/SP - 08/04/2013)

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Planos de saúde, que melhorou, melhorou!

Hoje, número de operadoras em situação crítica é pequeno e a ANS tem como intervir com rapidez para evitar a deterioração dos serviços. Desde sua votação eu critiquei a Lei dos Planos de Saúde Privados. A razão para isso é que o projeto original, que estava engavetado há anos dentro do Congresso Nacional, foi colocado em votação a toque de caixa, para ser aprovado e ajudar a campanha presidencial de um determinado candidato. O monstrengo aprovado era tão ruim que logo em seguida o governo baixou uma Medida Provisória, alterando praticamente todo o texto, na tentativa de tornar a lei ao menos aplicável. Mas mesmo essa operação não foi um sucesso, tanto que, ao longo dos meses seguintes, o governo baixou uma série de outras medidas provisórias, visando consertar erros que emperravam o funcionamento da lei. Mas o dado realmente importante para se dar a medida do que fora votado é que o candidato hipoteticamente beneficiado preferiu não contar que era o pai da lei. Como se não bastasse uma lei ruim, ficou claro para os políticos que os planos de saúde privados eram assunto interessante, capaz de permitir toda a sorte de demagogia em nome da política em benefício próprio. E, para completar, o Judiciário até hoje não entendeu bem como esse produto funciona e passou a conceder benefícios não previstos nas estruturas de preço dos produtos. Na base de tudo está uma constatação dura: a realidade brasileira é que o cobertor é curto. Não há dinheiro para oferecer um serviço de saúde pública como o determinado pela Constituição. Isto posto, o melhor jeito de minimizar o problema é transferir parte da conta para quem não deveria pagá-la, exatamente os planos de saúde privados, que não são instituições de caridade subvencionadas com dinheiro público, mas organizações pagas pelos próprios usuários, que têm como obrigação atender seus clientes, dentro das condições avençadas em um contrato privado, nos termos da lei. Como o Brasil gasta, por ano, somando o governo e os planos privados, para uma população de mais de 200 milhões de habitantes, quase a mesma coisa que a França gasta com a saúde dos seus menos de 70 milhões de cidadãos, é evidente que a conta aqui é mais complicada de ser fechada. Aliás, não é por outra razão que o governo federal, neste momento, está preocupado com a avaliação francamente negativa dos serviços de saúde. As filas, a demora para marcar consultas e outros procedimentos, a falta de vagas nos hospitais e prontos-socorros revoltam a população mais carente, que não tem outra alternativa exceto se valer da rede do SUS. E a situação também é complicada para os clientes dos planos de saúde privados. Como nos últimos anos aumentou o número de pessoas atendidas por eles, sem que a rede de prestadores de serviços tenha crescido na mesma velocidade, hoje não é raro o atendimento dado por diversas operadoras de planos de saúde ser criticado pela demora, pela lotação e falta de conforto nos mais diferentes locais e até pela negativa de autorização para procedimentos evidentemente cobertos. O resultado é que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) acabou por suspender a comercialização de vários planos administrados por mais de 30 operadoras. É aqui que é importante salientar o que está acontecendo. Ao longo dos anos a ANS foi se profissionalizando, conhecendo o cenário, entendendo o funcionamento da máquina, a capacidade das operadoras e dos prestadores de serviços, a capacidade de custeio, a interação com o SUS e assim tomar as melhores decisões, visando manter o sistema girando com o mínimo de danos para todos. O resultado é que hoje o número de operadoras em situação crítica é pequeno e a agência tem capacidade de intervir rapidamente para evitar a deterioração dos serviços. Como consequência, houve um movimento de concentração do mercado e o fortalecimento das operadoras saudáveis e idôneas. Não quer dizer que o cenário dure para sempre. Volto a insistir que é fundamental modificar a lei para dar mais flexibilidade aos planos e mais proteção para as operadoras. Mas, agora, os planos de saúde privados estão dando conta do recado. (Jornal O Estado de S. Paulo, Economia/SP – 08/04/2013)

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Mantega prevê um avanço modesto do PIB até março

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na sexta-feira passada que no primeiro trimestre deste ano espera um crescimento "um pouco maior" do que o registrado no quarto trimestre de 2012. Entre os indicadores citados por Mantega, estão o faturamento e a produção da indústria automobilística. Ao responder a uma pergunta sobre preços, o ministro afirmou que "a inflação mês a mês está caindo". "Foi muito elevada em janeiro e no final do ano costuma ser elevada por causa do regime de chuvas. Este ano, estamos prevendo safra recorde, portanto, grande oferta", disse Mantega, comentando que a inflação em janeiro foi alta por conta da seca e da chuva, mas a expectativa é de desaceleração. Segundo ele, o término do período de chuvas e a safra recorde devem reduzir os preços de hortifrútis. "O IPCA de janeiro foi 0,86%, de fevereiro, 0,60%, e provavelmente [o de] março será menor ainda", disse Mantega, afirmando que a curva é "descendente". "No acumulado de 12 meses, é que dá um número maior. O governo está atento, não permitirá que a inflação fuja de controle", afirmou. "Nós tomaremos todas as medidas necessárias, porém, estamos esperando uma safra melhor e o preço de alimentação deve voltar a cair", acrescentou. Mantega, avaliou ainda que a economia mundial ainda segue conturbada com a crise na Europa, o que exige do governo brasileiro ações de redução de custos das empresas no País. De acordo com ele, as empresas que terão redução de custos por meio de desonerações vão se animar e fazer mais investimentos. "A renúncia [fiscal] estimula um crescimento maior e traz mais arrecadação", disse Mantega, para justificar a queda de receita com as desonerações. Segundo ele, a renúncia fiscal também não irá ampliar o déficit da Previdência Social. (Jornal DCI/SP – 08/04/2013)

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Fitch faz revisão e elogia planos de instituições

Segundo a Fitch Ratings, a estratégia adotada pelos bancos brasileiros "ao longo dos ciclos econômicos" permite capturar sua força coletiva, enquanto mantém alguma contenção. A agência chegou a essa conclusão depois de completar a revisão do desempenho dos bancos brasileiros avaliados - análise esta cujos resultados detalhados estão em relatório publicado hoje. O universo dos bancos brasileiros analisados pela Fitch (cinquenta no total) respondia por mais de 80% dos ativos do sistema financeiro em 31 de março de 2013. A Fitch começou a atribuir ratings a bancos brasileiros em meados da década de 1980 e mantém esta carteira há mais de trinta anos. "A Fitch acredita que seus ratings atendam melhor aos investidores quando demonstram relatividade consistente ao longo dos ciclos econômicos, com uma granularidade que permite significativa diferenciação entre os bancos avaliados, quando os ratings permanecem relativamente estáveis através dos ciclos econômicos", afirmou Franklin Santarelli, diretor-executivo para o grupo de Instituições Financeiras na América Latina. "A Fitch envida seus melhores esforços ao classificar os bancoao longo dos ciclos, como um serviço prestado aos investidores que mantêm relacionamentos geralmente de longo prazo com estas instituições", conclui Santarelli. (Jornal DCI, Finanças/SP – 08/04/2013)

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Um novo corpo em 3D

Tecnologia que imprime moldes e próteses permite a reconstrução do organismo com uma perfeição nunca vista antes Médicos do Reino Unido anunciaram na semana passada um feito memorável da medicina regenerativa. Um homem de 60 anos teve seu rosto completamente reconstruído com uma prótese facial feita a partir de um molde impresso por uma máquina 3D. Ele tinha uma depressão no lado do rosto causada pela retirada de um tumor maligno que o deixara deformado. O equipamento foi capaz de criar o molde do rosto e, logo depois, uma prótese foi produzida com as medidas exatas e totalmente harmonizada com sua face. A história do paciente inglês é o exemplo mais recente da revolução que o uso da tecnologia da impressora 3D está causando nos cuidados com a saúde. A máquina é capaz de criar produtos tridimensionais por meio da adição em camadas da matéria-prima utilizada. Ela pode, assim, ler os dados de um projeto de um software e transformá-lo em produto tridimensional, adicionando “tinta” etapa por etapa. Seu grande mérito é a produção de detalhes minuciosos. Em outras palavras, de concretizar a perfeição. Na medicina, isso significa a produção de moldes, próteses, crânio, mandíbulas e até vasos sanguíneos nas mesmas formas e medidas das estruturas originais que, por motivos diversos, precisam ser repostas ou substituídas. Alguns dos mais expressivos avanços na área podem ser vistos no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI). Localizado em Campinas, no interior de São Paulo, o serviço é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Nos últimos anos, o CTI estabeleceu um setor de tecnologias tridimensionais que elevou a pesquisa 3D no Brasil a outro patamar. De lá saiu o InVesalius, um leitor de ressonância magnética em três dimensões que pode se comunicar diretamente com uma impressora 3D. O sistema ajuda no planejamento de cirurgias complexas, transplantes e localização de tumores. Nesse último caso, por exemplo, o médico pode contatar o centro paulista gratuitamente e planejar melhor a cirurgia para extrair as células doentes. Com os dados da ressonância, os pesquisadores do CTI preparam um molde 3D no InVesalius, a impressora o imprime e o médico recebe um molde exato do órgão e do tumor do paciente para estudar a forma mais adequada de realizar o procedimento. “Com isso, o cirurgião não vê o paciente por dentro só no momento da operação”, explica o engenheiro Jorge Vicente da Silva, diretor da divisão de tecnologias tridimensionais do CTI. Usado em mais de 62 países, o software é de código aberto e gratuito – o único do tipo no mundo. No serviço paulista, há seis máquinas de impressão 3D. Nelas também são produzidos moldes perfeitos para a confecção de próteses personalizadas. O neurocirurgião João Flávio Zullo, do Hospital Estadual Sumaré, administrado pela Universidade Estadual de Campinas, vale-se da técnica para refazer o crânio de pessoas vítimas de trauma ou que tiveram parte da estrutura craniana extraída para a realização de neurocirurgias, por exemplo. Entre outras indicações, ele já a usou para refazer a testa de um paciente que teve a parte frontal do crânio retirada. O mesmo equipamento foi utilizado para fabricar um molde que serviu de base para a reconstrução da parte lateral do crânio da pedagoga Késsia Helen de Andrade Silva, 21 anos. Há dois anos, ela sofreu um acidente de moto e teve um pedaço do crânio retirado para aliviar a pressão intracraniana e permitir a retirada de um coágulo. “Fiquei impressionada com o bom resultado”, conta ela, hoje completamente recuperada. Os brasileiros chegaram a confeccionar o molde de uma prótese craniana capaz de acompanhar o crescimento de um garoto vítima de um acidente. “Ele só precisou de uma cirurgia, porque a prótese foi projetada especialmente para ele e a evolução do seu crescimento”, contou Jorge Vicente. Algumas experiências vão ainda mais além. Nos Estados Unidos, a menina Emma Lavelle, 2 anos, recebeu um braço mecânico feito do início ao fim com tecnologia 3D – tanto o molde quanto a prótese em si foram construídos com a impressora. Ela nasceu com artrogripose múltipla congênita, uma síndrome rara que provoca más formações responsáveis por impedir os movimentos. E em breve haverá novidades para a região do cérebro. Em fevereiro, a empresa americana Oxford Performance Materials recebeu a liberação pelo Food and Drug Administration (FDA) para a produção do primeiro crânio que poderá ser totalmente fabricado e implantado a partir do recurso. Com a confirmação de que a impressora 3D representa um progresso fantástico na chamada medicina regenerativa, vários grupos de pesquisa se dedicam agora a encontrar as melhores “matérias-primas” para alimentar essas máquinas. O ideal, é claro, é que sejam cada vez mais compatíveis com o organismo humano. Por isso, o que se vê hoje é uma corrida dos cientistas para produzir biomateriais. Nesse esforço, já se conseguiu imprimir células-tronco adultas (capazes de gerar determinados tecidos), mas um dos maiores feitos nesse âmbito foi anunciado em fevereiro pela Universidade Heriot-Watt, de Edimburgo, na Escócia. Pesquisadores revelaram ter usado uma impressora 3D para imprimir células-tronco embrionárias, muito mais versáteis do que as células adultas. “E elas mantiveram sua capacidade de se transformar em qualquer tecido humano”, disse à ISTOÉ o pesquisador Will Shu, autor da façanha. (Revista Istoé/SP – Abril. 13)

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O fim da cegueira da diabetes

Medicamentos de última geração impedem o avanço do edema macular, uma das principais causas da perda de visão em diabéticos Avanços da pesquisa em oftalmologia estão permitindo, pela primeira vez, a recuperação da visão de pessoas que passaram a enxergar apenas borrões ou ficaram cegas por culpa do edema macular diabético (EMD). A doença é marcada pelo acúmulo de líquidos na mácula, a porção central da retina, associada à visão detalhada usada para ler e discernir rostos. Estudos recentes mostram que remédios para impedir o aparecimento de vasos sanguíneos na região são eficientes para barrar o avanço da enfermidade. Recentemente, a Food and Drug Administration, agência do governo americano responsável pela liberação de remédios, aprovou a primeira substância com essas características para combater o edema, o ranibizumabe (nome comercial Lucentis). No Brasil, a autorização para sua comercialização foi dada há três meses. O remédio bloqueia o chamado fator de crescimento endotelial (VEGF), que aumenta a permeabilidade dos vasos sanguíneos e permite o vazamento de fluidos para a mácula. O produto já era usado contra a forma hemorrágica da degeneração macular relacionada à idade, a primeira causa mundial de cegueira. Outros medicamentos do gênero, como o aflibercepte (nome comercial Eylia), serão lançados com a mesma finalidade. Além disso, mais um remédio integrante de uma nova classe deverá estar disponível em três anos. Até o momento, o melhor tratamento era cauterizar com laser ao redor da área afetada. Isso continha a progressão da enfermidade, mas raramente devolvia a visão. A estratégia agora é combinar o laser com as novas medicações. “Nos estudos clínicos, um terço dos voluntários com edema recuperara linhas de visão. Alguns voltaram a dirigir”, diz André Gomes, pesquisador da enfermidade e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. “É um avanço para tratar problemas em uma área na qual nem sempre o laser ou outros medicamentos davam bons resultados”, afirma Keila Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Ela não participa de pesquisas sobre a doença. O industrial Dércio Urso, 68 anos, tratou-se com o ranibizumabe e laser. “Consegui recuperar mais de 70% da visão”, diz. O vendedor Sandro Peres, 41 anos, enfrenta dificuldades por causa do preço do tratamento (cerca de R$ 4 mil cada aplicação). “Melhorei, mas não posso continuar a terapia porque não consigo obter o remédio no SUS nem do convênio”, diz ele, que ficou cego em poucos meses por causa da evolução rápida da doença. Hoje, Peres aplica a droga uma vez a cada 45 dias em um dos olhos. Deveria usar nos dois a cada 30 dias. Uma comissão avaliará a introdução do remédio no SUS. “Atualmente, o modo mais eficiente e ágil de obter esse remédio é recorrer ao Poder Judiciário”, diz o advogado Julius Conforti, especialista em direito da saúde. (Revista Istoé/SP – Abril. 13)

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US$ 100 milhões na cabeça

EUA lançam o mais ambicioso projeto de pesquisa sobre o funcionamento cerebral. Vêm aí grandes avanços no tratamento de depressão, Alzheimer, Parkinson, dor e esquizofrenia Entender como cerca de 85 bilhões de neurônios trabalham em conjunto para que pensamentos se transformem em atos, movimentos sejam executados, sentimentos sejam processados, lembranças sejam armazenadas. Essa é a meta do mais ambicioso projeto idealizado até hoje para desvendar como opera o cérebro humano, anunciado na última semana pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Batizada de BRAIN (cérebro, em inglês), a empreitada reunirá os principais centros de pesquisa americanos e receberá custeio do governo e da iniciativa privada daquele país. Para 2014, serão investidos US$ 100 milhões da administração federal e esperam-se mais US$ 158 milhões de empresas. A partir das respostas obtidas, a ciência vislumbra uma revolução no entendimento do intelecto humano e também progressos jamais vistos no tratamento de doenças associadas ao mau funcionamento de estruturas cerebrais, como Parkinson, Alzheimer, esquizofrenia e depressão. É verdade que avanços notáveis já foram feitos na compreensão dessas questões. Mas até hoje, por exemplo, o máximo que se conseguiu foi decifrar a atividade de poucos neurônios de cada vez. Nunca se obteve um retrato de como todos atuam simultaneamente e o papel das 100 substâncias responsáveis por fazer a comunicação entre eles, os chamados neurotransmissores. E sabe-se que cada circuito neuronal é composto por milhares ou centenas de milhares de células nervosas absolutamente interconectadas. Porém, como já definiram pesquisadores, esse emaranhado permanece como “uma selva impenetrável onde muitos cientistas já se perderam”. Por sua ambição, o programa está sendo comparado à magnitude do que foi o projeto Genoma, que no início dos anos 1990 se propôs, e conseguiu anos mais tarde, a decodificar o DNA humano. E assim como ocorreu com o programa Genoma e outros feitos históricos na ciência, os pesquisadores acreditam que muitos benefícios virão antes mesmo da conquista final. No caso, a obtenção de um mapa completo do cérebro. “Já existem tratamentos que poderão ser melhorados a partir das tecnologias que serão criadas para o projeto”, disse à ISTOÉ George Church, professor de genética da Escola de Medicina de Harvard e um dos que participarão do BRAIN. O cientista criou uma máquina capaz de produzir um DNA artificial, aparelho que poderá ser usado nas investigações que agora começam. De fato, diversos recursos serão desenvolvidos para que a atividade conjunta dos neurônios, por exemplo, seja monitorada. Entre eles estão aparelhos de imagem mais precisos e micro e nanochips capazes de registrar e enviar as informações em tempo real. Esse tipo de tecnologia – na qual vários grupos já estão trabalhando será de grande utilidade para implantes (de retina, por exemplo) e tratamentos de estimulação cerebral profunda (leia mais no texto abaixo) atualmente indicados para enfermidades como Parkinson, depressão e dor. (Revista Istoé/SP – Abril. 13)

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Saúde quer agilizar contratação de mão de obra no Inca

O Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho para discutir um novo modelo de gestão para o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O objetivo principal é facilitar a contratação de mão de obra. A instituição demitiu 148 funcionários terceirizados em janeiro e tem outros 633 ligados à Fundação do Câncer, que devem ser dispensados até o fim do ano, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). A direção do Inca quer autonomia para repor profissionais. Hoje, em caso de aposentadoria ou falecimento de funcionário, por exemplo, a instituição não pode convocar candidatos aprovados no último concurso público - depende de autorização do Ministério do Planejamento. "Autonomia é ter um quadro de pessoal aprovado, porque é preciso recursos para a manutenção desses funcionários, mas que você maneja como necessita. Qualquer que seja a solução, o regime de trabalho deverá ser celetista e não regime jurídico único. Porque isso engessa e não dá a flexibilidade necessária", diz o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini. O ingresso seria ainda por concurso público. Santini reconhece que o tema é polêmico. "A sociedade brasileira precisa discutir profundamente seus problemas. É uma questão crítica. Sabemos que existe um posicionamento das corporações (sindicatos e centrais sindicais), mas tem de ser tratado. Todos os órgãos da administração pública reconhecem o anacronismo do modelo atual da prestação de serviço do Estado brasileiro, é um modelo que não atende mais às necessidades." Em 2006, o TCU questionou a contratação de pessoal pela Fundação do Câncer, o que foi considerado terceirização de pessoal. O Ministério da Saúde, então, realizou concurso público, mas "nem o número de funcionários nem os perfis" atendiam às necessidades do Inca, segundo Santini. No fim do ano passado, o TCU estabeleceu em 633 o número máximo de contratações pela fundação e fixou prazo até dezembro para que todos os terceirizados sejam demitidos. Demissões. Santini diz que, apesar das demissões, as áreas de assistência e pesquisa não foram prejudicadas. "Tivemos de minimizar danos, de forma que a dispensa não prejudicasse o atendimento. Apelamos para mecanismos transitórios, como as bolsas de pesquisa. O problema é que, terminada a bolsa, o profissional leva com ele o conhecimento. Bolsa de pesquisa é mecanismo de capacitação e recrutamento; não pode ser mecanismo de manutenção da força de trabalho", diz. Em estudo. Duas experiências estão sendo estudadas pelos técnicos que atuam no grupo de trabalho do Ministério da Saúde: a do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, uma empresa pública de direito privado, e a da Rede Sarah, entidade de serviço social autônomo, de direito privado, sem fins lucrativos. "Qualquer que seja o modelo, é preciso criar mecanismo para garantir uma forma ao menos transitória de preservar essa força de trabalho. É a expertise adquirida para cuidar do problema do câncer que está ameaçada", diz Santini. Ele defende ainda a manutenção do papel institucional do Inca. "Queremos que o problema seja tratado em sua abrangência, não só assistencial e hospitalar, mas com formulação de políticas públicas, coordenação de ações nacionais de prevenção do tabagismo, de prevenção do câncer de colo do útero e mama, desenvolvimento de pesquisas e formação de recursos humanos." O secretário da Associação de Funcionários do Inca, Nemézio Amaral Filho, criticou a falta de participação de funcionários do instituto no grupo de trabalho. "Estão demonizando o regime jurídico único, como se fosse o responsável pelo engessamento das contratações. Ao contrário, garante que o servidor possa trabalhar sem temer ingerência política", diz ele. O ministério informou que o grupo de trabalho foi criado para "fortalecer a gestão do Inca", com o compromisso de manter o caráter da instituição "100% SUS" e manter "o papel fundamental do Inca na formulação de políticas de combate ao câncer". O grupo de reúne no dia 15. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

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Hospitais universitários

Chega a ser comovente a admissão, pelo diretor-geral do Hospital Universitário Getúlio Vargas (da Universidade Federal do Amazonas, Ufam), Lourivaldo Rodrigues, de que "fazemos tudo manualmente, como se estivéssemos na Idade da Pedra". Mas o agudo atraso administrativo que suas palavras atestam é apenas uma das muitas falhas de gestão dos hospitais das universidades federais constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e que resultam em perda de qualidade dos serviços e dificuldades crescentes para o atendimento da população e dos objetivos didáticos dessas instituições, além de desperdícios. Já decidida por mais de 60% dos 46 hospitais universitários federais, a transferência de suas operações para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) - criada em 2011 e vinculada ao Ministério de Educação - ainda não representa garantia de que haverá melhoras. A constitucionalidade da lei que criou a Ebserh está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O Ministério Público do Distrito Federal, de sua parte, questiona a legalidade da transferência dos serviços do Hospital Universitário de Brasília para a empresa. A transferência das operações para a Ebserh é considerada pelo governo necessária para modernizar a gestão dos hospitais universitários e ampliar seus quadros profissionais. Como mostrou reportagem de Davi Lira publicada no Estado (3/4), auditoria realizada pelo TCU em hospitais universitários constatou diversas falhas e irregularidades na contratação de serviços e na compra de bens. Os relatórios referentes a 7 dos 24 hospitais fiscalizados mostram, entre outras falhas, a falta de funcionários adequadamente preparados na área de contratos para assegurar a lisura das operações. Além disso, as pesquisas de preços são deficientes, o que não poucas vezes resulta em gastos que poderiam ser evitados e dispensas de licitação nem sempre são amparadas em pareceres jurídicos que as justifiquem. Há, ainda, casos extremos de inadequação administrativa, como o do hospital da Ufam, no qual a área de compras tem apenas três funcionários, que não dispõem de nenhum sistema informatizado, nem mesmo para o controle de entrada e saída de materiais. Em outro hospital, da Federal do Espírito Santo, a direção não tem nenhuma interferência na contratação de pessoal terceirizado, o que, segundo o relatório do TCU, "pode levar a prejuízos financeiros, bem como a danos à imagem da instituição". Processos administrativos disciplinares que não são concluídos e pesquisa prévia de preços realizada de maneira inadequada foram também apontados pela auditoria do TCU. O caso mais grave foi o de um grupo que fraudava licitações no hospital da Federal do Maranhão, que mobilizou a Polícia Federal e levou ao afastamento do diretor da unidade. A criação da Ebserh foi justificada pelo governo como necessária para melhorar a qualidade de gestão dos hospitais universitários que aceitassem transferir seus serviços para a empresa e também para contratar profissionais, o que permitiria aos hospitais ampliar e melhorar seus serviços. Controlada totalmente pela União, a empresa segue as normas do direito privado, o que a torna mais ágil do que os hospitais universitários na contratação de serviços e pessoal. Essa agilidade é considera indispensável para superar os dois principais problemas dos hospitais universitários federais, que são a modernização de gestão e ampliação de seus quadros. Na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei que criou a Ebserh, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirma que a lei viola dispositivos constitucionais ao atribuir à empresa a prestação de um serviço público, sem que, previamente, tenha sido editada lei que defina sua área de atuação. O Ministério Público Federal do Distrito Federal, por sua vez, pede a anulação da transferência das operações do Hospital Universitário de Brasília para a Ebserh, por entender que essa transferência fere a autonomia didático-científica e financeira que a Constituição assegura aos hospitais universitários. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

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Médicos agora miram anti-inflamatório

Um dos campeões de vendas nas farmácias e da automedicação, os anti-inflamatórios estão na mira das sociedades médicas. Com aumento de complicações e atendimentos de urgência provocados pelo uso inadequado, algumas entidades passaram a defender uma mudança na forma da prescrição. A proposta é que todos os medicamentos dessa classe sejam vendidos com a retenção de uma cópia da receita. "É preciso fazer algo. Boa parte dos atendimentos de urgência, como hemorragias e lesões agudas gástricas, é provocada pelo uso exagerado do remédio", afirma o presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia, José Roberto Almeida. "Somos uns dos campeões mundiais no uso dessa classe de medicamento. Eles são importantes, úteis, mas quando usados de forma adequada", afirma o diretor médico do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Anthony Wong. Um dos principais erros, diz Wong, é usar anti-inflamatórios como ferramenta para reduzir a dor. "O remédio não foi desenvolvido com essa finalidade." Ele atribui a grande incidência de complicações ao desconhecimento das interações que o medicamento pode trazer. "Geralmente esse tipo de remédio é usado por pessoas idosas, que já têm outros tipos de problemas." A ideia, portanto é estabelecer como regra geral para todos os anti-inflamatórios o que já acontece com alguns medicamentos da classe e todos os antibióticos. O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, afirma que pedidos de regras mais rígidas já chegaram à agência. "Por enquanto temos outra prioridade. Não acreditamos que o comportamento possa ser mudado só com o aumento de restrições." Barbano diz que a agência quer encontrar mecanismos para fazer valer uma regra antiga, mas que raramente é respeitada: a necessidade da apresentação da receita para remédios de tarja vermelha. Em fevereiro, a Anvisa publicou pela segunda vez um edital para interessados em participar de uma força de trabalho encarregada de estabelecer medidas para estimular o uso racional de medicamentos. Cerca de 120 inscrições foram feitas. A expectativa é a de que até o fim do ano uma política já esteja traçada. A intenção é alertar a população sobre os riscos da automedicação, chamar a atenção dos locais de venda para a necessidade do cumprimento das regras e reforçar a vigilância. "Vamos alertar todos os setores envolvidos, discutir estratégias de tal forma que, quando a cobrança começar a ser feita, ninguém possa dizer que não estava preparado." O presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, considera acertada a estratégia da Anvisa. "Toda venda de medicamento com tarja deve ser feita mediante a apresentação da receita." Para ele, a automedicação tem de ser reduzida não com mais burocracia, mas com a criação de campanhas de esclarecimento. Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, concorda. "É preciso exigir receita, mas também garantir o acesso da população a atendimento médico", disse. "Enquanto o acesso for difícil, as pessoas vão recorrer ao palpite da vizinha ou aos medicamentos sugeridos nas farmácias." Roberto Almeida diz que atividades educativas são imprescindíveis. "Se isso não funcionar, é preciso pensar em algo mais restritivo." Vendas. Em 2012, 129.279 caixas de anti-inflamatórios foram vendidas no País, segundo o levantamento feito pelo Sindusfarma e IMS Health. Essa classe de medicamentos, representa 4,9% da movimentação do setor. Em 2010, haviam sido vendidas 106.043, ou seja, uma alta de 21,9% em dois anos. "Houve um aumento, mas equivalente ao crescimento que ocorreu no mercado neste período", diz o presidente do sindicato. Em 2012, foram vendidas no País 2.587.868 caixas de remédios, uma alta de 25% em comparação ao total de 2010 (2.069.607). (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

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Santa Casa passa por fase final das obras de restauro

A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em Santa Cecília, centro da capital, passa por um "plano de restauração das fachadas" que prevê a reforma externa de todos os edifícios do Complexo Hospitalar. Duas obras estão sendo finalizadas: a do prédio da pediatria e da Capela Nossa Senhora da Misericórdia. Ainda neste mês será inaugurada a fachada da capela, com o resgate da cor laranja original de 1901. O espaço passa por reforma há 12 anos, desde que começou a ter infiltrações no telhado. Durante a obra, foram encontradas camadas de tinta que escondiam pinturas artísticas góticas e retratos de santos feitos pelo artista Gino Catani - o mesmo que pintou as igrejas de Santa Ifigênia e Santa Cecília. O interior e o pé-direito da capela, que estavam cobertos por tinta cinza e imitavam granito, ganharam pinturas coloridas baseadas em fotos de 1919. Já o prédio da pediatria foi um dos primeiros a receber as obras porque janelas e detalhes do acabamento estavam tão deteriorados que caíam na calçada e colocavam em risco os pacientes que passavam por ali. A reforma externa começou em 2011 e deve ser concluída até o fim deste semestre. "A situação piorou muito com o passar dos anos. Durante um tempo, as venezianas foram até retiradas, porque estavam com risco de cair. Mas a falta de janelas causava um desconforto térmico muito grande para as crianças internadas", explica o diretor do Instituto de Pediatria da Santa Casa, Rogério Pecchini. "A conservação das fachadas está sendo feita em fases, com um critério de intervenção, de manutenção e de conservação que se adapta à rotina dos hospitais, porque tem de deslocar os pacientes", explica a arquiteta contratada para a restauração, Laura Rita Facioli. "A reforma vai acontecer de acordo com a data de construção dos prédios, que foram construídos entre 1884 e 2000." História. O complexo da Santa Casa foi construído pelo escritório de Ramos de Azevedo, em 1884. O desenho, com acabamento gótico e tijolos aparentes, foi escolhido em um concurso de arquitetos em 1876 e o ganhador foi o italiano Luiz Pucci - que projetou o Museu do Ipiranga. O complexo foi erguido por meio de uma técnica arquitetônica "pavilhonar", com prédios dispostos lado a lado, entre corredores que facilitam a circulação e que contam com uma praça central. Os alicerces foram construídos com blocos de pedra assentados e não foi usada argamassa. Só há mais um hospital com esse tipo de arquitetura em São Paulo: o Dom Pedro II, no Jaçanã, na zona norte. "Nesse período do século 19 era um projeto muito bem visto pela ventilação. Esse tipo de arquitetura não sobreviveu em outros países porque foi substituído por um outro padrão de arquitetura hospitalar", explica Laura Rita. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

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Museu conta a história da Medicina

O Museu da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que fica no edifício da provedoria da instituição, abriga mais de 7.500 itens. Fundado em 2000, o espaço reúne manuscritos, fotografias, mobiliário, esculturas e instrumentos cirúrgicos antigos. Alguns objetos chegam a ter 450 anos e contam como evoluíram as técnicas médicas e a vida paulistana. Muitos foram doados ou desenterrados de sótãos, ferros-velhos e antigos depósitos. No local, há antigas arcas, onde estão as primeiras telhas e tijolos usados na construção do Complexo Hospitalar, há 120 anos. Há ainda retratos pintados por artistas como Tarsila do Amaral, Benedito Calixto, Paulo Valle Júnior e Almeida Júnior, entre outros. Um dos itens que despertam mais curiosidade é a Roda dos Expostos, um armário rotativo que ficava sobre os muros da Santa Casa, onde as crianças rejeitadas eram colocadas e passavam a ser criadas pelas freiras. Cerca de 5 mil crianças foram educadas entre os muros da instituição, entre 1876 e 1949. O primeiro bebê registrado no livro dos excluídos foi Adriana da Silva Albuquerque, em 16 de novembro de 1876. O museu tem também uma homenagem aos combatentes da Revolução de 1932, na sala de Objetos Históricos, onde há medalhas e objetos usados pelos paulistas no combate. Entre as publicações, está o Tratado de Medicina do médico português João Cardoso de Miranda, que ensina diversos tratamentos médicos praticados em 1748, como colocar chumaço de pelo de cachorro ou de gato para atrair as pulgas que estiverem no ouvido de um paciente. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 0704/2013)

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China abate 20 mil aves na tentativa de conter surto de gripe

Mais de 20 mil aves em um mercado da cidade de Xangai, na China, foram abatidas ontem em medida preventiva contra um surto de gripe aviária no país. Nas últimas semanas, a doença causou a morte de seis pessoas. Outras 14 que contraíram o vírus H7N9 foram internadas em estado grave, sendo que seis estão em isolamento. As pessoas que tiveram contato com as vítimas não apresentaram sintomas nem dificuldades respiratórias, exceto uma que apresentou ligeira febre e também se encontra em quarentena. As aves sacrificadas eram vendidas vivas no mercado atacadista de Huhai, na zona rural de Xangai, após ter sido detectado o vírus da gripe aviária em uma pomba. O local também foi desinfetado para evitar o contágio por humanos. Seis pessoas que tiveram contato com a pomba estão em quarentena. Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) descarta a possibilidade de uma pandemia. Segundo a organização, a transmissão do H7N9 não acontece entre humanos, mas pelo contato direto com as aves. Autoridades chinesas afirmam que o vírus permanece sensível ao Tamiflu, remédio usado para o combate à gripe aviária quando a doença está em estágio inicial. O medicamento é o mesmo indicado aos infectados pelo vírus H1N1, também conhecido como gripe suína, que deixou mais de 500 mortos no Brasil em 2009. O vírus H7N9, uma mutação do vírus H5N1, foi detectado em aves pela primeira vez no ano passado, no México, o que provocou o sacrifício de milhares de aves. Segundo a OMS, o H5N1, primeiro vírus da gripe aviária, infectou quase 600 pessoas e matou mais de 300 desde 2003. ECONOMIA - O temor de epidemia se refletiu no setor turístico e no mercado financeiro. Ações da companhia aérea Air China caíram 9,8%, a pior perda em um único dia em quase quatro anos. (Jornal Folha de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

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Hospital reduz atendimento a casos de suspeita de câncer

Luiza Pereira, 32, que sofreu duas hemorragias neste ano devido a três tumores no útero, buscava ontem pela manhã atendimento no hospital Pérola Byington, no centro de São Paulo, considerado referência em saúde da mulher. Mas não conseguiu. Desde o início desta semana, o hospital, ligado ao governo do Estado, passou a restringir o atendimento de casos de suspeita de câncer -e a direcionar pacientes para as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), os postos de saúde ligados à rede municipal. Antes, entre 90 e 100 pacientes eram examinadas por dia com suspeita de câncer de mama, por exemplo. Agora, há um limite de 20 -15 delas pelo sistema de agendamento; cinco é o número máximo atendido de forma direta, "porta aberta". PRIORIDADE - O Pérola Byington alega a necessidade de priorizar casos de alta complexidade. O diretor médico do hospital, Luiz Henrique Gebrim, diz que, antes, de 100 suspeitas atendidas, só 10 confirmavam a presença de câncer. Para ele, a mudança foi apenas no perfil das pacientes. "Vimos que 90% dos casos que estavam passando por aqui eram coisas benignas e a consulta era mais um esclarecimento. Assim, estamos fazendo que essas pacientes não fiquem na fila com alguém com câncer", afirmou. Para ele, a demora no atendimento na rede municipal aumenta a procura pelo hospital. "O município está com absenteísmo de 30%. Os pacientes faltam nas consultas marcadas na unidade básica. O atendimento demora muito, o paciente desiste, e passa a procurar o hospital." Apesar da mudança, Gebrim diz que os atendimentos de urgência continuarão a ser feitos. "Se há urgência, ela vai passar pelo pronto atendimento. Uma paciente que teve um câncer de mama operado e está tendo uma metástase será atendida." "Não importava nem a posição geográfica, a gente aceitava de qualquer lugar do Brasil. Isso trazia uma desorganização pra gente", disse Jorge Shida, diretor de mastologia do Pérola Byington. De acordo com o diretor, o alto nível de atendimento no hospital é o motivo pelo qual mulheres com problemas de saúde buscam o serviço, mas que é inviável manter a procura. "O Pérola brilha tanto que o médico da UBS sempre remete para o hospital e não dá pra ser assim", disse. Pela nova diretriz, funcionários e médicos devem orientar as pacientes para que retornem aos postos de saúde para agendar suas consultas. Luiza Pereira foi encaminhada ao hospital Ipiranga, na zona sul. Desde 2010, ela já passou por outros três postos e dois hospitais. "Como vou ter tratamento se sou jogada de um lado para outro?" (Jornal Folha de S. Paulo/SP – 06/04/2013)

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Clínicas têm teste genético pré-concepção para casais

Clínicas brasileiras estão oferecendo check-up genético pré-concepção a casais sadios que desejam engravidar, como forma de reduzir os riscos de gerar um bebê doente. Um dos testes (da americana Recombine) acaba de chegar ao país. Com um pouco de saliva e R$ 4.000, o casal recebe um kit e pode testar genes mutantes para 179 doenças autossômicas recessivas (fibrose cística e anemia falciforme, por exemplo). Caso o teste detecte uma doença que possa ser transmitida ao bebê, o casal é orientado a fazer uma fertilização in vitro e um teste genético nos embriões (com custo incluído no pacote) para descartar os doentes. "Estamos tentando fazer com que as pessoas tenham crianças geneticamente saudáveis", diz Santiago Munné, presidente da Recombine e que esteve no Brasil apresentando o teste a médicos. Outro exame disponível no país (Counsyl) custa R$ 4.900 e é feito com amostra de sangue. São mapeadas 109 doenças recessivas. O preço inclui uma consulta de aconselhamento genético. BAIXA COBERTURA - Para geneticistas ouvidos pela Folha, a relação entre custo e efetividade não compensa para casais sem riscos aparentes porque os testes são caros e detectam um número pequeno de doenças. "Você pode gerar falsas expectativas nos casais de que eles não vão gerar um bebê doente, e isso não é verdade. O risco continuará existindo", diz Salmo Raskin, professor da PUC do Paraná e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Genética Clínica. Todas as pessoas carregam alterações no seu conteúdo genético, mas isso não traz repercussão à saúde. O risco surge quando um casal que carrega os mesmos genes alterados resolve ter um bebê. A criança terá 25% chances de herdar uma doença autossômica recessiva. Acontece que o risco de ter essas doenças é baixo (não afetam nem 3% da população em geral), e os atuais testes cobrem menos de 5% delas. "Para casais normais, os riscos são baixos demais e os custos são altos demais para que o teste possa ser indicado de forma seriada", afirma o geneticista Sergio Penna, professor titular da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que oferece na sua clínica o teste Counsyl. O urologista do HC Rodrigo Pagani, que representa a empresa Recombine no Brasil, diz que são testadas as doenças mais frequentes na população e aquelas indicadas pelas sociedades de ginecologia, reprodução e genética. "A perspectiva é de encontrarmos de 2% a 3% dos casais concordantes para a mesma doença. Isso mais do que justifica o exame." Segundo ele, os pacientes serão informados de que não são testadas todas as doenças genéticas. "Eles assinam um termo de consentimento informado que explica isso." Para Penna e Raskin, o teste genético pré-natal só se justifica para casais consanguíneos ou que pertençam a grupos étnicos com riscos de doenças genéticas (com ancestralidades judaica, africana e asiática, por exemplo). (Jornal Folha de S. Paulo/SP – 07/04/2013)

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Financiamento: comissão do Senado fará audiências para subsidiar relatório

O plano de trabalho proposto pela Comissão Temporária do Senado que vai debater o financiamento da Saúde foi aprovado nessa quinta-feira (04). Apresentado pelo relator da Comissão, senador Humberto Costa (PT-PE), o roteiro prevê a realização de cinco audiências públicas para discutir os problemas relacionados à saúde pública. O colegiado tem 90 dias para debater e propor soluções para o financiamento do sistema de saúde. Durante a reunião, também foi eleito o senador Paulo Davim (PV-RN) como vice-presidente da comissão, presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). De acordo com a Agência Senado, as audiências públicas servirão para subsidiar o relatório final. A ideia é detectar os principais problemas do sistema de saúde, avaliar os déficits de investimento e custeio da saúde e a forma de alocação dos recursos, bem como as deficiências no atendimento à saúde, especialmente no que se refere à disponibilidade de leitos em hospitais, além de discutir sistemas de saúde de outros países. A primeira audiência discutirá o tema com representantes do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Saúde. A segunda contará com representantes dos conselhos de secretários estaduais e municipais de Saúde. Os ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Fazenda e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) participarão da terceira audiência. E os representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar e da Federação Nacional de Saúde Suplementar estarão presentes na quarta audiência. Na quinta audiência, serão convidados representantes das categorias profissionais da área da saúde. Humberto Costa disse que pretende mostrar os valores gastos atualmente pelos setores público e privado de saúde em cada estado e o modo de alocação desses recursos. O relatório, destacou, apresentará alternativas para aumentar os gastos com saúde e propostas de gestão para otimizar a aplicação dos recursos. Em parceria com a Comissão Especial da Câmara dos deputados, criada para discutir o mesmo tema, o senador afirmou que serão avaliados “todos os projetos de lei sobre saúde que tramitam no Parlamento, sendo discutida a viabilidade de cada um”, não tendo, no entanto, explicitado a posição da Comissão Temporária em relação à proposta primordial que tramita na Câmara, que pretende reformular a Lei Complementar 141/2012, definindo que a União invista em Saúde 10% de suas receitas correntes brutas. Vale lembrar que o PT, partido do relator da Comissão do Senado, foi o responsável tanto pela proposta de criação de um novo imposto para a Saúde, em substituição à CPMF – derrubados no Senado -, quanto pelo veto à medida estudada novamente pela Câmara dos Deputados e que também é o pleito do projeto de lei de iniciativa popular, que está colhendo assinaturas para estabelecer o percentual de contribuição da União com a Saúde. Dessa forma, não se espera que o relator do Senado concorde com o movimento que está sendo levantado na Câmara e na sociedade. Já no próximo dia 10 de abril, o movimento nacional que recolhe assinaturas para propor projeto de lei de iniciativa popular prevendo a aplicação em saúde de 10% do Orçamento da União chegará a Brasília. O presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), Waldemir Moka (PMDB-MS) sugeriu que a comissão temporária apoie essa mobilização e apresente propostas, especialmente no que ser refere à indicação das fontes de financiamento da saúde. Também na opinião do vice-presidente da comissão temporária, Paulo Davim, os atuais recursos disponíveis para aplicação na área de saúde são insuficientes. Ele recomenda que a comissão trabalhe de forma pragmática e “não se perca em devaneios” para responder a uma das principais reivindicações da sociedade: a qualidade no atendimento à saúde. (Informativo Política e Poder/SP – 05/04/2013)

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Quatro congressos de gestão em saúde acontecem em maio

O Sindhosp, a Confederação Nacional de Saúde (CNS) e a Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess) estarão promovendo, no próximo mês de maio, de 22 a 24, durante a Hospitalar 2013, em São Paulo, quatro congressos de gestão em saúde. “O ClasSaúde, que tinha o Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde como evento principal, foi substituído pelo CISS – Congresso Internacional de Serviços de Saúde. Mas os eventos dirigidos às clínicas, laboratórios, advogados e o de TICs serão mantidos”, explica o presidente do SINDHOSP, Yussif Ali Mere Jr. Os eventos têm o apoio institucional da Hospitalar. A novidade, este ano, é o envolvimento do Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (Iepas) como organizador dos congressos. Criado por iniciativa do SINDHOSP e da Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp) no final de 2011, a entidade tem como missão desenvolver ações voltadas à capacitação e aperfeiçoamento profissional do setor, através da realização de cursos, treinamentos, palestras, seminários, congressos, estudos e pesquisas. “O Ipeas já vem realizando cursos na Capital e Interior do Estado, com bom número de participantes e avaliação bastante positiva. Porém, a organização desses quatro congressos de gestão, que são eventos de maior porte e público, são os grandes testes do Instituto até agora”, acredita o presidente do Iepas, José Carlos Barbério. Programação - Todos os congressos têm a contribuição de empresários, gestores e profissionais de diversas áreas nas comissões científicas responsáveis pela escolha dos temas que serão discutidos e dos palestrantes escolhidos. “Convidamos profissionais que se destacam em sua área de atuação para agregar valor a cada um dos congressos de gestão. Ouvir ideias e debater é importante para que os eventos correspondam às expectativas de cada público e de cada participante. Por isso, faço aqui um agradecimento especial a cada um dos integrantes das comissões”, afirma Yussif Ali Mere Jr. A programação dos congressos tem início no segundo dia da Hospitalar, 22 de maio, com o 6º Congresso Brasileiro de Gestão em TICs (eHealth). Este é o único evento totalmente gratuito e dirigido a convidados (sócios) das entidades realizadoras (CNS, SINDHOSP e Fenaess). A programação está em desenvolvimento. Os interessados em participar do evento devem preencher formulário que se encontra disponível no site do Iepas (www.iepas.org.br), página Inscrição. A MV é patrocinadora exclusiva do congresso. No dia 23 de maio, acontece, das 8h30 às 16h30, o 7º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos, que conta com a realização conjunta da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML). Entre os temas que serão abordados destacam-se Novas Formas de Relacionamento com os Clientes, Contribuição do Jurídico no Segmento Laboratorial, Indicadores Laboratoriais (Qualiss), Redes Sociais - Um Desafio para o Relacionamento com os Públicos Interno e Externo da Empresa, e Novas Perspectivas para o Mercado sob a Ótica do: Comprador, Fornecedor, Prestador e Governo. “Os temas que o evento irá discutir convidam empresários, gestores e demais profissionais da área de laboratórios para uma reflexão sobre o papel da empresa no mercado e suas perspectivas futuras. A comissão científica foi muito feliz nas escolhas”, acredita o coordenador da comissão científica do evento, José Carlos Barbério. No último dia da Hospitalar, 24 de maio, acontecem dois eventos: o 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde e o 4º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde. Este último irá debater Responsabilidade Civil dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde na Visão do Superior Tribunal de Justiça; Proposta de Modernização Trabalhista; Terceirização na Área da Saúde e Ação Civil Pública; e Novas Súmulas do Tribunal Superior do Trabalho. Já o Congresso de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde traz para debate Novos Rumos para o Segmento de Clínicas num Cenário Desafiador; Gestão de Riscos Corporativos: Fiscais, Trabalhistas, Comerciais e Estratégicos; Alianças Estratégicas – Podem Acontecer Onde Você Menos Espera!; Gestão da Qualidade – Adote o Processo, Escolha Depois; Como Interagir com as Diferentes Gerações para Resultados Positivos; e Percepção da Qualidade no Atendimento de sua Clínica. Isto tem Acontecido? Inscrições - As inscrições para os quatro congressos de gestão em saúde já estão abertas e podem ser realizadas pelo site www.iepas.org.br. Associados da CNS, Fenaess, Sindhosp e SBPC/ML (estes últimos apenas para o Congresso de Gestão em Laboratórios Clínicos) têm desconto. Com cinco inscrições efetuadas pela mesma empresa, a sexta é gratuita. Preços promocionais até 13 de maio. Vagas limitadas. (Informativo Política e Poder/SP – 05/04/2013)

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Lucratividade dos planos de saúde cai

As operadoras de planos de saúde e odontológicos viram seus custos dispararem no ano passado. Praticamente todo o setor assistiu a um avanço dos gastos médico-hospitalares superior ao crescimento da receita, mesmo com os reajustes elevados para os usuários. Com isso, houve queda nos lucros ou prejuízo. Segundo as entidades que representam as operadoras, as internações têm puxado a alta dos custos médico-hospitalares e representam cerca de 40% dos gastos totais. "Nos últimos cinco anos, as despesas assistenciais cresceram 125%. Já os custos com internações aumentaram 215%", disse José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde. (Jornal Valor Econômico, Capa/SP – 08/04/2013)

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SulAmérica lança Relatório Anual Online 2012

Com recursos inovadores, em dois cliques o leitor acessa os principais resultados da companhia e assiste aos vídeos com os comentários dos executivos sobre o ano de 2012. A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos acaba de lançar seu Relatório Anual Online 2012, elaborado a partir da metodologia GRI (Global Reporting Initiative), com nível de aplicação A+. Simultaneamente, a companhia publica seu Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa, que além de mensurar as emissões da companhia, computa os índices da cadeia de valor, responsável por cerca de 80% dos gases emitidos. O relatório contempla, em quatro capítulos, o desempenho econômico-financeiro da companhia; os principais destaques de cada uma das unidades de negócios; a evolução da gestão corporativa e socioambiental, fundamental à sustentabilidade dos negócios e da empresa; e um capítulo dedicado aos indicadores GRI. “Esta edição do Relatório Anual amadureceu em relação às anteriores, reflexo do aperfeiçoamento da gestão dos indicadores, atividade que é realizada ao longo de todo o ano e que vem ganhando cada vez mais importância no dia a dia da empresa”, afirma o vice-presidente de Controle e Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme dAmoed Neto. O Relatório Anual 2012 da SulAmérica, que pode ser acessado por meio da página www.sulamerica.com.br/relatorioanual, inovou também na arquitetura da informação, com navegação horizontal, e no formato dos vídeos, que resumem o desempenho global da companhia no ano de 2012 e permitem uma leitura transversal e dinâmica do relatório. “Nosso desafio foi produzir um produto interativo, em que o leitor possa privilegiar a informação que mais lhe interessa. Elaboramos um relatório acessível a todos os públicos”, comenta o superintendente executivo de Relações com Investidores da companhia, Guilherme Nahuz. Sobre a SulAmérica A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, com 117 anos de história, é a maior seguradora independente do País. Desde outubro de 2007, quandorealizou a maior oferta pública inicial de ações feita por um grupo segurador na América Latina, integra o Nível 2 de Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa da BM&FBovespa. Em 2012, registrou R$ 10,6 bilhões de receita em prêmios, o que representa crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. Com mais de 6,7 milhões de clientes, a SulAméricaatua em quatro segmentos: Saúde e Odontológico; Automóveis e Ramos Elementares; Pessoas (Vida e Acidentes Pessoais) e Previdência Privada; e Gestão de Ativos. (Portal Segs/SP – 07/04/2013)

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SulAmérica anuncia Gabriel Portella como novo presidente

A SulAmérica Seguros conta agora com Gabriel Portella como novo presidente da companhia. A decisão foi anunciada ontem (04/04) pelo Conselho de Administração da seguradora. O executivo ingressou pela primeira vez na SulAmérica em 1974, desempenhando diversas funções, incluindo a liderança da área de Saúde entre os anos de 1999 e 2003. Portella é graduado em Economia e possui quase 40 anos de experiência no mercado de seguros. (Portal Segs/SP – 07/04/2013)

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Curso Bê-a-Bá Bebê da Unimed Catanduva recebe inúmeros casais

Em março, dezoito gestantes – acompanhadas dos maridos – participaram dos módulos Dezoito gestantes participaram, em março, do curso Bê-a-Bá Bebê, realizado pelo Núcleo de Atenção à Saúde (NAS) da Unimed Catanduva. Direcionado às beneficiárias da Singular e do São Domingos Saúde, o curso tem o objetivo de orientar mamães e papais, principalmente os de primeira viagem. Em cinco módulos, os participantes ampliaram o conhecimento a respeito do aparelho reprodutor, fecundação, desenvolvimento do feto, mudanças no corpo durante a gravidez, tipos de anestesia, cuidados com o bebê, aleitamento materno, higiene, vacinas, banho, enxoval e alimentação durante o primeiro ano da criança. “A intenção é oferecer aos futuros pais a oportunidade de conhecer melhor os aspectos fisiológicos que envolvem a fase da gravidez. O curso também ajuda na preparação para um parto menos ansioso e mais humano, independentemente da escolha da gestante e de seu médico”, explica a responsável por organizar o Bê-a-Bá Bebê, Cássia Fernanda Lopes. O casal Ângela Stefanello Facco e Mairton de Aro Sanches aguarda a chegada da primeira filha para maio. Para eles, o curso foi proveitoso. “É muito válido. É importante aprender algumas noções antes, porque pra gente é tudo novo”, diz Ângela. Paula e Erik Araújo concordam. O primeiro filho do casal, também uma menina, chega em julho. Depois de saber por amigos sobre o curso, decidiram se inscrever. “Eu adorei participar. Esclarece todas as dúvidas, ainda mais quando é o primeiro filho”, conta Paula. Informações sobre inscrições para próximos cursos podem ser obtidas pelo telefone (17) 3531-3140.

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Unimed Centro Oeste Paulista incentiva a prática de atividades físicas Exercitar-se não faz mal a ninguém!

Após analisar a enquete sobre a prática esportiva, que foi publicada no portal Unicop no mês de fevereiro, pudemos observar alguns resultados que irão direcionar nossas ações, para que continuemos trabalhando na promoção da saúde para nossos públicos. São disponibilizadas frequentemente em nosso portal, dicas de saúde, que tratam de temas como qualidade de vida, prevenção, gravidez, melhor idade e outros. Através dessas dicas, nossos públicos podem ficar inteirados sobre as melhores maneiras de cuidar de si e da família. Na Unicop todos os colaboradores são incentivados a praticar exercícios físicos já que esse tipo de atividade é comprovadamente benéfica para o corpo e para a mente humana. Independente da idade e das condições físicas, todos os membros da Intrafederativa têm oportunidade de se enquadrar ao tipo de exercício que gosta de fazer ou pode praticar. A Intrafederativa oferece ginástica laboral 3 vezes por semana (às segundas, quartas e sextas-feiras) logo pela manhã para que seus colaboradores se exercitem e aqueçam para as atividades rotineiras. Além disso, desde 2012 possui convênio com a academia Nadart que oferece aeróbica, musculação e natação por um preço diferenciado para os colaboradores da Unicop. A Unimed apoia a prática de exercícios físicos, pois acredita que a qualidade de vida e o bem estar estão ligados a atividades que movimentam o corpo e descontraem a mente. Confira abaixo a enquete e seus resultados Você pratica esportes com qual frequência? a. Não costumo praticar esportes (27,78%) b. Procuro me exercitar diariamente, por 15 minutos pelo menos (11,11%) c. Pratico exercícios 3 vezes por semana ou mais (44,44%) d. Sou atleta de final de semana: me exercito esporadicamente (16,67%) Participe você também das enquetes elaboradas para o portal Unicop; os dados são muito importantes para que possamos refletir sobre a opinião dos nossos públicos e trabalhar com a certeza de que estamos fazendo nosso melhor.

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Unimed Missões promove o descarte correto de cartões plásticos

A Unimed Missões realizou o descarte de aproximadamente dez mil cartões plásticos inutilizáveis que foram entregues ao Projeto Reciclagem de Carteirinhas, do Instituto Unimed, em Porto Alegre. O ato tem o objetivo de incentivar empresas e comunidade para realizarem o descarte correto de materiais visando a preservação ambiental. Quando jogados no lixo comum, cartões plásticos ou magnéticos vão parar em aterros sanitários ou lixões a céu aberto, onde começam a decompor-se, contaminando o meio ambiente e gerando riscos à saúde humana. Muitos cartões são nocivos porque contêm substâncias não biodegradáveis, como chips, tintas e tarjas magnéticas. Para a coordenadora do Time de Responsabilidade Socioambiental, Carlene Brum Traichel, essa ação deve ser incentivada para que as pessoas procurem os locais para descarte correto e contribuam com as ações de responsabilidade social e ambiental. “Essa prática pretende diminuir o desperdício dos recursos naturais, assim como promover um consumo sustentável e a proteção ao meio ambiente. É fundamental a participação de todos”. Além do descarte dos cartões plásticos (bancário, vale-refeição, universitário, entre outros), a cooperativa também disponibiliza coletores ecológicos para pilhas e baterias usadas, aparelhos celulares, remédios vencidos, seringas, agulhas, frascos, blisters e lâmpadas domésticas. Também se preocupa em recolher todo o material produzido pelos seus médicos cooperados através do Projeto de Gerenciamento de Resíduos de Saúde, dando a destinação correta aos mesmos. O Projeto já contabilizou um total de 425.906 litros de resíduos recolhidos pela cooperativa, desde agosto de 2008, quando foi lançado, até dezembro de 2012.

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Unimed promove “Circuito Saúde” em São João da Boa Vista

Ação será realizada dia 15 de abril na Praça da Catedral e terá a presença de profissionais da saúde Com o objetivo de promover a saúde, fornecendo dicas de prevenção de doenças e estimulando a atividade física e hábitos saudáveis, a Unimed Leste Paulista promove no dia 15 de abril o “Circuito Saúde Unimed”. A ação está programada para ocorrer entre as 8h e as 15h30, na Praça da Catedral. O Circuito disponibilizará à população Exames de Glicemia, Aferição de Pressão Arterial, Cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC), orientações sobre prevenção do Câncer de Mama, Dicas Ergonômicas, Dicas para Lavagem Correta das Mãos e de prevenção de doenças como Dengue e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Vale salientar que todas as ações do Circuito serão realizadas por 13 profissionais como: nutricionista, fisioterapeuta e enfermeiros. Promovido pela Unimed Leste Paulista, a ação tem a coordenação da Comissão de Responsabilidade Socioambiental da Cooperativa e será realizada em função do Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 07 de abril. Para a coordenadora da Comissão de Responsabilidade Social e administradora do Hospital e Maternidade Unimed, Anita Aparecida Tofanini, a ação é de extrema importância, haja vista que boa parte da população não faz exames regularmente e muitas vezes não tem acesso à informações importantes que ajudam a prevenir doenças e a criar hábitos saudáveis.

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Unimed Goiânia descentraliza atendimento

A partir do dia 1ª de abril, os setores Gestão de Pessoas (GESTPES), Relacionamento Empresarial (SETEMP), Setor de Produtos e Operação (SETPRO), Intercâmbio (atendimento aos beneficiários de outras Unimeds) e Cadastro estarão em novo endereço, na rua C-149, Qd. 287, Lt. 12, Jardim América, próximo à Paróquia Santo Expedito. Os telefones e endereços de e-mail permanecem os mesmos. A mudança faz parte das providências adotadas pela Cooperativa para descentralizar o atendimento na sede administrativa, evitando filas, transtornos e priorizando o conforto e o espaço para os colaboradores e beneficiários. Dr. João Damasceno Porto "Essa medida virá acompanhada do empenho de todos na busca da melhoria do atendimento aos beneficiários, evitando assim transtornos e queixas junto à ANS, que podem colocar em risco a imagem da Cooperativa", garante o diretor administrativo, Dr. João Damasceno Porto. Para os integrantes do Consad, "a transferência é uma adequação ao crescimento da Cooperativa, que exige novos investimentos em infraestrutura e qualidade".

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Obesidade é tema de palestra no Espaço Vida Unimed

Na próxima segunda-feira (08/04), a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP) promove a palestra “Obesidade: causas e efeitos”, com o endocrinologista Elton Vaz Fagundes. O evento será às 18h30min, no auditório do Espaço Vida Unimed, em Lajeado (Avenida Benjamin Constant, 952). Interessados em participar devem se inscrever pelo (51) 3714-7130. A palestra, gratuita e aberta à comunidade, é uma das ações da Cooperativa para marcar o Dia Mundial da Saúde, comemorado em 07 de abril.

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Casais ansiosos buscam orientações no Curso de Gestantes

Mais de 100 participantes participaram da abertura da 23ª edição do projeto desenvolvido pela Unimed Cuiabá Mães ansiosas e pais cheios de dúvidas iniciaram mais uma etapa do Curso de Gestantes, promovido pela Unimed Cuiabá, na noite desta terça-feira (2). Em sua 23ª edição, o projeto superou a marca de 100 participantes, que durante as próximas semanas receberão orientações, dicas e informações sobre a gestação e primeiros cuidados com o bebê. As aulas são realizadas às terças e quintas-feiras, e se encerram no dia 07 de maio. O membro do Comitê Educativo da Unimed Cuiabá, Vivaldo Naves de Oliveira, destacou os principais objetivos do projeto. “Este curso visa orientar os casais e sanar todas as dúvidas sobre a gestação, nascimento e cuidados com o bebê. Aos pais e acompanhantes, friso a importância de frequentarem todas as aulas, pois este apoio é fundamental para o desenvolvimento do bebê e a saúde da mãe”. A procura pelo Curso de Gestantes, aberto à participação de clientes, cooperados e colaboradores da Unimed Cuiabá, aumenta a cada ano. A primeira turma de 2013, por exemplo, foi preenchida ainda no ano passado. “Além disso, já temos uma lista de espera para a próxima edição. Isso é reflexo do bom trabalho que temos desenvolvido”, comentou o membro do Comitê Educativo. Neste ano, serão realizadas cinco edições da iniciativa. As aulas são ministradas por uma equipe multiprofissional, composta por ginecologistas e obstetras, pediatras, anestesistas, odontólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistente social. Segundo a gerente das Clínicas Unimed, psicóloga Ildete Alves de Oliveira, que coordenou a primeira aula, é importante que os integrantes se conheçam e dividam experiências. “Esta troca é fundamental para tranquilizar os casais e amenizar a ansiedade, que é natural neste período”. Ildete Alves também destacou que houve um aumento significativo da presença masculina no curso. “A presença do pai, desde o início da gestação, é algo importante para o bom desenvolvimento da criança e para o equilíbrio emocional da mãe”, explicou. Em busca de aprendizado - Mãe de primeira viagem, a jornalista Sandra Costa está grávida de 19 semanas e aguarda ansiosa a chegada do Gabriel. “Para mim, tudo é novo e quero aprender muito. Sou filha única e meus pais já estão babando, ansiosos para ver o neto chegar. Espero aprender muito e tirar dúvidas também neste curso”, comentou. Durante a apresentação, o casal Marina da Silva Santos e Agno José Bonfim dos Santos contaram sobre a expectativa para a chegada da Ana Júlia. “Grávidos” de 20 semanas, os dois destacaram que a pequena será a primeira neta de ambas as famílias e que vão procurar esclarecer as dúvidas relacionadas aos primeiros dias de vida do bebê.

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Receitas de lanches práticos para as mulheres têm oficina na Medicina Preventiva da Unimed

Para as mulheres de hoje em dia, a Medicina Preventiva da Unimed vai promover um encontro no dia 6 de abril, das 9h às 10h30min. A nutricionista Ticiane Gonçalves folheou cadernos de receitas e as adaptou para ministrar com propriedade a Oficina de Lanches Práticos para a Mulher Moderna. O encontro vai ocorrer no auditório da Medicina Preventiva, localizado na Rua Sinimbu, 1183, em Caxias. Informe-se mais pelo telefone (54) 3289-9300.

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Unimed Vitória promove Fórum de Atenção à Saúde do Idoso

A Unimed Vitória realizou na última semana o Fórum de Atenção à Saúde do Idoso. O evento aconteceu no Auditório da Sede com foco nos colaboradores, para aumentar o conhecimento deles sobre o assunto. O Fórum contou com a participação do palestrante norte-americano referência mundial em Atenção Primária, Robert Janett, professor assistente na Escola de Medicina de Harvard e diretor médico da Mount Auburn Cambridge Independent Practice Association (Macipa), associação que promove a melhoria da atenção à saúde do paciente. Além de Janett, também participaram do evento Lívia Devens, coordenadora médica da Unidade Geriátrica do Hospital Metropolitano e do Professor Doutor Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI/UERJ). Profissionais de diversas singulares do Espírito Santo também participaram do evento e debateram os principais problemas relacionados aos idosos na área de saúde . Márcio Almeida, diretor-presidente da Unimed Vitória, afirmou que a qualidade do tratamento dos idosos deve ser melhorada e que a Cooperativa tem vontade de contribuir para essa mudança. “É importante olhar para a saúde do idoso e a Unimed Vitória está disposta a dar um atendimento cada vez mais diferenciado para esta parcela de clientes”, disse. Remegildo Gava Milanez, diretor de Provimento de Saúde, também lembrou que o evento é importante para toda a área de saúde capixaba. “É um pontapé inicial para vários outros debates que poderemos realizar, com o pilar de trazer saúde para a população”, adianta. Robert Janett, afirmou que é muito importante atender a pessoa idosa por inteiro, levando em consideração as doenças, vida social e psicológica. “Ser idoso é estar em uma situação de desenvolvimento normal e não de doenças. O que eu faço não é um trabalho, é uma questão de responsabilidade com vidas, onde sempre devemos dar muita atenção aos valores do paciente”, conclui. Expectativa de vida Lívia Devens apresentou dados importantes sobre a situação do idoso no Brasil, onde o envelhecimento populacional em 2010 cresceu 10,8% e a expectativa é de que para 2020 cresça 14%, deixando a população idosa em mais de 30 milhões de pessoas. Segundo pesquisas, a tendência é que a expectativa de vida continue aumentando, e, por isso, é importante melhorar a qualidade do atendimento médico para os idosos desde já. Segundo Lívia, no Brasil, a maior parte da população desconhece problemas com os idosos e é um grande erro tratá-los somente pela doença existente. “Deve-se primeiramente conhecer a pessoa idosa, pois a faixa etária nessa fase da vida é muito heterogênea, é um público muito diversificado. Devemos trabalhar com a capacidade funcional além do diagnóstico clínico para melhorar a qualidade de vida, lembrando sempre que os idosos possuem diferenças e isso exige um tratamento adequado”, ressalta. Desafios Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI/UERJ), discursou sobre o Modelo Hierarquizado de Atenção à Saúde do Idoso. Segundo Veras, talvez o maior problema da maioria dos modelos assistenciais vigentes seja justamente o foco na doença e não no paciente como um todo. Para ele, envelhecer sem nenhuma doença crônica é exceção e não regra e, além disso, uma população com mais idosos precisa de um maior consumo de serviços de saúde. “Se viver mais é uma grande conquista, os desafios são maiores ainda. A partir de determinado momento da vida surgem as fragilidades naturais e não se pode fugir disso”, finaliza. A colaboradora Fernanda Salomão Amador, coordenadora da Coordenação de Enfermagem das Unidades Abertas (CENUA), afirma que palestras como essas são importantes, pois agregam conhecimento e possibilitam o contato com profissionais de outras instituições. Opinião que é compartilhada com a também colaboradora Glenda Dias, fisioterapeuta da Unimed Colatina, que elogiou o encontro. “Esse assunto é fundamental para o nosso dia a dia, sendo interessante também por podermos levar esses conhecimentos para dentro de casa, para nossa família”, afirma. Já o cooperado Fernando Rios, médico ortopedista, participou do evento e ressaltou os cuidados com os idosos dentro de casa. “Essa já é uma questão antiga para os ortopedistas, sendo discutida sempre em vários seminários e palestras. É muito interessante que as casas sejam adaptadas aos idosos, que tenham instaladas barras de apoio nos corredores e nos banheiros e as camas e cadeiras devem ser mais baixas, tudo isso para evitar quedas e possíveis complicações, como cirurgias, o idoso pode se prevenir praticando essas simples ações”, indica.

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Unimed Erechim celebra o Dia Mundial da Saúde com ações de saúde em frente a sua sede

O foco será a Hipertensão que tem como pilares a alimentação saudável, atividade física e o acompanhamento médico Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hipertensão é uma doença crônica que causa a morte de 9,4 milhões de pessoas por ano em todo mundo, além de estar relacionada com 45% dos infartos do coração e 51% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC´s). Por conta desse fato, a OMS elegeu a hipertensão, ou tensão arterial alta, como tema do próximo Dia Mundial da Saúde, realizado anualmente no dia 7 de abril, com objetivo de reduzir o número de infartos do miocárdio e doenças cerebrovasculares, mais comumente chamadas de AVC´s. A Unimed Erechim, ciente de que saúde é sinônimo de vida e uma das maiores riquezas do ser humano, promoverá, no dia 5 de abril, em frente à sua sede, na Rua Pedro Álvares Cabral, 83, das 7h30min às 12h e das 13h15 às 17h30, ações com o intuito de verificar como se encontra a saúde de seus clientes, colaboradores e comunidade, contemplando o tema Hipertensão, que está alinhado aos três pilares: alimentação saudável, atividade física e o acompanhamento com o médico assistente. A atividade contará com uma equipe multiprofissional da Medicina Preventiva da Unimed, que avaliará o Índice de Massa Corpórea (IMC), aferição da pressão arterial, relação circunferência cintura/quadril, além de orientações saudáveis, visando o controle da Hipertensão Arterial (HAS). Além disso, as pessoas participarão de um jogo, que desencadeiam os fatores da hipertensão, e tem como objetivo disseminar um estilo de vida saudável, controlando os fatores de risco modificáveis que influenciam a doença. Estas ações alinhadas ao tema da OMS coincidiram com a campanha da Unimed do Brasil, que tem como tema É simples ser saudável, inspirado nas ações e atitudes do cotidiano.

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Eu faço parte, “eu ajudo na lata”

Colaboradores e clientes da Unimed Caruaru se mobilizam para recolher o maior número possível de anéis de latinhas. Seguindo com a campanha da Unimed do Brasil, “Eu ajudo na lata”, a Unimed Caruaru já arrecadou até o momento 21 garrafas pet, repletas de anéis de latinhas. Uma ação que mobiliza todas as Unimeds, com o objetivo de adquirir o maior número de garrafas, do qual atingindo o quantitativo de 140 garrafas cheias de lacres das latinhas, possibilita a troca por uma cadeira de roda. A campanha também tem mobilizado clientes que estão em atendimento nos postos da Unimed Caruaru. Edineide Paixão Lopes, mãe de Amanda Maísa de 12 anos, paciente da Unifisio, mostra que a campanha está mexendo com colaboradores e todo o público e fala do valor de fazer parte da ação. “A campanha é importante porque existem muitas crianças e adultos com necessidades especiais, que precisam de uma cadeira de roda, e devido ao complicado acesso e as dificuldades financeiras ficam impossibilitados de adquirir. E com a campanha, elas terão maior chance para conseguir”, ressalta. Edineide contribuiu ativamente com a ação, doando duas garrafas cheias dos lacres, e aproveitou para endossar a participação de mais pessoas afirmando que se cada paciente trouxer um lacre a cada sessão, no fim do mês fará toda diferença, beneficiando várias pessoas com necessidades especiais. A campanha segue em frente, até junho. É importante que todos continuem recolhendo os anéis das latas com o mesmo entusiasmo até o fim da campanha.

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Unimed Curitiba estreia novo comercial

Dia 1º de abril, estreou o novo comercial do Plano Flex Familiar Unimed Curitiba, no intervalo do Paraná TV 1º edição. Desta vez, o foco está na venda de planos de saúde pessoa física. Estrelado por uma mãe superprotetora, o filme apresenta todo o cuidado e carinho que ela tem com o seu filho, mostrando com bom humor que com o Plano Flex Familiar as preocupações podem ser bem menores e que aproveitar a vida pode ser mais fácil. O comercial termina com o slogan da campanha: "Você ama, a gente cuida". Confira o vídeo em nosso canal do Youtube (www.youtube.com/unimedcuritiba) ou clique aqui.

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